This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

Macro Visão Info 916

 Economia Brasileira 
Indicador de Nível de Atividade da Indústria Paulista encerra 2011 com alta de 0,6%
O Indicador do Nível de Atividade (INA) da indústria paulista encerrou 2011 com um leve aumento de 0,6% em comparação com 2010, informou a Fiesp nesta segunda-feira (30).
Entre os meses de dezembro e novembro de 2011, o índice recuou 0,4%, com ajuste sazonal. Na apuração sem ajuste sazonal, o INA caiu 11,2% em dezembro.
Dentre os setores avaliados pela pesquisa, destacou-se o grupo Produtos Têxteis, com queda de 3,6% no acumulado do ano em comparação a 2010, sem ajuste sazonal.
O grupo de Minerais Não Metálicos apresentou variações negativas de 0,6% em novembro e 0,9% em dezembro, sem ajuste sazonal. Entretanto, no acumulado do ano, o setor registrou alta de 4,9%. O setor de Móveis e Indústrias Diversas também apontou baixas de 3,4% em novembro e 4,5% em dezembro, mas no acumulado de 12 meses foi registrada alta de 5,3%.
O Nível de Utilização da Capacidade Produtiva (NUCI) apresentou índice de 78,8% em dezembro/11, contra 82% em novembro, sem ajuste sazonal. Considerando os ajustes sazonais, o indicador registrou 80,9% em dezembro contra 81,5% em novembro.
Produção Industrial cresceu 0,3% em 2011
A produção física industrial brasileira registrou crescimento de 0,9% em dezembro de 2011, na série com ajuste sazonal. No acumulado de 2011, a produção fabril cresceu apenas 0,3%, bem abaixo dos 10,5% verificados em 2010. O resultado de 2011 reflete o crescimento do setor no primeiro semestre do ano, uma vez que no segundo semestre o setor mostrou desaceleração.
Por categorias de uso, o setor de bens de capital foi o que teve maior expansão no acumulado de 2011 (3,3%). A produção de bens intermediários cresceu 0,3% e os bens de consumo tiveram queda de 0,7%, com maior impacto da queda na produção de bens de consumo duráveis (-2,0%) e em menor proporção em bens não duráveis (-0,2%).
Entre os 27 setores que compõem a pesquisa do IBGE, 15 apontaram crescimento em 2011, com maior destaque para veículos automotores (2,4%) e outros equipamentos de transporte (8,0%). Os destaques negativos vieram dos setores têxteis (-14,9%), outros produtos químicos (-2,1%) e calçados e artigos de couro (-10,4%).
As informações foram divulgadas nesta terça-feira (31) pelo IBGE.

 Economia Internacional 
Renda Real dos Estados Unidos aumentou 0,3% em dezembro
De acordo com o departamento de comércio dos Estados Unidos, a renda real dos americanos cresceu 0,3% em dezembro. Já os gastos pessoais, em termos reais, se mantiveram estáveis em relação a novembro.
A taxa de poupança ficou em 4% no último mês de 2011; em novembro, a taxa havia sido de 3,5%.
Na comparação anual, a renda real disponível variou 0,9% em 2011. Em 2010, a variação havia sido de 1,8%. Já os gastos pessoais avançaram 2,2% em 2011; no ano anterior havia sido 2,0%.
Desemprego na Zona do Euro se mantém em 10,4%
Divulgada hoje (31) pelo Eurostat, a taxa de desemprego, com ajuste sazonal, na Zona do Euro, foi de 10,4% em dezembro, mesmo valor observado no mês de novembro. No mesmo período de 2010, a taxa registrou 9,5%.
Entre os países membros, a menor taxa foi registrada na Áustria (4,1%). Já as maiores foram na Espanha (22,9%) e Grécia (19,2%). Na comparação com dezembro de 2010, a maior queda foi na Estônia (16,1% para 11,3%) e a maior alta se deu na Grécia (13,9% para 19,2%).

