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Pesquisadores desenvolvem moto a jato que deve atingir 680 km/h


Pesquisadores da Universidade de Huddersfield, no Reino Unido, revelaram que trabalharam junto ao inventor britânico Richard Brown no desenvolvimento de uma motocicleta capaz de ultrapassar a velocidade de 680 km/h. Brown, que já deteve o controvertido recorde mundial de velocidade em duas rodas, pretende recuperar seu título chegando aos 680 km/h - sua marca anterior foi de 587 km/h.
O objetivo do trabalho é aprimorar as características presentes em uma máquina batizada como Jet Reaction, que utiliza um motor de helicóptero modificado para atingir velocidades extremas.
Entre os desafios encontrados pelos cientistas está a missão de descobrir como uma motocicleta se comportaria após atingir uma velocidade tão alta. Para chegar a uma conclusão, o time comandado pelo professor Rakesh Mishra realizou uma série de testes aerodinâmicos capaz de definir qual a forma ideal que o veículo deveria ter para manter seu piloto protegido.
Resultados animadores
Ao todo, foram gastos mais de três meses no desenvolvimento de uma análise detalhada do dispositivo. A tarefa foi realizada por um poderoso computador com 12 núcleos de processamento, que trabalhou durante centenas de horas calculando a maneira como o ar interage com objetos que se movem de maneira extremamente rápida.
“O objetivo principal do relatório foi analisar os efeitos aerodinâmicos que acontecem no Jet Reaction conforme ele atinge velocidades superiores a 680 km/h. Esse trabalho excelente mostrou que o design do veículo estava correto, o que vai permitir prosseguir com as próximas etapas de sua fabricação”, declarou Taimoor Asim, especialista em dinâmica de fluídos que ajudou no desenvolvimento do projeto.
A data e o local do teste ainda não estão definidos. A "pista" deverá ser o leito seco de um lago. Bonneville e Verneukpan, na África do Sul, são os mais cotados.

TecMundo e Inovação Tecnológica

Brunswick inaugura fábrica de iates em Joinville (SC)


O Brunswick Boat Group, maior fabricante de barcos de lazer do mundo, inaugura amanhã (09), a primeira fábrica no Brasil. Com uma área construída de 14 mil m², a unidade instalada no condomínio industrial Perini Business Park, em Joinville (SC), produzirá duas marcas de iates: a Bayliner, com modelos de 23 a 35 pés, e a Sea Ray, com barcos que vão de 26 a 41 pés. Os preços de venda variam entre R$ 150 mil e R$ 1,4 milhão.
O investimento de US$ 22 milhões na planta de Joinville é uma das maiores iniciativas de crescimento mundial para a Brunswick nos últimos anos e representa uma plataforma estratégica para a companhia, que tem no mercado brasileiro seu principal foco de expansão na América do Sul.
Os primeiros barcos Bayliner e Sea Ray começaram a ser produzidos em setembro. Com capacidade para produzir até 400 barcos por ano, gerando 180 empregos diretos, a fábrica joinvilense fará nove modelos das duas marcas.
A produção será gradativa até o final do próximo ano para assegurar o treinamento adequado aos funcionários na fabricação de cada modelo. O programa de treinamento garante a vinda de profissionais altamente capacitados dos Estados Unidos, bem como a ida de profissionais com funções-chave para capacitação na matriz.
Diario Catarinense

