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Conheça as principais linhas de financiamento do BNDES


Paulo Vitor/ AE
Paulo Vitor/ AE
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) concedeu R$ 49,8 bilhões em crédito para micro, pequenas e médias empresas em 2011, o equivalente a 36% dos desembolsos totais do banco. Foi um recorde. O mesmo volume de recursos já está garantido para 2012.
Quando o BNDES repassa seus recursos diretamente ao projeto financiado, os juros ficam em 10,47% ao ano para pequenas empresas. O valor é resultado da soma da TJLP (6% ao ano), da remuneração do BNDES (0,9% ao ano) e da taxa de risco de crédito (que fica, no máximo, em 3,57% ao ano).

Porém, na maioria das vezes, o BNDES repassa seus recursos para outras instituições financeiras. E os bancos, por sua vez, concedem o crédito mediante cobrança de taxas adicionais sobre os empréstimos e financiamentos. Por isso, os juros de uma mesma linha de crédito podem variar de instituição para instituição. E também de cliente para cliente, dependendo do seu relacionamento com o banco.
Porém, por contarem com subsídio do governo, as linhas de crédito do BNDES costumam ter as menores taxas do mercado. O principal produto que o banco estatal oferece às pequenas empresas é o Cartão BNDES. As liberações do Cartão atingiram R$ 7,6 bilhões em 2011, com aumento de 76% em relação a 2010. Além do cartão, o banco ainda possui linhas de crédito para aquisição de máquinas e materiais, investimentos, capital de giro, exportação e inserção internacional.
Mas antes de recorrer ao crédito, é preciso tomar alguns cuidados. Por mais interessante que seja, um financiamento bancário não pode colocar em risco a saúde financeira da empresa. Segundo o Sebrae, o principal erro cometido por muitos empreendedores é buscar crédito em situações em que a empresa já está em uma fase financeira delicada. Crédito deve ser uma forma de impulsionar o crescimento da empresa, e não um tapa-buraco.
 Outro problema comum quando a empresa pleiteia o crédito é a falta de documentação. A informalidade, o descumprimento das obrigações legais e o desconhecimento fazem com que muitos empreendedores tenham dificuldade de ter crédito aprovado junto aos bancos. Além dos documentos pessoais básicos e da empresa, os bancos também costumam pedir uma declaração de rendimento dos sócios, cópias dos três últimos balanços e as últimas 12 DARF's relativas ao recolhimento do Simples.
No caso do BNDES, a empresa ainda deve comprovar estar em dia com os órgãos e entidades da Administração Pública Federal, não estar inscrito no Cadastro Informativo do Ministério da Fazenda (CADIN) e apresentar as certidões negativas de INSS, FGTS e IR.
Antes de fazer um empréstimo, também é importante calcular o tempo de retorno esperado. Todo o cálculo deve ser feito minuciosamente para que o empresário evite atrasar o pagamento das prestações ou cometa um erro grave, porém, comum: fazer um financiamento para pagar outro.
Confira as principais linhas de crédito que o BNDES oferece às pequenas empresas:
Cartão BNDESO que é: crédito pré-aprovado, de até R$ 1 milhão, para aquisição de produtos credenciados noPortal de Operações do Cartão BNDES. A taxa de juros atual é de 0,97% ao mês.

BNDES Automático
O que é: financiamento, de até R$ 20 milhões, a projetos de implantação, expansão e modernização de empreendimentos, em qualquer setor de atuação.
Prazo de carência: até 6 meses após a data de entrada em operação do empreendimento.

Aquisição de bens de capital
O que é: crédito para compra de máquinas e equipamentos nacionais novos com valor de até R$ 10 milhões.
Prazo de carência: dois anos para aquisição de máquinas e equipamentos e de, no máximo, um ano para aquisição de bens de informática por qualquer tipo de indústria. 

Capital de giro isolado
O que é: recursos usados como capital de giro, limitado em 20% da receita operacional bruta da empresa. Exclusivo para a indústria.
Prazo de carência: de 1 a 12 meses.

Exim Pré-embarque

O que é: crédito para produção de bens e serviços destinados à exportação
Prazo de carência: até 1 ano.

