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SEO e marketing digital, como usar estas estratégias?

Por Enio Klein
Hoje, as expressões da moda nos ambientes de negócio são SEO e Marketing Digital. Nós escutamos em toda a parte que são eles que garantem o sucesso da empresa e são os motores das vendas. Afinal, o que significam estas buzzwords? 

SEO, do inglês Search Engine Optimization, significa “processos de otimização dos websites” para que estes se tornem mais sensíveis às pesquisas nos buscadores, em particular, o Google. Isso quer dizer que os websites precisam ser construídos em função destas técnicas. São elas que permitem aos gurus do Marketing Digital postarem anúncios precisos de acordo com os conteúdos buscados pelos internautas. 

Outro aspecto do Marketing Digital é a exploração das redes sociais através das segmentações por preferências em anúncios segmentados. Tanto no marketing de conteúdo quanto no marketing de segmentação nas redes sociais, ambas são disciplinas do mesmo Marketing Digital, que têm por objetivo a geração do que se chama neste ambiente de “leads”. Mas, afinal, o que são estas “moscas brancas” no cenário de vendas? São pessoas que representam potencial de comprar produtos ou serviços que você anunciou. 

Daí para frente, começa outro imenso trabalho que é reter este potencial dentro do seu site até que ele compre ou que seja conquistado. E é aí onde tudo se perde. Fala-se muito em gerar o tal lead, mas se discute muito pouco sobre o processo de vendas que irá convertê-lo em dinheiro. No fim do dia, as campanhas de Marketing Digital só terão valido a pena se o resultado em dinheiro for compensador. Caso contrário, de nada terão adiantado os belos algoritmos e sofisticadas técnicas utilizadas pelos novos criativos do Marketing Digital. 

A má notícia é que modelos de venda da década de 80 não funcionam mais neste ambiente dinâmico que vivemos, onde o lead chega as vendas, principalmente nos processos assistidos por vendedores. É fácil perdê-lo. E quando isto acontece, todo aquele investimento em adquiri-lo vai para o ralo. E como resolver o problema? 

Primeiro, lembrando-se a todo instante que uma coisa é a geração de demanda bem feita e outra é a execução da venda. Da mesma forma que há técnicas e práticas que fazem da atividade do Marketing Digital o grande sucesso que é, faz-se necessário utilizar métodos igualmente eficazes para auxiliar tanto no funil gerenciado pelo comércio eletrônico, quanto no processo de vendas sob a responsabilidade de profissionais. Deixar o lead a solta, sem um gerenciamento efetivo do processo, significa aumentar o risco de abandono. A consequência é desastrosa: além de perder o potencial cliente, depois de ter conseguido atraí-lo, ainda o entrega de bandeja à concorrência. 

Pessoalmente, tive a experiência de construir junto com um de nossos clientes um ambiente onde um Método de Vendas apoia os agentes comerciais que monitoram o site de comércio eletrônico e intervém toda vez que um determinado processo fica parado em algum lugar, seja qual for o motivo, desde uma dúvida até um problema de crédito. O objetivo é aumentar a taxa de conversão que vem caindo por conta do aumento na quantidade de leads gerados pelo Marketing Digital.

Marketing e vendas sempre tiveram lá suas desavenças, mas nesta nova época, não podem mais se dar ao luxo de não se integrarem, assim como as aplicações de tecnologia que suportam estas atividades. As empresas nunca dependeram tanto destas pessoas e da tecnologia para crescer. Já está na hora de construir estratégias integradas e não existem mais barreiras da tecnologia para fazê-lo. Neste novo jogo, quem fizer isto primeiro, ganha!

Por Enio Klein, gerente geral nas operações de vendas da SalesWays no Brasil e professor nas disciplinas de Vendas e Marketing da Business School São Paulo.

Fonte: administradores.com.br


Catálogo eletrônico, a revolução no relacionamento entre o marketing e o canal de vendas

Por Rafael Rojas Filho

Diariamente imagens, animações, vídeos, banners e fotos são criados pelas áreas de marketing e trade da indústria para aumentar a exposição dos produtos nos diversos canais de divulgação. No entanto, até agora, as equipes de vendas que atuam diretamente no PDV dependiam de catálogos impressos para esta apresentação. Com isso, o tempo e custo do percurso entre a criação e a utilização, sempre tornaram o processo muito pouco eficaz.