Vendas de máquinas agrícolas avançam 2,5% no ano


As vendas de máquinas agrícolas no atacado - da montadora para a rede de distribuição - alcançaram volume de 57,8 mil unidades entre janeiro e outubro, crescimento de 2,5% na comparação com igual período do ano passado. Durante a divulgação dos dados pela Anfavea, ontem (07), o vice-presidente da entidade, Milton Rego, comenta os fatores que têm influenciado os resultados do segmento.
“Temos a sazonalidade: neste período começa o acerto de estoque entre fábricas e concessionárias, a redução da taxa de juros do Finame PSI, que o mercado está respondendo bem, os produtores estão capitalizados, as principais culturas têm apresentado números positivos. A situação é boa.”
Já no varejo, o executivo informa que 95% das vendas dependem das linhas de financiamento do BNDES, Moderfrota ou Finame PSI. No caso do PSI, a taxa passou de 5,5% ao ano para 2,5% a.a. até 31 de dezembro. Ele explica que para aproveitar esta redução, o produtor deverá fechar as compras entre 20 e 25 dias antes do fim do desconto, porque este é o intervalo de tempo que os agentes financeiros demoram para concluir os trâmites burocráticos da venda junto ao BNDES e validar o juro menor.
A Anfavea entrou em contato com o governo, mas segundo Rego, não há nenhuma indicação da prorrogação da redução. Segundo as previsões atuais da entidade, as vendas de máquinas agrícolas em 2012 devem igualar-se às do ano passado e fechar com 65,3 mil unidades, sem crescimento. “Se não fosse a redução da taxa, haveria pequeno decréscimo entre 0,5 e 2,0 pontos porcentuais”, revela.
Produção e Exportações
A produção de máquinas avançou 2,6% nos dez meses deste ano sobre igual intervalo de 2011, para 71 mil unidades. Deste total, 54,6 mil são tratores de rodas. Outubro foi o segundo melhor mês de produção do ano, com 7,7 mil unidades, perdendo apenas para março, quando as linhas entregaram 7,9 mil.
Enquanto isso, as exportações registram queda de 11% no ano, para 13,6 mil máquinas. Os impasses com a Argentina, historicamente responsável pela metade das exportações, continuam prejudicando os negócios, segundo Rego. A outra metade concentra-se em outros países da América Latina, principalmente Mercosul. 
“Temos perdido mercados importantes gradativamente, como África do Sul, por questão de competitividade: produtos de países como Índia, Turquia e da Ásia tem mais poder atrativo do que as máquinas brasileiras, que têm custo maior”, diz. 
Nas projeções atuais, a Anfavea espera manter o nível de exportação do ano passado, de 18,3 mil unidades, mas a entidade deve apresentar uma nova previsão de mercado no início de dezembro.
Por Sueli Reis/ Automotive Business

Hyundai inaugura fábrica em SP e acelera produção


Após investir US$ 600 milhões para produzir carros e instalar no Brasil sua sétima operação fora da Coreia do Sul, a Hyundai faz hoje (09) a inauguração oficial de sua fábrica em Piracicaba, no interior paulista, enquanto corre para atender à demanda pelo compacto produzido na unidade, o HB20.
A lista de espera pelo automóvel chega a superar quatro meses, levando a montadora a antecipar há três semanas o segundo turno de produção, antes previsto para o início do ano que vem. A fábrica já usa toda sua capacidade de 34 carros por hora - ou 150 mil unidades por ano - para entregar os veículos o quanto antes.
A demanda surpreendeu e os coreanos esperam agora fechar 2012 com 26 mil carros vendidos. A expectativa inicial girava ao redor de 10 mil automóveis, mas o grupo resolveu acelerar etapas de produção e comercialização, após ver o mercado atingir marcas históricas com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a partir de maio.
Assim, a produção comercial começou no dia 20 de setembro e as vendas no dia 10 de outubro, em uma rede de concessionárias criada para vender apenas o HB20, separando o modelo de Piracicaba dos demais carros da marca importados ou produzidos em Anápolis (GO) pela Caoa. Foi a saída encontrada para preservar o acordo que dá ao grupo brasileiro exclusividade nas importações, além da licença para produção e comercialização dos utilitários montados em Goiás.
Nos 15 primeiros dias úteis de venda, a Hyundai colocou o HB20 na sexta posição dentro de seu segmento: hatch pequeno. Foram 3,3 mil carros emplacados, ou uma média diária de 221 automóveis. A partir de janeiro, o carro começa a ser produzido também na versão crossover (utilitário esportivo). O lançamento do HB20 na versão sedã está previsto para março ou abril.
A Hyundai decidiu investir no Brasil com a meta de abocanhar 10% do mercado, o que lhe permitiria disputar a quarta posição, hoje ocupada pela Ford. Contudo, o objetivo ficou mais difícil depois de o governo brasileiro partir para uma politica automotiva dedicada a fomentar a produção local com obstáculos às importações. A participação de mercado da marca, que fechou 2011 em 3,35%, cedeu para 2,6% com a majoração tributária imposta a veículos importados ao longo de 2012.
A montadora diz estar preparada para as demandas de conteúdo local, investimentos em inovação e metas de eficiência energética estabelecidas no novo regime automotivo, editado no início do mês passado. No entorno da fábrica de Piracicaba, a Hyundai atraiu nove de seus fornecedores na Coreia e ainda fechou contratos com 21 fabricantes de autopeças brasileiros.
Segundo informações da empresa, o índice de nacionalização dos carros supera 75%. Mas ainda assim há espaço para evoluir nesse campo, já que componentes com peso relevante no preço do automóvel, caso do motor e eixos, ainda são importados.
Por Eduardo Laguna/ Valor Econômico