Frank Bettger’s Bestselling Book “How I Raised Myself from Failure To Success in Selling”,


Frank Bettger’s bestselling book, written in 1947, “How I Raised Myself from Failure To Success in Selling”, recaps three significant milestones in his life:

a professional baseball career ending with an injury, the financial struggles endured when he returned to his hometown of Philadelphia, and his ultimate success as an insurance salesman.
When his baseball career came to an abrupt end, Frank made desperate attempts at earning a living first as a bicycle riding bill collector and then as a failing insurance salesman. During the time of his struggles he was a part-time baseball coach at Swarthmore College. While coaching, he was invited to make a public speech. He knew that like most people he was not prepared for this task. To get help in preparing for the upcoming speech Frank went to the Philadelphia YMCA where Dale Carnegie was teaching an early version of his now famous public speaking class.
Bettger in that public speaking class was reminded of an old lesson he learned in baseball – the value of enthusiasm. He went on to make about 40,000 sales calls and earn enough in about thirteen years to have retired at age 42 if he had chosen to. In fact, he purchased a $70,000 estate, which based on inflation since that time would be a $1,000,000 estate in today’s money.
A number of years after Frank Bettger took Dale Carnegie’s course at the YMCA they happened to be on the same train and Carnegie said to him “Frank, I have been giving a series of one week schools sponsored by the United States Junior Chamber Of Commerce (JayCees). Why don’t you come along with me and give some talks on selling. Bettger agreed and they went on to teach courses called “Leadership Training, Human Relations and Salesmanship”.

Later Dale Carnegie convinced Bettger to write the book, ”How I Raised Myself from Failure To Success in Selling” because as Carnegie said, many of the books on salesmanship are written by people who never did any selling at all.

Carnegie’s idea was for Bettger to write a new kind of book on selling, one that would tell precisely what he did to achieve the success he had experienced.
Frank wrote the book that tells the story of his own life. He told how as a poor boy in Philadelphia, who after dropping out of school in the sixth grade, sold papers on the street. His recounting of his eight year baseball career includes the early struggles as well as his successes. Bettger who played under the name, Frank Bettcher, started in the minors and ended his career with the St. Louis Cardinals. The book recounts how he used one idea learned in his baseball playing days to multiply his income many times as a salesman and the importance of planning and organization were to productivity.
How I Raised Myself from Failure To Success in Selling” As well as being a great book on selling, it is also a very entertaining one since the illustrations are from Frank’s real life in baseball as well as the world of selling. Frank’s stumbles and failures are easily understood by any readers who have not achieved the success in selling they seek. But the information about selling he gives can lead to triumphs because it is based on what he did and not on half baked theory.How to achieve your goals
the reader can clearly see that if he applies Bettgers methods for winning people’s confidence thru reason and honesty
Frank Bettger’s book  “How I Raised Myself from Failure To Success in Selling”did not cover a lot about setting long term goals, but he did stress the importance of making plans at the end each week for what he would do the next. The terminology is different but the outcome is the same. He planned his weekly activities to achieve his desired results. That is what goal setting is all about. If you would like a simple guide to you set and reach your goals take a look at this!.

Macro Visão Info 916

 Economia Brasileira 
Indicador de Nível de Atividade da Indústria Paulista encerra 2011 com alta de 0,6%
O Indicador do Nível de Atividade (INA) da indústria paulista encerrou 2011 com um leve aumento de 0,6% em comparação com 2010, informou a Fiesp nesta segunda-feira (30).
Entre os meses de dezembro e novembro de 2011, o índice recuou 0,4%, com ajuste sazonal. Na apuração sem ajuste sazonal, o INA caiu 11,2% em dezembro.
Dentre os setores avaliados pela pesquisa, destacou-se o grupo Produtos Têxteis, com queda de 3,6% no acumulado do ano em comparação a 2010, sem ajuste sazonal.
O grupo de Minerais Não Metálicos apresentou variações negativas de 0,6% em novembro e 0,9% em dezembro, sem ajuste sazonal. Entretanto, no acumulado do ano, o setor registrou alta de 4,9%. O setor de Móveis e Indústrias Diversas também apontou baixas de 3,4% em novembro e 4,5% em dezembro, mas no acumulado de 12 meses foi registrada alta de 5,3%.
O Nível de Utilização da Capacidade Produtiva (NUCI) apresentou índice de 78,8% em dezembro/11, contra 82% em novembro, sem ajuste sazonal. Considerando os ajustes sazonais, o indicador registrou 80,9% em dezembro contra 81,5% em novembro.
Produção Industrial cresceu 0,3% em 2011
A produção física industrial brasileira registrou crescimento de 0,9% em dezembro de 2011, na série com ajuste sazonal. No acumulado de 2011, a produção fabril cresceu apenas 0,3%, bem abaixo dos 10,5% verificados em 2010. O resultado de 2011 reflete o crescimento do setor no primeiro semestre do ano, uma vez que no segundo semestre o setor mostrou desaceleração.
Por categorias de uso, o setor de bens de capital foi o que teve maior expansão no acumulado de 2011 (3,3%). A produção de bens intermediários cresceu 0,3% e os bens de consumo tiveram queda de 0,7%, com maior impacto da queda na produção de bens de consumo duráveis (-2,0%) e em menor proporção em bens não duráveis (-0,2%).
Entre os 27 setores que compõem a pesquisa do IBGE, 15 apontaram crescimento em 2011, com maior destaque para veículos automotores (2,4%) e outros equipamentos de transporte (8,0%). Os destaques negativos vieram dos setores têxteis (-14,9%), outros produtos químicos (-2,1%) e calçados e artigos de couro (-10,4%).
As informações foram divulgadas nesta terça-feira (31) pelo IBGE.