A chegada dos tablets abriu espaço para a criação do conceito de catálogo eletrônico. Com ele, as equipes de vendas diretas (da própria indústria) ou indiretas (atacadistas e distribuidores) passarão a receber todos os materiais produzidos pela indústria para apresentação de produtos e ativação de campanhas ou ações comerciais, diretamente no ponto de venda. Isso permitirá a ampliação das informações da indústria dirigidas ao varejista, mas principalmente vai agregar diferenciais que mudarão definitivamente esta forma de trabalho, como agilidade, praticidade, qualidade, flexibilidade e redução brutal de custos.

As áreas de marketing ou trade poderão fazer com que qualquer iniciativa esteja nas mãos das equipes de campo em questão de minutos. Tudo isso com uma economia que pode chegar a 90%, se comparado com os custos do catálogo em papel.

Já para a área comercial, o catálogo eletrônico contribuirá para vendas mais assertivas. O vendedor aumentará a confiança do varejista com as informações apresentadas (imagens, vídeos e banners), dando a ele o suporte adequado para composição do melhor mix para sua loja.

O relacionamento entre o marketing e o canal de vendas passa a contar com uma linha direta para apresentação das ações desenvolvidas. Desde uma ação comercial que precisa ser ativada, a montagem de um display, planograma, fotos e textos explicativos sobre características de um produto ou categoria, tudo pode ser executado de maneira mais eficaz com o uso do catálogo eletrônico e a dinâmica entre as duas áreas.

Todas as iniciativas citadas evidenciam o que muitas companhias já observam na prática, que o uso do catálogo eletrônico faz com que todo o processo de vendas seja mais dinâmico, transparente e econômico para a própria indústria e mais eficiente para os profissionais de marketing que nela atuam.

GE investirá US$ 1,3 bilhão no Brasil até 2016


GE investirá US$ 1,3 bilhão no Brasil até 2016
Centro de Pesquisas Global. Ilustração GE Centro de Pesquisas Global. Ilustração GE

Após revisar seus planos de investimentos no Brasil, a GE definiu três prioridades: localização, novas plantas e projetos de infraestrutura. Esse tripé receberá US$ 1,3 bilhão até 2016.
“Não há dúvidas do nosso entusiasmo com o Brasil. Há 93 anos fazemos história aqui e queremos possibilitar a evolução da infraestrutura local a passos largos”, disse o CEO da companhia, Jeff Immelt, durante passagem pelo país, de 1º a 3 de maio para visitas a clientes.
Considerando o plano de investimento 2011-2016, o aporte em localização será  dedicado a aumentar a presença de componentes nacionais da GE. A parcela a ser investida em novas plantas permitirá à empresa crescer sua operação em todos os negócios, em unidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
“Todos os negócios da GE são fundamentais para o crescimento na região. Ao longo dos últimos anos, a GE expandiu seu portfólio em todas as áreas, está simplificando seus processos e trabalha para transformar as oportunidades da América Latina em crescimento para a companhia”.
Após revisar seus planos de investimentos no Brasil, a GE definiu três prioridades: localização, novas plantas e projetos de infraestrutura. Esse tripé receberá US$ 1,3 bilhão até 2016.

“Não há dúvidas do nosso entusiasmo com o Brasil. Há 93 anos fazemos história aqui e queremos possibilitar a evolução da infraestrutura local a passos largos”, disse o CEO da companhia, Jeff Immelt, durante passagem pelo país, de 1º a 3 de maio para visitas a clientes.

Considerando o plano de investimento 2011-2016, o aporte em localização será  dedicado a aumentar a presença de componentes nacionais da GE. A parcela a ser investida em novas plantas permitirá à empresa crescer sua operação em todos os negócios, em unidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

“Todos os negócios da GE são fundamentais para o crescimento na região. Ao longo dos últimos anos, a GE expandiu seu portfólio em todas as áreas, está simplificando seus processos e trabalha para transformar as oportunidades da América Latina em crescimento para a companhia”.

Petrobras não tem problema de caixa, afirma Graça


A presidente da Petrobras, Graça Foster, negou que a estatal tenha atrasado o pagamento a fornecedores. Em audiência na Câmara dos Deputados, Graça disse que a companhia tem caixa de US$ 20 bilhões e que todos os compromissos estão sendo honrados.