Indústria com inovação eleva vendas ao mercado americano


Com aumento de 20% das vendas aos Estados Unidos, neste ano, a WEG, fabricante de motores, transformadores e geradores elétricos, é um dos exemplos mais bem sucedidos de exploração do mercados dos Estados Unidos: com investimentos regulares de 2,5% de seu faturamento líquido em inovação, constatou que o lançamento de sua nova linha de motores e geradores de maior eficiência coincidiu com o estabelecimento de novas e mais severas exigências de eficiência energética nos motores elétricos industriais. Só em 2012, o aumento das vendas da empresa aos EUA foi de 20%, calcula o diretor de Finanças e Relações com Investidores da WEG, Lawrence Beltrão Gomes.
"A mudança na regulação começou em 2011, e estávamos com o portfólio de produtos certo na hora certa", diz ele. Após a crise de 2008, as empresas americanas que mantiveram investimentos passaram buscar maior aumento de produtividade; e a WEG, com a política de investir seu capital de giro na manutenção de maiores estoques no mercado americano, pôde aproveitar a demanda. "Já há sinais de arrefecimento do ritmo de aumento da demanda, parte pela própria incerteza das eleições americanas", nota ele.
O item motores, geradores e transformadores elétricos e suas partes teve aumento de 115% nas vendas aos EUA entre janeiro e outubro, em comparação com o mesmo período de 2011. Subiu de 12º para o 6º lugar entre os produtos mais vendidos aos americanos, principalmente com o aumento na venda de partes e peças (94% entre janeiro e setembro). À espera dos desdobramentos das negociações da política economica entre o presidente reeleito, Barack Obama, e o Congresso americano, Gomes diz acreditar que o aumento de competitividade garantido pelo câmbio desvalorizado permitirá "condições estáveis" na demanda pelas máquinas e geradores brasileiros, a partir do último trimestre deste ano.
Menos otimista está o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato. "Queria estar mais otimista, mas o bom resultado se deve a projetos pontuais de algumas empresas", diz ele. "Quando olhamos o valor acumulado de janeiro a setembro, a exportação do setor eletroeletrônico aos Estados Unidos cresceu 49,7%", informa. "Mas não dá para ficar muito animado porque no primeiro trimestre crescemos 60%; no segundo 19,7% e no terceiro houve queda de 13,4%."
Barbato atribui a queda nas vendas de eletroeletrônicos brasileiros nos EUA ao vencimento de contratos firmados no ano passado. "Esperava que nossa competitividade estivesse melhorando no mercado americano", lamenta. "Ainda é cedo para tirar conclusões."
Valor Economico

Apesar dos incentivos, indústria produz menos


Depois de oito pacotes e dezenas de medidas, a indústria vai terminar 2012 sem recuperar o fôlego. A última projeção do mercado é de que a produção tombe, no ano, 2,31% — com a ressalva de que não será surpresa se esse número piorar até dezembro. Os dados do setor ainda apresentam situações contraditórias: enquanto o faturamento cresce a boas taxas no acumulado de 12 meses até setembro, o ritmo de produção e o emprego encolhem.
Os preços, tanto no atacado quanto no varejo, com exceção de automóveis e produtos de linha branca, não cedem ou continuam a subir. Para economistas, os benefícios concedidos, até o momento, serviram apenas para ampliar margens de lucro. Não se converteram em ganho de competitividade ou preço mais baixo para os consumidores. Enquanto as empresas não conseguem aumentar a competitividade, o trabalhador perde o emprego.
Os números do setor, apesar de qualquer medida, ainda não justificam tirar da gaveta novos projetos de investimentos. As fábricas, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), têm operado cerca de 20% abaixo da capacidade máxima, mesmo depois de todos os estímulos dados. Portanto, avaliam representantes do setor, não há necessidade de ampliação: há muita margem ociosa para trabalhar. "As medidas para a indústria ajudaram a recuperar a margem de lucro, mas isso não significa que a indústria vá produzir mais", critica Alessandra Ribeiro, economista da Tendência Consultoria. "O governo, no fundo, já sabia disso. Alguns benefícios vieram mais para aumentar a rentabilidade do que para ajudar no desempenho do setor", constata.
Técnicos do governo têm argumentado que as más perspectivas da indústria são fortemente contaminadas pelos resultados de setembro, um mês ruim devido ao excesso de fins de semana e feriados, o que é atípico. O último trimestre, na visão de técnicos da equipe econômica, promete números melhores.
Para alguns especialistas, porém, os efeitos sobre a produção não se limitam a um mês. E poderiam ser diferentes caso as medidas adotadas pelo governo tivessem outro escopo. Elas são consideradas pontuais demais frente ao tamanho dos problemas que precisam ser resolvidos. Devolver a competitividade para o Brasil e evitar a desindustrialização, explicam, não são coisas que se façam apenas com dólar alto frente ao real e juros baixos. Esses dois fatores, avaliam, têm de ser vistos apenas como um começo e, no caso do dólar, um auxílio momentâneo. Aliás, ponderam, não existe país forte com moeda fraca.
Oferecer desonerações para setores da economia é sempre positivo, porém, apenas atenua falhas estruturais causadas, muitas vezes, pelo peso da mão do Estado, que tem sido o responsável por boa parte da falta de competitividade brasileira. Os impostos cobrados sobre a produção e os investimentos reduzem a chance de os produtos brasileiros fazerem frente aos preços norte-americanos, europeus e chineses.
Menor consumo
Um dos sinais de hesitação no radar da indústria é a desaceleração do consumo interno. Mesmo com a letargia da produção, essa demanda continua a crescer, porém não está mais no auge e tem perdido força mês após mês em função do endividamento das famílias. Ao mesmo tempo, o custo da mão de obra avança a passos largos, com reajustes anuais de dois dígitos para diversas categorias. O mercado externo, para onde deságua uma parte considerável da produção brasileira, está travado pela crise na Europa, por barreiras alfandegárias na Argentina e pelo crescimento modesto dos Estados Unidos.
"As empresas brasileiras não conseguem competir porque os preços no comércio internacional caíram bastante", explica o presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo, Alfredo Bonduki. "O dólar ajudou principalmente na exportação. Houve desoneração e incentivos, mas isso ainda não foi suficiente para fazer frente aos preços na China", queixa-se.
As medidas, alertam especialistas, tendem a ter eficácia cada vez menor quando se insiste em alguns pontos. "Você não consegue utilizar o mesmo truque já utilizado em 2009. As medidas de agora têm se mostrado um tiro n"água. Mas o governo parece convencido, pelo menos, de que também precisa estimular o crescimento via investimentos, e não apenas o consumo", afirma o economista João Luiz Mascolo, sócio da gestora de ativos SM Management.
Por Victor Martins e Deco Bancillon/ Correio Braziliense