 Economia Internacional 
Renda Real dos Estados Unidos aumentou 0,3% em dezembro
De acordo com o departamento de comércio dos Estados Unidos, a renda real dos americanos cresceu 0,3% em dezembro. Já os gastos pessoais, em termos reais, se mantiveram estáveis em relação a novembro.
A taxa de poupança ficou em 4% no último mês de 2011; em novembro, a taxa havia sido de 3,5%.
Na comparação anual, a renda real disponível variou 0,9% em 2011. Em 2010, a variação havia sido de 1,8%. Já os gastos pessoais avançaram 2,2% em 2011; no ano anterior havia sido 2,0%.
Desemprego na Zona do Euro se mantém em 10,4%
Divulgada hoje (31) pelo Eurostat, a taxa de desemprego, com ajuste sazonal, na Zona do Euro, foi de 10,4% em dezembro, mesmo valor observado no mês de novembro. No mesmo período de 2010, a taxa registrou 9,5%.
Entre os países membros, a menor taxa foi registrada na Áustria (4,1%). Já as maiores foram na Espanha (22,9%) e Grécia (19,2%). Na comparação com dezembro de 2010, a maior queda foi na Estônia (16,1% para 11,3%) e a maior alta se deu na Grécia (13,9% para 19,2%).

 Projeções de Mercado 
Relatório divulgado em 16/01/2012
Mediana - Agregado20122013
Há 4 semanasHá 1 semanaHoje
Comp. Semanal
Há 4 semanasHá 1 semanaHojeComp. Semanal
IPCA (%)
5,32
5,29
5,28
(9)
5,00
5,00
5,00
=
(9)
IGP-DI (%)
4,99
5,01
5,01
=
(1)
4,90
4,90
4,92
(1)
IGP-M (%)
5,08
5,00
5,00
=
(1)
4,81
5,00
4,98
(1)
IPC-Fipe (%)
5,22
5,22
5,22
=
(1)
4,70
4,75
4,80
(2)
Taxa de Câmbio - fim de período (R$/US$)
1,75
1,78
1,80
(1)
1,75
1,75
1,75
=
(8)
Taxa de Câmbio - média do período (R$/US$)
1,79
1,79
1,78
(1)
1,75
1,75
1,75
=
(4)
Meta da Taxa Selic - fim de período (% a a)
9,50
9,50
9,50
=
(7)
10,38
10,25
10,38
(1)
Meta da Taxa Selic - média do período (% a a)
9,69
9,88
9,72
(1)
10,50
10,50
10,50
=
(11)
Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB)
37,35
37,00
36,95
(1)
35,85
35,80
35,80
=
(1)
PIB (% do crescimento)
3,30
3,27
3,27
=
(2)
4,25
4,25
4,15
(1)
Produção Industrial (% do crescimento)
3,43
2,94
3,00
(1)
4,00
4,00
4,00
=
(8)
Conta Corrente (US$ bilhões)
-68,00
-65,90
-65,90
=
(1)
-70,00
-70,00
-70,00
=
(23)
Balança Comercial (US$ bilhões)
17,90
19,60
19,80
 
(2)
11,98
14,50
15,00
(4)
Invest. Estrangeiro Direto (US$ bilhões)
55,00
55,00
55,00
=
(5)
55,00
54,00
55,00
(1)
Preços Administrados (%)
4,50
4,00
4,00
=
(1)
4,50
4,50
4,50
=
(103)