 Projeções de Mercado 
Relatório divulgado em 16/01/2012
Mediana - Agregado20122013
Há 4 semanasHá 1 semanaHoje
Comp. Semanal
Há 4 semanasHá 1 semanaHojeComp. Semanal
IPCA (%)
5,32
5,29
5,28
(9)
5,00
5,00
5,00
=
(9)
IGP-DI (%)
4,99
5,01
5,01
=
(1)
4,90
4,90
4,92
(1)
IGP-M (%)
5,08
5,00
5,00
=
(1)
4,81
5,00
4,98
(1)
IPC-Fipe (%)
5,22
5,22
5,22
=
(1)
4,70
4,75
4,80
(2)
Taxa de Câmbio - fim de período (R$/US$)
1,75
1,78
1,80
(1)
1,75
1,75
1,75
=
(8)
Taxa de Câmbio - média do período (R$/US$)
1,79
1,79
1,78
(1)
1,75
1,75
1,75
=
(4)
Meta da Taxa Selic - fim de período (% a a)
9,50
9,50
9,50
=
(7)
10,38
10,25
10,38
(1)
Meta da Taxa Selic - média do período (% a a)
9,69
9,88
9,72
(1)
10,50
10,50
10,50
=
(11)
Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB)
37,35
37,00
36,95
(1)
35,85
35,80
35,80
=
(1)
PIB (% do crescimento)
3,30
3,27
3,27
=
(2)
4,25
4,25
4,15
(1)
Produção Industrial (% do crescimento)
3,43
2,94
3,00
(1)
4,00
4,00
4,00
=
(8)
Conta Corrente (US$ bilhões)
-68,00
-65,90
-65,90
=
(1)
-70,00
-70,00
-70,00
=
(23)
Balança Comercial (US$ bilhões)
17,90
19,60
19,80
 
(2)
11,98
14,50
15,00
(4)
Invest. Estrangeiro Direto (US$ bilhões)
55,00
55,00
55,00
=
(5)
55,00
54,00
55,00
(1)
Preços Administrados (%)
4,50
4,00
4,00
=
(1)
4,50
4,50
4,50
=
(103)

*comportamento dos indicadores desde o último Relatório de Mercado; os valores entre parênteses expressam o número de semanas em que vem ocorrendo o último comportamento ( aumento,  diminuição ou = estabilidade)
Fonte: Banco Central do Brasil - Relatório de Mercado/Focus.
O Boletim Focus é uma pesquisa realizada pelo Banco Central do Brasil com as principais instituições financeiras do País. Todas as estimativas ali apresentadas devem ser examinadas com bastante cautela, pois não significam compromisso do BACEN nem expressam a opinião da FIESP/CIESP.

Economia Brasileira
INDICADORES
Efetivo
Projeções
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Crescimento do PIB (%)
4,0
6,1
5,2
-0,3
7,5
2,8
2,6
PIB Indústria (%)
2,2
5,3
4,1
-5,6
10,4
1,9
2,3
Extrativa Mineral (%)
4,4
3,7
3,5
-3,2
13,6
2,6
2,9
Transformação (%)
1,0
5,6
3,0
-8,7
10,1
0,9
1,5
Construção Civil (%)
4,7
4,9
7,9
-0,7
11,6
3,5
3,5
Serv. Ind. Utilidade Públ. (SIUP) (%)
3,5
5,4
4,8
0,9
8,1
3,9
3,7
PIB Agropecuária (%)
4,8
4,8
6,1
-3,1
6,3
4,0
4,5
PIB Serviços (%)
4,2
6,1
4,9
2,1
5,5
2,9
3,0
Consumo das Famílias (%)
4,5
5,8
5,7
4,4
6,9
3,8
4,0
Consumo do Governo (%)
2,6
5,1
3,2
3,1
4,2
2,0
3,4
Formação Bruta de Capital Fixo (%)
9,8
13,9
13,6
-6,7
21,3
4,9
4,0
Exportações de Bens e Serviços (%)
5,0
6,2
0,5
-9,1
11,5
4,5
-0,2
Importações de Bens e Serviços (%)
18,4
19,9
15,4
-7,6
35,8
11,5
1,5
Setor
Externo
Exportações (US$ bilhões)
137,8
160,6
197,9
153,0
201,9
256,0
253,7
Importações (US$ bilhões)
91,4
120,6
173,0
127,6
181,6
226,2
233,7
Saldo da Balança Com. (US$ bilhões)
46,5
40,0
24,9
25,4
20,3
29,8
20,0
Exportações (%)
16,3
16,6
23,2
-22,7
32,0
26,8
-0,9
Importações (%)
24,1
32,0
43,4
-26,3
42,3
24,6
3,3
Saldo da Balança Comercial (%)
3,4
-13,8
-37,7
2,0
-20,1
47,0
-33,0
Produção Industrial (%)
2,8
6,0
3,1
-7,4
10,5
0,3
1,5
INA - FIESP/CIESP (%)
2,9
6,0
4,3
-8,1
9,9
1,0
1,7
Emprego Industrial SP- FIESP/CIESP (%)
-0,1
4,6
-0,3
-4,5
4,7
0,0
0,5
Emprego Industrial Brasil - IBGE (%)
0,8
3,3
-1,2
-2,4
3,4
-0,1
0,4
Elaboração FIESP/CIESP