Mudança no ICMS começa em janeiro


Ponto de naufrágio de todas as propostas de reforma tributária apresentadas nas duas últimas décadas, a mudança no Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) começa a ser posta em prática na virada do ano. A partir do dia 1.º de janeiro, produtos importados passam a recolher 4% do imposto nas transações em que ingressarem por um Estado e forem consumidos em outro.
A tributação atualmente em vigor é de 12% ou 7%, o que estimula algumas unidades da Federação a conceder descontos com o intuito de atrair empresas, alimentando um tipo específico de guerra fiscal, a guerra dos portos. A redução para 4% em todo o País acaba com a razão de ser dessa disputa.
O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) fará uma reunião extraordinária hoje (07) para aprovar detalhes técnicos e operacionais da mudança. Estados mais prejudicados com o fim da guerra dos portos tentaram utilizar a falta de regulamentação como pretexto para adiar a entrada em vigor das novas regras, mas a tendência é que desistam. "Não há clima para o adiamento", informou o secretário de Fazenda do Maranhão, Cláudio Trinchão, que é coordenador do Confaz.
Há possibilidades de a regulamentação ser aprovada na semana que vem principalmente porque, segundo a análise das áreas jurídicas dos Estados, o fim da guerra dos portos entrará em vigor com ou sem a aprovação do detalhamento pelo Confaz. "Se não tiver decisão, cada Estado aplicará conforme seu entendimento", explicou ao Estado o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Concordância
Ele acredita, porém, que um acordo será possível porque há razoável consenso entre os Estados sobre como calcular a nova alíquota nas operações interestaduais.
"Há concordância do ponto de vista técnico, temos um consenso da ordem de 95%", concordou o coordenador de Administração Tributária da Secretaria de Fazenda de São Paulo, José Clóvis Cabrera. Ele também acredita que a regulamentação será aprovada na semana que vem.
Só há dúvida sobre como determinar o conteúdo local das mercadorias. O principal instrumento legal sobre o fim da guerra dos portos é a Resolução 13, aprovada pelo Senado em maio. De acordo com ela, paga 4% de ICMS interestadual a mercadoria 100% importada e aquela que tiver menos do que 40% de conteúdo local.
A dúvida dos secretários de Fazenda é como tributar uma peça, por exemplo, que seja 100% importada, mas após utilizada represente 20% de uma máquina. Há sobre a mesa duas opções: considerá-la importada em toda a cadeia de produção, pois ela ingressou no País como mercadoria importada, ou levar em consideração seu peso em cada etapa de produção.
A primeira opção seria mais simples de aplicar, a segunda seria mais precisa. É basicamente isso que os secretários vão votar hoje (07).
Se os secretários chegarem a um acordo, ficará faltando apenas uma etapa para a regulamentação ficar completa: a divulgação, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da lista de produtos sem similar nacional.
De acordo com a Resolução, esses produtos continuarão pagando as alíquotas de 7% e 12%. Há uma expectativa de que a lista seja analisada na reunião da Câmara de Comércio Exterior (Camex), marcada para o dia 13 de novembro.
Por Lu Aiko Otta/ O Estado de S.Paulo