*comportamento dos indicadores desde o último Relatório de Mercado; os valores entre parênteses expressam o número de semanas em que vem ocorrendo o último comportamento ( aumento,  diminuição ou = estabilidade)
Fonte: Banco Central do Brasil - Relatório de Mercado/Focus.
O Boletim Focus é uma pesquisa realizada pelo Banco Central do Brasil com as principais instituições financeiras do País. Todas as estimativas ali apresentadas devem ser examinadas com bastante cautela, pois não significam compromisso do BACEN nem expressam a opinião da FIESP/CIESP.

Economia Brasileira
INDICADORES
Efetivo
Projeções
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Crescimento do PIB (%)
4,0
6,1
5,2
-0,3
7,5
2,8
2,6
PIB Indústria (%)
2,2
5,3
4,1
-5,6
10,4
1,9
2,3
Extrativa Mineral (%)
4,4
3,7
3,5
-3,2
13,6
2,6
2,9
Transformação (%)
1,0
5,6
3,0
-8,7
10,1
0,9
1,5
Construção Civil (%)
4,7
4,9
7,9
-0,7
11,6
3,5
3,5
Serv. Ind. Utilidade Públ. (SIUP) (%)
3,5
5,4
4,8
0,9
8,1
3,9
3,7
PIB Agropecuária (%)
4,8
4,8
6,1
-3,1
6,3
4,0
4,5
PIB Serviços (%)
4,2
6,1
4,9
2,1
5,5
2,9
3,0
Consumo das Famílias (%)
4,5
5,8
5,7
4,4
6,9
3,8
4,0
Consumo do Governo (%)
2,6
5,1
3,2
3,1
4,2
2,0
3,4
Formação Bruta de Capital Fixo (%)
9,8
13,9
13,6
-6,7
21,3
4,9
4,0
Exportações de Bens e Serviços (%)
5,0
6,2
0,5
-9,1
11,5
4,5
-0,2
Importações de Bens e Serviços (%)
18,4
19,9
15,4
-7,6
35,8
11,5
1,5
Setor
Externo
Exportações (US$ bilhões)
137,8
160,6
197,9
153,0
201,9
256,0
253,7
Importações (US$ bilhões)
91,4
120,6
173,0
127,6
181,6
226,2
233,7
Saldo da Balança Com. (US$ bilhões)
46,5
40,0
24,9
25,4
20,3
29,8
20,0
Exportações (%)
16,3
16,6
23,2
-22,7
32,0
26,8
-0,9
Importações (%)
24,1
32,0
43,4
-26,3
42,3
24,6
3,3
Saldo da Balança Comercial (%)
3,4
-13,8
-37,7
2,0
-20,1
47,0
-33,0
Produção Industrial (%)
2,8
6,0
3,1
-7,4
10,5
0,3
1,5
INA - FIESP/CIESP (%)
2,9
6,0
4,3
-8,1
9,9
1,0
1,7
Emprego Industrial SP- FIESP/CIESP (%)
-0,1
4,6
-0,3
-4,5
4,7
0,0
0,5
Emprego Industrial Brasil - IBGE (%)
0,8
3,3
-1,2
-2,4
3,4
-0,1
0,4
Elaboração FIESP/CIESP

Macro Visão Info 917

 Economsileira 
Desemprego na Região Metropolitana de São Paulo
recua em dezembro
A taxa de desemprego na Região Metropolitana de São Paulo em dezembro ficou em 9,0%, recuando em relação à taxa de 9,5% registrada em novembro. O total de desempregados na região em dezembro foi de 968 mil pessoas, 58 mil a menos que o valor do mês anterior.
As informações foram divulgadas nesta terça-feira (31) pela Fundação Seade e pelo Dieese.
Índice de preços ao produtor registra queda de 0,17% em dezembro
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) divulgado pelo IBGE registrou variação negativa de 0,17% em dezembro. Em novembro a variação havia sido positiva em 0,02%. No acumulado de 2011, o índice ficou em 2,61%.
As atividades industriais que sofreram maior redução nos preços em dezembro foram Impressão (-2,89%) e Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos (-2,45%). Já a atividade que teve maior aumento foi Produção de Fumo (1,92%).
No acumulado de 2011, a maior variação ocorreu no setor de Calçados e Artigos de Couro (17,92%) e a menor foi verificada no setor Equipamentos de Informática, Produtos Eletrônicos e Ópticos (-11,82%).