“Um pleito feito a Petrobras não significa uma dívida da Petrobras, e 2012 foi o ano que mais pagamos aditivos. Se a Petrobras estivesse inadimplente, não teria feito a captação que fez. Ela capta para ter crescimento. Pleito não é aditivo. O mérito tem que ser julgado”, disse Graça.

A presidente da estatal voltou a defender a determinação de uso de conteúdo local para estimular a indústria nacional de equipamentos na área de exploração de petróleo e disse que os principais investimentos da companhia estão caminhando, apesar das dificuldades.

O complexo petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) tem 53% da sua obra física realizada e plano de ser entregue em abril de 2015. Segundo Graça, ainda precisa ser feita a remoção de famílias para liberar a conclusão da rodovia que permitirá a entrada de equipamentos. Em 2011, a obra recebeu investimento de R$ 2,32 bilhões, saltando para R$ 4,6 bilhões no ano passado. Até abril deste ano, foram desembolsados R$ 2,31 bilhões. A previsão é chegar ao total de R$ 7,3 bilhões durante todo ano.

A Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que está atrasada, chegou ao patamar de 75% de suas obras concluídas. Perguntada sobre a atuação internacional da Petrobras, Graça disse que a companhia “não pretende sair 100% da Argentina”.

Ela admitiu ter “constrangimento das perdas que os acionistas da Petrobras tiveram” após capitalização em 2010, mas afirmou que os papéis da companhia têm registrado forte desempenho no longo prazo. Segundo Graça, trabalhadores que colocaram o FGTS na Petrobras no ano 2000 tiveram alta de 526% de seus rendimentos até este mês, enquanto o rendimento do FGTS foi de 83% neste mesmo período. “De setembro de 2010 para cá [data da capitalização da Petrobras], houve perda, mas foi uma perda menor”, comentou.

Graça destacou que a Petrobras tem 14 refinarias no Brasil e que essa estrutura tem ajudado a equalizar as operações de refino de unidades internacionais da companhia, conforme mudanças no cenário econômico mundial.

Valor Economico

Aker Solutions inaugura pedra fundamental de nova planta no Paraná


A Aker Solutions lançou na quarta-feira (22) a pedra fundamental de uma nova planta no Paraná, que dobrará a capacidade de produção de equipamento submarino no Brasil. Localizada na cidade de São José dos Pinhais, a planta entrará em operação em 2015, e substituirá a atual fábrica de equipamentos submarinos.

O presidente executivo da Aker Solutions, Øyvind Eriksen, e o presidente das operações brasileiras da empresa, Luis Araujo, participaram da cerimônia que lançou a pedra fundamental no novo terreno. Representantes do governo local também participaram do evento.

“O Brasil é um mercado muito importante para a Aker Solutions e esta nova fábrica fortalecerá o nosso fornecimento de equipamentos submarinos,” diz Araujo.

A nova instalação terá aproximadamente 1,200 funcionários e gerará 5.000 empregos entre os fornecedores. A planta será construída em um terreno de 168.220 metros quadrados.


Contrato com a Petrobras

A Aker Solutions está ampliando sua capacidade de produção após vencer um contrato em abril para entrega de equipamento submarino à Petrobras. O contrato, no valor de R$ 1.600 milhões, é para o fornecimento de 60 conjuntos de poço com árvores de natal verticais, sistemas de controle submarinos, ferramentas e peças de reposição a serem usadas pela Petrobras no desenvolvimento de campo do pré-sal em águas profundas no Brasil.

“As previsões para a indústria brasileira de óleo e gás são muito promissoras e estamos comprometidos com o desenvolvimento de nosso potencial de produção e conteúdo local,” diz Araujo.

Desenvolvimento em Macaé

No ano passado, a Aker Solutions começou a construir uma nova planta de serviço para seu negócio de equipamentos de perfuração em Macaé, 180 quilômetros a nordeste do Rio de Janeiro. A planta, programada para abrir em 2014, ampliará a capacidade da empresa de atender ao mercado de perfuração em rápido crescimento no Brasil. A Aker Solutions também está localizada no Rio de Janeiro e em Rio das Ostras no Brasil.