Macro Visão Info 917

 Economsileira 
Desemprego na Região Metropolitana de São Paulo
recua em dezembro
A taxa de desemprego na Região Metropolitana de São Paulo em dezembro ficou em 9,0%, recuando em relação à taxa de 9,5% registrada em novembro. O total de desempregados na região em dezembro foi de 968 mil pessoas, 58 mil a menos que o valor do mês anterior.
As informações foram divulgadas nesta terça-feira (31) pela Fundação Seade e pelo Dieese.
Índice de preços ao produtor registra queda de 0,17% em dezembro
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) divulgado pelo IBGE registrou variação negativa de 0,17% em dezembro. Em novembro a variação havia sido positiva em 0,02%. No acumulado de 2011, o índice ficou em 2,61%.
As atividades industriais que sofreram maior redução nos preços em dezembro foram Impressão (-2,89%) e Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos (-2,45%). Já a atividade que teve maior aumento foi Produção de Fumo (1,92%).
No acumulado de 2011, a maior variação ocorreu no setor de Calçados e Artigos de Couro (17,92%) e a menor foi verificada no setor Equipamentos de Informática, Produtos Eletrônicos e Ópticos (-11,82%).

 Economia Internacional 
Zona do euro: expectativa para inflação
anual em janeiro é de 2,7%
De acordo com estimativa preliminar emitida pelo instituto Eurostat nesta quarta-feira (1º), a expectativa para inflação anual em janeiro na Zona do Euro é de 2,7%. Esse mesmo resultado foi apresentado em dezembro/11. Em janeiro de 2010 a inflação anual foi de 2,3%.
A inflação ainda está acima da meta que o Banco Central Europeu (BCE) considera saudável para a economia (abaixo de 2%), mas a expectativa para os próximos meses é de queda da taxa.
A versão final do indicador de janeiro será divulgada no dia 29 de fevereiro.

 Projeções de Mercado 
Relatório divulgado em 16/01/2012
Mediana - Agregado20122013
Há 4 semanasHá 1 semanaHoje
Comp. Semanal
Há 4 semanasHá 1 semanaHojeComp. Semanal
IPCA (%)
5,32
5,29
5,28
(9)
5,00
5,00
5,00
=
(9)
IGP-DI (%)
4,99
5,01
5,01
=
(1)
4,90
4,90
4,92
(1)
IGP-M (%)
5,08
5,00
5,00
=
(1)
4,81
5,00
4,98
(1)
IPC-Fipe (%)
5,22
5,22
5,22
=
(1)
4,70
4,75
4,80
(2)
Taxa de Câmbio - fim de período (R$/US$)
1,75
1,78
1,80
(1)
1,75
1,75
1,75
=
(8)
Taxa de Câmbio - média do período (R$/US$)
1,79
1,79
1,78
(1)
1,75
1,75
1,75
=
(4)
Meta da Taxa Selic - fim de período (% a a)
9,50
9,50
9,50
=
(7)
10,38
10,25
10,38
(1)
Meta da Taxa Selic - média do período (% a a)
9,69
9,88
9,72
(1)
10,50
10,50
10,50
=
(11)
Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB)
37,35
37,00
36,95
(1)
35,85
35,80
35,80
=
(1)
PIB (% do crescimento)
3,30
3,27
3,27
=
(2)
4,25
4,25
4,15
(1)
Produção Industrial (% do crescimento)
3,43
2,94
3,00
(1)
4,00
4,00
4,00
=
(8)
Conta Corrente (US$ bilhões)
-68,00
-65,90
-65,90
=
(1)
-70,00
-70,00
-70,00
=
(23)
Balança Comercial (US$ bilhões)
17,90
19,60
19,80
 