 Economia Internacional 
Zona do euro: expectativa para inflação
anual em janeiro é de 2,7%
De acordo com estimativa preliminar emitida pelo instituto Eurostat nesta quarta-feira (1º), a expectativa para inflação anual em janeiro na Zona do Euro é de 2,7%. Esse mesmo resultado foi apresentado em dezembro/11. Em janeiro de 2010 a inflação anual foi de 2,3%.
A inflação ainda está acima da meta que o Banco Central Europeu (BCE) considera saudável para a economia (abaixo de 2%), mas a expectativa para os próximos meses é de queda da taxa.
A versão final do indicador de janeiro será divulgada no dia 29 de fevereiro.

 Projeções de Mercado 
Relatório divulgado em 16/01/2012
Mediana - Agregado20122013
Há 4 semanasHá 1 semanaHoje
Comp. Semanal
Há 4 semanasHá 1 semanaHojeComp. Semanal
IPCA (%)
5,32
5,29
5,28
(9)
5,00
5,00
5,00
=
(9)
IGP-DI (%)
4,99
5,01
5,01
=
(1)
4,90
4,90
4,92
(1)
IGP-M (%)
5,08
5,00
5,00
=
(1)
4,81
5,00
4,98
(1)
IPC-Fipe (%)
5,22
5,22
5,22
=
(1)
4,70
4,75
4,80
(2)
Taxa de Câmbio - fim de período (R$/US$)
1,75
1,78
1,80
(1)
1,75
1,75
1,75
=
(8)
Taxa de Câmbio - média do período (R$/US$)
1,79
1,79
1,78
(1)
1,75
1,75
1,75
=
(4)
Meta da Taxa Selic - fim de período (% a a)
9,50
9,50
9,50
=
(7)
10,38
10,25
10,38
(1)
Meta da Taxa Selic - média do período (% a a)
9,69
9,88
9,72
(1)
10,50
10,50
10,50
=
(11)
Dívida Líquida do Setor Público (% do PIB)
37,35
37,00
36,95
(1)
35,85
35,80
35,80
=
(1)
PIB (% do crescimento)
3,30
3,27
3,27
=
(2)
4,25
4,25
4,15
(1)
Produção Industrial (% do crescimento)
3,43
2,94
3,00
(1)
4,00
4,00
4,00
=
(8)
Conta Corrente (US$ bilhões)
-68,00
-65,90
-65,90
=
(1)
-70,00
-70,00
-70,00
=
(23)
Balança Comercial (US$ bilhões)
17,90
19,60
19,80
 
(2)
11,98
14,50
15,00
(4)
Invest. Estrangeiro Direto (US$ bilhões)
55,00
55,00
55,00
=
(5)
55,00
54,00
55,00
(1)
Preços Administrados (%)
4,50
4,00
4,00
=
(1)
4,50
4,50
4,50
=
(103)

*comportamento dos indicadores desde o último Relatório de Mercado; os valores entre parênteses expressam o número de semanas em que vem ocorrendo o último comportamento ( aumento,  diminuição ou = estabilidade)
Fonte: Banco Central do Brasil - Relatório de Mercado/Focus.
O Boletim Focus é uma pesquisa realizada pelo Banco Central do Brasil com as principais instituições financeiras do País. Todas as estimativas ali apresentadas devem ser examinadas com bastante cautela, pois não significam compromisso do BACEN nem expressam a opinião da FIESP/CIESP.