A Aker Solutions, estabelecida no Brasil desde 1978, emprega atualmente 1.400 pessoas no país. A empresa é líder no fornecimento de equipamento submarino e serviços no mercado offshore do pré-sal no Brasil. Também fornece tecnologia de processo para refinamento e superfície, sistemas de amarração e carga offshore, sistemas de perfuração em águas profundas e serviços de intervenção submarina.

A Aker Solutions fornece produtos, sistemas e serviços para campo de petróleo aos clientes da indústria de óleo e gás ao redor do mundo. O conhecimento e a tecnologia da empresa vão do reservatório à produção e passam pelo ciclo de vida de um campo.

A Aker Solutions reúne engenharia e tecnologia para a perfuração, desenvolvimento de campo e produção na indústria de óleo e gás. A empresa emprega aproximadamente 28 000 pessoas em mais de 30 países. Aplicamos o conhecimento para criar e usar tecnologias que apresentam soluções aos nossos clientes.

Aker Solutions ASA é a empresa-mãe do grupo, que consiste de várias pessoas jurídicas separadas. Aker Solutions é usada como a marca registrada comum à maioria dessas empresas. Em 2012 a Aker Solutions agregou receitas anuais de aproximadamente R$ 16 bilhões. A empresa está listada na Bolsa de Valores de Oslo.

Subsídio não salva safra nordestina 2013/14


A notícia de que o Governo Federal concedeu o subsídio de R$ 12 por tonelada aos produtores nordestinos afetados pela seca amenizou apenas em parte o problema vivido na região. Isso porque no último ciclo, apenas em Pernambuco, a falta de chuva provocou a redução de cerca de 23% da cana disponível, gerando queda no faturamento de até 29% em relação ao safra anterior.
O ano mudou, mas o clima não. A estiagem vivida neste início de ano comprometeu seriamente a safra 2013/14, mantendo os representantes em alerta. “Com certeza teremos redução neste ciclo. O impacto foi na mortalidade das socorrias. Assim, além da perda produtiva, também antecipou a necessidade do replantio de muitas áreas. A renovação dos canaviais acontece normalmente de seis em seis safras, período médio da vida da planta. Os estados mais afetados foram Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte”, aponta Alexandre Andrade Lima, presidente da Unida — União Nordestina dos Produtores de Cana. 

André Ricci, da Redação


Apesar do incremento no número de certificações, ainda é difícil entrar no mercado europeu


Desde sua criação, em abril de 2011 até agora, 29 usinas sucroenergéticas, das quais 27 são brasileiras e duas australianas foram certificadas pela Bonsucro, iniciativa global que avalia a sustentabilidade dos produtos fabricados a partir da cana. Isso significa que mais de dois bilhões de litros de etanol de cana-de-açúcar foram produzidos no mundo com o selo da Bonsucro. “Um avanço tão rápido só foi possível graças a uma cultura corporativa já estabelecida nas empresas, assim como um controle estruturado dos processos sobre o tema”, afirmou o gerente de Sustentabilidade da Unica.
Em 2011, a certificação tornou-se exigência para as empresas que exportam o biocombustível para a União Europeia e, desde então, usinas brasileiras começaram a aderir aos padrões. Segundo Natasha Schwarzbach (foto), chefe de engajamento da Bonsucro, com isso, além conquistar mercado, as usinas podem ter ganhos em reputação, agregar valor à marca, e contribuir para uma produção com mais respeito ao meio ambiente e aos consumidores.
Entretanto a certificação por si só não aumentou a quantidade exportada para a União europeia. “Embora o Brasil já tenha etanol certificado de acordo com padrões exigidos pelos europeus, o volume importado pela Europa ainda é irrisório, pois a tarifa de importação é muito elevada”, afirmou a assessora sênior da Presidência da Unica —União da Indústria da Cana-de-Açúcar para Assuntos Internacionais, Géraldine Kutas, ao participar de um evento na Holanda no mês passado.
Para a entrada do etanol brasileiro no mercado norte-americano como combustível avançado, é exigido um certificado que comprove que o produto está dentro das normas da Renewable Fuel Standard (RFS-2), um conjunto de regras que regula a produção e a utilização de biocombustíveis no território americano. O selo é emitido pela agência de proteção ambiental americana (EPA). Segundo o Ietah, atualmente, mais de 100 usinas do Brasil já receberam o registro para exportar o combustível aos Estados Unidos.

Fabiana Marques, de Ribeirão Preto, SP