(2)
11,98
14,50
15,00
(4)
Invest. Estrangeiro Direto (US$ bilhões)
55,00
55,00
55,00
=
(5)
55,00
54,00
55,00
(1)
Preços Administrados (%)
4,50
4,00
4,00
=
(1)
4,50
4,50
4,50
=
(103)

*comportamento dos indicadores desde o último Relatório de Mercado; os valores entre parênteses expressam o número de semanas em que vem ocorrendo o último comportamento ( aumento,  diminuição ou = estabilidade)
Fonte: Banco Central do Brasil - Relatório de Mercado/Focus.
O Boletim Focus é uma pesquisa realizada pelo Banco Central do Brasil com as principais instituições financeiras do País. Todas as estimativas ali apresentadas devem ser examinadas com bastante cautela, pois não significam compromisso do BACEN nem expressam a opinião da FIESP/CIESP.

Economia Brasileira
INDICADORES
Efetivo
Projeções
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Crescimento do PIB (%)
4,0
6,1
5,2
-0,3
7,5
2,8
2,6
PIB Indústria (%)
2,2
5,3
4,1
-5,6
10,4
1,9
2,3
Extrativa Mineral (%)
4,4
3,7
3,5
-3,2
13,6
2,6
2,9
Transformação (%)
1,0
5,6
3,0
-8,7
10,1
0,9
1,5
Construção Civil (%)
4,7
4,9
7,9
-0,7
11,6
3,5
3,5
Serv. Ind. Utilidade Públ. (SIUP) (%)
3,5
5,4
4,8
0,9
8,1
3,9
3,7
PIB Agropecuária (%)
4,8
4,8
6,1
-3,1
6,3
4,0
4,5
PIB Serviços (%)
4,2
6,1
4,9
2,1
5,5
2,9
3,0
Consumo das Famílias (%)
4,5
5,8
5,7
4,4
6,9
3,8
4,0
Consumo do Governo (%)
2,6
5,1
3,2
3,1
4,2
2,0
3,4
Formação Bruta de Capital Fixo (%)
9,8
13,9
13,6
-6,7
21,3
4,9
4,0
Exportações de Bens e Serviços (%)
5,0
6,2
0,5
-9,1
11,5
4,5
-0,2
Importações de Bens e Serviços (%)
18,4
19,9
15,4
-7,6
35,8
11,5
1,5
Setor
Externo
Exportações (US$ bilhões)
137,8
160,6
197,9
153,0
201,9
256,0
253,7
Importações (US$ bilhões)
91,4
120,6
173,0
127,6
181,6
226,2
233,7
Saldo da Balança Com. (US$ bilhões)
46,5
40,0
24,9
25,4
20,3
29,8
20,0
Exportações (%)
16,3
16,6
23,2
-22,7
32,0
26,8
-0,9
Importações (%)
24,1
32,0
43,4
-26,3
42,3
24,6
3,3
Saldo da Balança Comercial (%)
3,4
-13,8
-37,7
2,0
-20,1
47,0
-33,0
Produção Industrial (%)
2,8
6,0
3,1
-7,4
10,5
0,3
1,5
INA - FIESP/CIESP (%)
2,9
6,0
4,3
-8,1
9,9
1,0
1,7
Emprego Industrial SP- FIESP/CIESP (%)
-0,1
4,6
-0,3
-4,5
4,7
0,0
0,5
Emprego Industrial Brasil - IBGE (%)
0,8
3,3
-1,2
-2,4
3,4
-0,1
0,4
Elaboração FIESP/CIESP

Paulo Skaf vai à Argentina em busca de solução para restrições aos importados

Levantamento da Fiesp e do Ciesp aponta que cerca de 74% das exportações brasileiras para o país vizinho poderá ser afetada