Economia Brasileira
INDICADORES
Efetivo
Projeções
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Crescimento do PIB (%)
4,0
6,1
5,2
-0,3
7,5
2,8
2,6
PIB Indústria (%)
2,2
5,3
4,1
-5,6
10,4
1,9
2,3
Extrativa Mineral (%)
4,4
3,7
3,5
-3,2
13,6
2,6
2,9
Transformação (%)
1,0
5,6
3,0
-8,7
10,1
0,9
1,5
Construção Civil (%)
4,7
4,9
7,9
-0,7
11,6
3,5
3,5
Serv. Ind. Utilidade Públ. (SIUP) (%)
3,5
5,4
4,8
0,9
8,1
3,9
3,7
PIB Agropecuária (%)
4,8
4,8
6,1
-3,1
6,3
4,0
4,5
PIB Serviços (%)
4,2
6,1
4,9
2,1
5,5
2,9
3,0
Consumo das Famílias (%)
4,5
5,8
5,7
4,4
6,9
3,8
4,0
Consumo do Governo (%)
2,6
5,1
3,2
3,1
4,2
2,0
3,4
Formação Bruta de Capital Fixo (%)
9,8
13,9
13,6
-6,7
21,3
4,9
4,0
Exportações de Bens e Serviços (%)
5,0
6,2
0,5
-9,1
11,5
4,5
-0,2
Importações de Bens e Serviços (%)
18,4
19,9
15,4
-7,6
35,8
11,5
1,5
Setor
Externo
Exportações (US$ bilhões)
137,8
160,6
197,9
153,0
201,9
256,0
253,7
Importações (US$ bilhões)
91,4
120,6
173,0
127,6
181,6
226,2
233,7
Saldo da Balança Com. (US$ bilhões)
46,5
40,0
24,9
25,4
20,3
29,8
20,0
Exportações (%)
16,3
16,6
23,2
-22,7
32,0
26,8
-0,9
Importações (%)
24,1
32,0
43,4
-26,3
42,3
24,6
3,3
Saldo da Balança Comercial (%)
3,4
-13,8
-37,7
2,0
-20,1
47,0
-33,0
Produção Industrial (%)
2,8
6,0
3,1
-7,4
10,5
0,3
1,5
INA - FIESP/CIESP (%)
2,9
6,0
4,3
-8,1
9,9
1,0
1,7
Emprego Industrial SP- FIESP/CIESP (%)
-0,1
4,6
-0,3
-4,5
4,7
0,0
0,5
Emprego Industrial Brasil - IBGE (%)
0,8
3,3
-1,2
-2,4
3,4
-0,1
0,4
Elaboração FIESP/CIESP

Paulo Skaf vai à Argentina em busca de solução para restrições aos importados

Levantamento da Fiesp e do Ciesp aponta que cerca de 74% das exportações brasileiras para o país vizinho poderá ser afetada

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp)Paulo Skaf, chega a Buenos Aires na noite desta quarta-feira (1), com o objetivo de encontrar soluções para as dificuldades no comércio entre o Brasil e a Argentina.
Medidas restritivas impostas pelo país vizinho e parceiro do Mercosul entraram em vigor neste 1º de fevereiro. Pelas novas regras, os argentinos passaram a exigir informações prévias sobre todas as importações de bens de consumo. A agenda de Skaf em Buenos Aires inclui reunião com empresários e um encontro com o ministro argentino da economia, Hernán Lorenzino.
Nesta quinta-feira (2), às 9h (horário de Buenos Aires), o presidente da Fiesp se reunirá com empresários brasileiros de diversos setores na Embaixada do Brasil na Argentina. Logo após o encontro, Skaf falará à imprensa. Em seguida, se encontrará com o ministro argentino.
“A Argentina é um importante parceiro comercial e vizinho. Precisamos encontrar soluções amigáveis e criativas para essas questões, porque temos muitos interesses em comum. Ninguém pode aceitar essas restrições, até porque elas são prejudiciais para os dois países. Temos que evitar que um projeto tão estratégico como o Mercosul seja ameaçado por medidas unilaterais de seus membros”, afirmou Skaf, horas antes de embarcar.
Para o presidente da Fiesp, o momento é de diálogo e sua visita terá esse perfil. “Não vamos entrar em conflito, muito pelo contrário. Isso só prolongaria e adiaria a resolução dos problemas, que precisam ser sanados com urgência. Devemos encontrar caminhos alternativos de forma amiga, como sempre fizemos”, concluiu.
No encontro com empresários, estão confirmadas as presenças de representantes de companhias como Petrobras, Vale, Gerdau, Itaú, Banco do Brasil, GM, Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Correa e JBS, entre outras. A reunião acontece a partir das 9h (horário local), na embaixada brasileira em Buenos Aires.