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp)Paulo Skaf, chega a Buenos Aires na noite desta quarta-feira (1), com o objetivo de encontrar soluções para as dificuldades no comércio entre o Brasil e a Argentina.
Medidas restritivas impostas pelo país vizinho e parceiro do Mercosul entraram em vigor neste 1º de fevereiro. Pelas novas regras, os argentinos passaram a exigir informações prévias sobre todas as importações de bens de consumo. A agenda de Skaf em Buenos Aires inclui reunião com empresários e um encontro com o ministro argentino da economia, Hernán Lorenzino.
Nesta quinta-feira (2), às 9h (horário de Buenos Aires), o presidente da Fiesp se reunirá com empresários brasileiros de diversos setores na Embaixada do Brasil na Argentina. Logo após o encontro, Skaf falará à imprensa. Em seguida, se encontrará com o ministro argentino.
“A Argentina é um importante parceiro comercial e vizinho. Precisamos encontrar soluções amigáveis e criativas para essas questões, porque temos muitos interesses em comum. Ninguém pode aceitar essas restrições, até porque elas são prejudiciais para os dois países. Temos que evitar que um projeto tão estratégico como o Mercosul seja ameaçado por medidas unilaterais de seus membros”, afirmou Skaf, horas antes de embarcar.
Para o presidente da Fiesp, o momento é de diálogo e sua visita terá esse perfil. “Não vamos entrar em conflito, muito pelo contrário. Isso só prolongaria e adiaria a resolução dos problemas, que precisam ser sanados com urgência. Devemos encontrar caminhos alternativos de forma amiga, como sempre fizemos”, concluiu.
No encontro com empresários, estão confirmadas as presenças de representantes de companhias como Petrobras, Vale, Gerdau, Itaú, Banco do Brasil, GM, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Correa e JBS, entre outras. A reunião acontece a partir das 9h (horário local), na embaixada brasileira em Buenos Aires.

Soluções

Skaf acredita que uma saída para dissolver as tensões comerciais seria encontrar setores que precisam ser desenvolvidos na Argentina, mas que já são consolidados no Brasil como, por exemplo, a indústria naval. Os argentinos possuem um potencial ocioso, enquanto a Petrobras precisa comprar navios.
“Conceder uma abertura para que eles construíssem para nós, sempre respeitando, é claro, os índices de nacionalização, não nos prejudicaria e, em troca, poderíamos negociar as questões dos manufaturados brasileiros”, sugeriu.
Levantamento feito pelo Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp indica que cerca de 74% das exportações brasileiras serão afetadas e aproximadamente 5.500 importadores argentinos serão prejudicados com as novas regras.
A medida recém-adotada vem se somar a outros movimentos que prejudicam as relações comerciais entre os vizinhos. Desde o início do novo mandato da presidente Cristina Kirchner, industriais brasileiros vêm sofrendo com restrições argentinas. Entre elas está o aumento no prazo para liberação de licenças não automáticas de importação.
Consulta realizada pela Fiesp indica que em alguns casos o atraso foi superior a oito meses. Setores como o de calçados, máquinas, pneus, autopeças, móveis de madeira, têxteis, fios de cobre, linha branca, ferramentas e parafusos, entre outros, foram os que mais sofreram com a demora exagerada na liberação de suas licenças.
O setor de alimentos também foi impactado pelas medidas protecionistas da Casa Rosada. Produtos como balas, chocolates, queijos, biscoitos e massas alimentícias vêm encontrando problemas com a concessão de certificados sanitários para produtos perecíveis.
Em resposta à consulta feita pela federação, entidades do setor apontam mais de 80 pedidos de certificados sanitários pendentes (alguns há mais de 300 dias), em valores cuja soma supera os US$ 7,5 milhões.
Apesar do empenho dos industriais brasileiros em resolver as questões de forma amigável, o governo argentino tem sinalizado que reforçará a política de substituição de importações por bens produzidos localmente.
Segundo representantes de grandes cadeias de supermercados, o secretário argentino de Comércio Interior, Guillermo Moreno, determinou informalmente que as empresas deixem de importar bens de consumo com similares produzidos em seu país e que mantenham equilíbrio entre suas importações e exportações.

Comércio bilateral
Em 2011, a corrente de comércio entre Brasil e Argentina registrou recorde de US$ 39,6 bilhões, aumento de 17% em relação ao ano anterior. O saldo foi positivo para o Brasil, que apresentou superávit de US$ 5,8 bilhões.


O produto brasileiro com maior participação no mercado de importados da Argentina é o automóvel (16%) que também é a mercadoria que o Brasil mais importa do país vizinho, como mostra a tabela abaixo.


Acredita-se que a tendência da política comercial na Argentina, para este ano, é de agravamento das medidas de controle sobre o comércio e da escalada do protecionismo com o objetivo de resguardar a indústria doméstica e manter o superávit comercial.