Soluções

Skaf acredita que uma saída para dissolver as tensões comerciais seria encontrar setores que precisam ser desenvolvidos na Argentina, mas que já são consolidados no Brasil como, por exemplo, a indústria naval. Os argentinos possuem um potencial ocioso, enquanto a Petrobras precisa comprar navios.
“Conceder uma abertura para que eles construíssem para nós, sempre respeitando, é claro, os índices de nacionalização, não nos prejudicaria e, em troca, poderíamos negociar as questões dos manufaturados brasileiros”, sugeriu.
Levantamento feito pelo Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp indica que cerca de 74% das exportações brasileiras serão afetadas e aproximadamente 5.500 importadores argentinos serão prejudicados com as novas regras.
A medida recém-adotada vem se somar a outros movimentos que prejudicam as relações comerciais entre os vizinhos. Desde o início do novo mandato da presidente Cristina Kirchner, industriais brasileiros vêm sofrendo com restrições argentinas. Entre elas está o aumento no prazo para liberação de licenças não automáticas de importação.
Consulta realizada pela Fiesp indica que em alguns casos o atraso foi superior a oito meses. Setores como o de calçados, máquinas, pneus, autopeças, móveis de madeira, têxteis, fios de cobre, linha branca, ferramentas e parafusos, entre outros, foram os que mais sofreram com a demora exagerada na liberação de suas licenças.
O setor de alimentos também foi impactado pelas medidas protecionistas da Casa Rosada. Produtos como balas, chocolates, queijos, biscoitos e massas alimentícias vêm encontrando problemas com a concessão de certificados sanitários para produtos perecíveis.
Em resposta à consulta feita pela federação, entidades do setor apontam mais de 80 pedidos de certificados sanitários pendentes (alguns há mais de 300 dias), em valores cuja soma supera os US$ 7,5 milhões.
Apesar do empenho dos industriais brasileiros em resolver as questões de forma amigável, o governo argentino tem sinalizado que reforçará a política de substituição de importações por bens produzidos localmente.
Segundo representantes de grandes cadeias de supermercados, o secretário argentino de Comércio Interior, Guillermo Moreno, determinou informalmente que as empresas deixem de importar bens de consumo com similares produzidos em seu país e que mantenham equilíbrio entre suas importações e exportações.

Comércio bilateral
Em 2011, a corrente de comércio entre Brasil e Argentina registrou recorde de US$ 39,6 bilhões, aumento de 17% em relação ao ano anterior. O saldo foi positivo para o Brasil, que apresentou superávit de US$ 5,8 bilhões.


O produto brasileiro com maior participação no mercado de importados da Argentina é o automóvel (16%) que também é a mercadoria que o Brasil mais importa do país vizinho, como mostra a tabela abaixo.


Acredita-se que a tendência da política comercial na Argentina, para este ano, é de agravamento das medidas de controle sobre o comércio e da escalada do protecionismo com o objetivo de resguardar a indústria doméstica e manter o superávit comercial.

Entenda
A partir de 1º de fevereiro, o governo da Argentina passou a exigir dados prévios sobre todas as importações de bens para consumo. As informações deverão ser prestadas à Receita argentina (AFIP), antes mesmo da emissão da ordem de compra, por meio de formulário eletrônico, chamado de Declaração Jurada Antecipada de Importação (DJAI).
Embora o governo argentino venha promovendo reuniões com o setor privado para esclarecer a medida, os detalhes sobre a nova exigência ainda são excessivamente vagos, o que dificulta a plena compreensão sobre seu funcionamento e alcance.
A princípio, a medida atingirá todos os produtos que tenham como destino final o mercado interno argentino, incluindo bens de capital, bens intermediários e partes e peças. As únicas exceções seriam as importações sob regimes especiais, cujo ingresso definitivo na Argentina depende de análises posteriores - como por exemplo, admissão temporária, “depósito armazém” e bens em trânsito.
A Fiesp acredita que o governo argentino precisa de divisas e por isso quer manter o superávit comercial no mesmo nível registrado em 2011, de US$10,9 bilhões. Como a provável queda da safra agrícola, decorrente das secas que castigam o país, deverá afetar as exportações de commodities e a baixa produção hidroelétrica ocasionará aumento de importação de energia, a Argentina precisa recorrer a medidas protecionistas para manter equilibrada sua situação fiscal.
A crise econômica internacional também deve contribuir para a queda no preço das commodities agrícolas, afetando ainda mais a pauta de exportações do país.
Além dos embargos às importações, o governo de Cristina Kirchner anunciou cortes nos subsídios à eletricidade, gás e água. A inflação do país persiste elevada (24,5%) e a expectativa para o crescimento do PIB argentino é de 4% em 2012, isto é, 3,5 p.p. a menos que 2011.


Katya Manira, Agência Indusnet Fiesp