Entenda
A partir de 1º de fevereiro, o governo da Argentina passou a exigir dados prévios sobre todas as importações de bens para consumo. As informações deverão ser prestadas à Receita argentina (AFIP), antes mesmo da emissão da ordem de compra, por meio de formulário eletrônico, chamado de Declaração Jurada Antecipada de Importação (DJAI).
Embora o governo argentino venha promovendo reuniões com o setor privado para esclarecer a medida, os detalhes sobre a nova exigência ainda são excessivamente vagos, o que dificulta a plena compreensão sobre seu funcionamento e alcance.
A princípio, a medida atingirá todos os produtos que tenham como destino final o mercado interno argentino, incluindo bens de capital, bens intermediários e partes e peças. As únicas exceções seriam as importações sob regimes especiais, cujo ingresso definitivo na Argentina depende de análises posteriores - como por exemplo, admissão temporária, “depósito armazém” e bens em trânsito.
A Fiesp acredita que o governo argentino precisa de divisas e por isso quer manter o superávit comercial no mesmo nível registrado em 2011, de US$10,9 bilhões. Como a provável queda da safra agrícola, decorrente das secas que castigam o país, deverá afetar as exportações de commodities e a baixa produção hidroelétrica ocasionará aumento de importação de energia, a Argentina precisa recorrer a medidas protecionistas para manter equilibrada sua situação fiscal.
A crise econômica internacional também deve contribuir para a queda no preço das commodities agrícolas, afetando ainda mais a pauta de exportações do país.
Além dos embargos às importações, o governo de Cristina Kirchner anunciou cortes nos subsídios à eletricidade, gás e água. A inflação do país persiste elevada (24,5%) e a expectativa para o crescimento do PIB argentino é de 4% em 2012, isto é, 3,5 p.p. a menos que 2011.


Katya Manira, Agência Indusnet Fiesp 

Compra coletiva já é uma indústria bilionária


Compras coletivas já é um segmento bilionário no BrasilFebre na internet, a compra coletiva foi criada nos EUA e chegou ao país no início de 2010. Em poucos meses, descontos arrebatadores oferecidos pelos sites decompras coletivas, que oscilam entre 50% e 90% do preço do produto ou serviço, caíram no gosto do brasileiro. Atraídos pelo crescimento rápido do setor e pela fácil barreira de entrada, muitos aspirantes a empreendedor resolveram apostar na novidade. Em dezembro do ano passado, o Brasil tinha 405 sites desse tipo ativos. Hoje já são 1mais de 2.000 e o segmento deve faturar R$ 1,2 bilhão neste ano. Porém, apesar do boom dos sites de compras coletivas, o mercado é bastante concentrado. Os dez maiores players são responsáveis por 90% das vendas, de acordo com dados da e-bit.
Assim como ocorre em todo segmento promissor, a concorrência acirrada aliada à falta de preparo faz com que grande parte dos novos negócios não resista ao primeiro ano de vida e acende a discussão se o modelo resistirá à passagem do tempo. Segundo consultores da área, a resposta é sim. E a especialização tem sido um dos caminhos adotados pelos recém-chegados no ramo para se diferenciar dos demais e sobreviver. Alguns cursos ajudam bastante o empreendedor que está começando.

Compras coletivas focam em nichos

“Acredito que o caminho para quem está chegando agora é escolher um nicho pouco explorado ou uma região geográfica específica e entender a fundo os anseios do consumidor”, afirma Sandra Turchi, coordenadora e professora do curso de marketing digital da ESPM.
Douglas Leite, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Compras Coletivas (Abecc), concorda e acrescenta que o modelo, quando bem desenvolvido, é vantajoso para todas as partes. Por isso é tão replicado. Segundo ele, a Abecc foi criada com o intuito de colaborar com a organização do segmento e fazê-lo crescer de forma sustentável e com as melhores práticas.
Leonardo Almeida, 25 anos, sabia o quanto era importante inovar quando resolveu abrir com os sócios Fernando Fairbanks, 32 anos, e Rudá Telles, 26 anos, o site de compras coletivas Tipland, de descontos para universitários. Ao desenvolver o plano de negócios, ele descobriu que ainda não havia por aqui nenhum concorrente com o mesmo enfoque. “Vimos que a compra coletiva se encaixava perfeitamente nas expectativas dos estudantes ávidos por consumir pela web. Eles são conectados, exigentes e trocam muita ideia. Como a maioria ainda não tem renda consolidada, o valor pago pelo produto ou serviço é, na maioria das vezes, determinante para a compra”, afirma Almeida.

Novos modelos ganham destaque

Fundado em agosto, em São Paulo, as ofertas do Tipland vão desde eletrônicos, ingressos para peças de teatro e festas, promoções em academias de ginásticas a cursos rápidos. “Procuramos criar um mix de ofertas coerentes com o universo jovem. Não nos preocupamos apenas com a quantidade, mas com a qualidade do que é disponibilizado. Além disso, todos os nossos parceiros estão próximos à Consolação, Vila Mariana, Perdizes e Pompeia, locais que concentram os alunos das faculdades que em um primeiro momento desejamos focar. Estudos dizem que universitários gastam 80% da receita perto de casa, do trabalho ou da universidade. Comodidade é fundamental para eles”, diz.
A primeira parceria do site de compras coletivas acaba de ser fechada com a ESPM de São Paulo e as conversas estão adiantadas com a PUC, FGV e Mackenzie. No próximo ano, a meta é triplicar o faturamento mensal, hoje estimado em R$ 30 mil. A curto prazo, está nos planos atender Campinas, Brasília e Rio de Janeiro e atuar por meio de franquias.

Negócios paralelos

Tino empresarial aguçado foi determinante para sucesso de Guilherme Wroclawski, 28 anos, e Heitor Chaves, 26 anos. Eles são sócios do SaveME, agregador líder e pioneiro no país. Em meados de 2010, montaram o Coletivar, que tinha a mesma proposta do Peixe Urbano, Clickon e outros. Mas, pouco antes de colocá-lo no ar, perceberam a força dos concorrentes e decidiram mudar. “Eles estavam mais estruturados em todos os aspectos. Nossa verba era curta e não sabíamos qual seria a maneira correta de tornar o negócio conhecido. Foi assim que surgiu a ideia de criar uma página, na época com o nome de ZipMe, para reunir não só as nossas ofertas, mas as da concorrência. Sabíamos que assim ajudaríamos consumidores que não quisessem ter o trabalho de procurar descontos”, diz Wroclawski.
No começo o serviço era gratuito e os dois iam atrás das promoções para a página. “Era bem trabalhoso, mas a receptividade foi tão boa que resolvemos fechar o Coletivar e investir apenas no SaveMe “, diz.
Em setembro do ano passado, o agregador foi comprado pelo Buscapé, que detém 75% do negócio. Wroclawski e Chaves ficaram com os outros 25% e ainda estão à frente da gestão da empresa. Atualmente, recebem 20 milhões de visitas por mês e têm contrato com 750 empresas, 600 delas no Brasil.
E você? Já pensou em participar do negócio de compras coletivas?
Fonte: Valor Econômico

Negociação: especialista dá dicas de como aprimorar este poder

Veja 4 elementos básicos que devem guiar uma negociação, dentro do Program on Negotiation, da Universidade de Harvard.


Por Infomoney

Ser um bom negociador é fundamental para qualquer profissional; não é um requisito apenas para quem atua na área de vendas. Para conseguir que seu chefe lhe conceda um aumento ou para fazer com que os demais membros da equipe concordem com suas sugestões, por exemplo, você vai precisar ser hábil em negociar.
De acordo com o professor de negociação da FGV e coordenador do MBA em negociação, Glauco Cavalcante, a maioria dos profissionais, sejam eles engenheiros, advogados ou administradores, aprende a negociar por tentativa e erro. Dificilmente são ensinados a negociar na graduação, de forma estruturada.
Para ajudar a desenvolver essa competência ou mesmo aprimorar o que você já sabe, Cavalcante explica os quatro elementos básicos da arte da negociação, elementos estes desenvolvidos pela universidade norte-americana Harvard, dentro de seu programa conhecido como PON (Program on Negotiation - Programa em Negociação).

1. Separar pessoas de problemas - quando as pessoas enfrentam qualquer tipo de conflito, elas tendem a levar para o lado pessoal, o que é um erro. O recomendado é saber separar o lado profissional do pessoal. Se disser a outra pessoa, por exemplo,“você está sendo intransigente”, perceba que utilizou o termo ‘você’. “Quando em uma discussão o profissional utiliza mais de três vezes a palavra você, já é um indício de que está no caminho errado”, explica Cavalcante.

O professor recomenda que se utilize a técnica do papel em branco, que nada mais é do que escrever em uma folha todos os problemas que se deseja resolver em um determinado conflito. Quando o profissional faz isso, ele se torna um “solucionador de problemas”, diz Cavalcante. O ideal é buscar por uma negociação cooperativa e não competitiva.

2. Foco no interesse e não na posição - 'interesse' é tudo aquilo que você quer, ou seja, o que você exige. 'Posição' é o que você genuinamente precisa para atender às suas necessidades. O professor explica que, para ter sucesso em uma negociação, você precisa entender qual a sua posição e a posição do outro e não focar nos interesses de cada um.

Dando um exemplo prático: você quer receber um aumento salarial de 20%, mas seu chefe só quer lhe dar 10%. Observe que o que você exige e o que seu chefe lhe oferece são os interesses de ambos. Cavalcante explica que o profissional tem de entender o que ele realmente quer. Ou seja, será que ele realmente quer o aumento de 20% ou o que ele quer é uma melhora de qualidade de vida, que pode ser resolvida com elementos como benefícios, um plano de carreira mais claro, mais reconhecimento e não necessariamente um aumento salarial?

Quando você entende qual a sua posição, ou seja, o que você genuinamente precisa para atender alguma necessidade, fica mais fácil a negociação. “Muitas vezes uma exigência é fruto de uma outra necessidade, que você deve identificar para atingir seus objetivos”, explica Cavalcante.

3. Inventar opções de ganhos mútuos - a ideia aqui é tentar fazer o “bolo crescer”. Grande parte das pessoas não consegue enxergar que o bolo pode crescer, ou seja, que o que está em negociação não é necessariamente fixo. Um exemplo disso pode ser visto na venda de um carro.

Você quer vender seu carro por R$ 40 mil, o comprador quer pagar R$ 35 mil, depois de muita conversa, vocês ficam entre R$ 38 mil (você aceita) e R$ 37 mil (ele paga). Como, então, aumentar o bolo nesse caso? Cavalcante explica que na conversar é possível descobrir que o vendedor quer vender o carro para comprar uma casa, e o comprador tem uma casa à venda, veja como o bolo cresceu. Agora, a negociação de compra e venda tem um elemento a mais, que vai ajudar a fechar o negócio do carro.

Essa lógica pode ser aplicada em diversas esferas do mundo corporativo, ou seja, você quer um aumento salarial, mas a empresa não quer conceder. Mas e se ela ajudá-lo a pagar um curso de MBA (Master Business Administration), não vai ser interessante? Tente, portanto, criar uma situação para aumentar o bolo e não se prenda a um objetivo fixo.

4. Aprenda a argumentar usando critérios objetivos - Calvancate explica que nem todo argumento é válido. Você pode listar 10 argumentos para atingir seus objetivos em uma negociação, mas nenhum ser útil.

A sugestão aqui é se basear em três elementos: valor de mercado, custo e precedente. Novamente usando o exemplo de aumento salarial, no caso do valor de mercado, mostre que você quer tal aumento porque é mais ou menos isso que estão pagando por um profissional como você, com suas qualificações e experiências.

No que diz respeito ao custo, veja se a sua empresa pode pagar o que você quer e, em relação ao precedente, observe se o aumento que você quer já foi dado para outros funcionários. Basicamente, os argumentos que estão sendo postos devem ser justos.

Chinesa Great Wall Motor inaugura fábrica na Bulgária em fevereiro


Montadora chinesa vai fabricar três modelos no país. Expectativa inicial é vender 2 mil veículos neste ano.
 
 
Great Wall Voleex C10 será produzido na Bulgária (Foto: Divulgação)
Great Wall Voleex C10 será produzido na Bulgária (Foto: Divulgação)
A fábricante chinesa de automóveis Great Wall anunciou, nesta segunda-feira (30), que sua primeira unidade industial na Bulgária será inaugurada no dia 21 de fevereiro. O projeto é uma joint-venture com a companhia local Litex Motors e visa vender 2 mil veículos em 2012.
No entanto, Great Wall e Litex esperam atingir venda anual de 50 mil carros. A fábrica em Lovech vai empregar 2 mil pessoas, de acordo com a montadora chinesa. Após a inauguração, as empresas iniciarão a produção voltada para a exportação na Europa. A construção da planta começou em novembro do ano passado.
A Great Wall Motor já iniciou uma campanha publicitária na Bulgária para os três modelos que serão produzidos no país, o utilitário esportivo H5, a picape Steed 5 e o compacto urbano Voleex C10.
 
Por Do G1, em São Paulo