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Açotubo anuncia parceria com a Tupy

Açotubo anuncia parceria com a Tupy
O Grupo Açotubo anunciou que fechou parceria com a Tupy, uma das maiores indústrias de fundição da América Latina. A nova linha de conexões irá atender as áreas industriais, construção civil, petróleo e gás, usinas, agrícola e insumos.

"A união das empresas líderes de mercado proporciona, além de qualidade, uma disponibilidade maior de produtos aos clientes", afirma Fernando Del Roy, gerente corporativo de marketing do Grupo Açotubo. "O Grupo Açotubo possui uma distribuição forte e atuante na área do varejo. E a linha da Tupy se encaixa perfeitamente tanto para o perfil do pequeno varejo, quanto para as médias e grandes empresas", finaliza.

Hoje o Grupo Açotubo é a maior distribuidora do Brasil, atua nas linhas de tubos e barras de aço, conexões, trefilados, tubos e chapas de inox, sistemas de ancoragem e prestação de serviços industriais.


Fonte: Revista TN Petróleo, Redação

Petrobras compra 1ª carga de GNL de Angola

Petrobras compra 1ª carga de GNL de Angola
A Petrobras concluiu na última sexta-feira (14), a compra do primeiro carregamento de Gás Natural Liquefeito (GNL) de Angola. A operação comercial foi feita com a Sonangol, empresa estatal angolana, e a carga com 160 mil m³ de GNL, volume equivalente a 96 milhões de m³ de gás natural, saiu do porto de Soyo, em Angola, neste domingo, 16/06, no navio metaneiro (navio-tanque que transporta GNL) Sonangol Sambizanga, em direção ao Brasil.

O processamento e a liquefação do gás natural para embarque foram feitos pelo consórcio Angola LNG em uma unidade industrial de tratamento de gás natural construída para aproveitar os recursos da produção offshoreangolana por meio de uma parceria entre as empresas Sonangol, Chevron, BP, ENI e Total.

Esta é a primeira carga de GNL produzida pela Angola LNG. A entrega do combustível angolano no Brasil deverá ser feita no Rio de Janeiro, onde será regaseificado no Terminal da Petrobras na Baía de Guanabara e injetado na malha de gasodutos da Companhia para atender ao mercado interno brasileiro, suprindo, principalmente, a demanda termelétrica.

Com essa aquisição, a Petrobras diversifica seu portfólio de fornecedores, conferindo maior flexibilidade e segurança ao suprimento de gás natural no Brasil e estabelece uma parceria comercial importante no continente africano.

“Essa parceria com a Sonangol é importante para a Petrobras, pois aumenta o leque de opções da Companhia para aquisição de GNL no mercado internacional, ampliando as fronteiras de produção e transporte de gás natural por longas distâncias, o que contribui fortemente para o dinamismo desse mercado”, explica o diretor de Gás e Energia da Petrobras, Alcides Santoro.


Fonte: Agência Petrobras

Produção brasileira de aço bruto apresenta aumento de 5,5% em maio

A produção brasileira de aço bruto em maio de 2013 foi de 3,0 milhões de toneladas, alta de 5,5% quando comparada com o mesmo mês em 2012. Em relação aos laminados, a produção de maio, de 2,3 milhões de toneladas, apresentou alta de 3,8% quando comparada com maio do ano passado. Com esses resultados, a produção acumulada em 2013 totalizou 14,1 milhões de toneladas de aço bruto e 10,7 milhões de toneladas de laminados, redução de 3,1% e aumento 0,1%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2012.

Quanto às vendas internas, o resultado de maio de 2013 foi de 2,0 milhões de toneladas de produtos, aumento de 3,4% em relação a maio de 2012. As vendas acumuladas em 2013, de 9,4 milhões de toneladas, mostraram crescimento de 2,5% com relação ao mesmo período do ano anterior.

As exportações de produtos siderúrgicos em maio de 2013 atingiram 608 mil toneladas no valor de 508 milhões de dólares. Com esse resultado, as exportações em 2013 totalizaram 3,9 milhões de toneladas e 2,6 bilhões de dólares, representando declínio de 11,3% em volume e de 16,6% em valor, quando comparados ao mesmo período do ano anterior.

No que se refere às importações, registrou-se em maio o volume de 266 mil toneladas (US$ 342 milhões) totalizando, desse modo, 1,4 milhão de toneladas de produtos siderúrgicos importados no ano, redução de 10,8% em relação ao mesmo período de 2012.

O consumo aparente nacional de produtos siderúrgicos em maio foi de 2,3 milhões de toneladas, totalizando 10,8 milhões de toneladas em 2013. Esses valores representaram alta de 2,2% e 1,0%, respectivamente, em relação aos mesmos períodos do ano anterior.


Fonte: Ascom IABr

Plataforma P-63 sai de estaleiro em Rio Grande

O navio-plataforma P-63 saiu nesta terça-feira (18), do Canteiro Quip/Honório Bicalho, localizado na cidade de Rio Grande (RS), após serem concluídos os serviços de integração dos módulos e comissionamento da plataforma. A P-63 está entre as novas unidades que entrarão em operação em 2013, contribuindo para o aumento da produção de petróleo na Petrobras e o alcance da meta de produção de 2,75 milhões de barris por dia, prevista para 2017.
Com capacidade para processar 140 mil barris/dia de óleo e comprimir 1 milhão de m3/dia de gás, a unidade irá para o campo de Papa-Terra, no pós-sal da Bacia de Campos, operado pela Petrobras (62,5%) em parceria com a Chevron (37,5%).
A P-63 foi convertida em um FPSO a partir do navio-tanque BW Nisa, no Estaleiro Cosco, na China. A unidade chegou ao Brasil em janeiro deste ano para passar pelas últimas etapas de construção. Ao todo foram instalados e interligados 23 módulos da planta de processo. Os serviços  executados pelo consórcio formado pela Quip (Queiroz Galvão, UTC, Iesa e Camargo Correa) e a BWOffshore empregaram, no pico das obras, cerca de 1.500 trabalhadores.
O FPSO P-63 atuará junto à plataforma P-61, primeira do tipo TLWP (Tension Leg Wellhead Plataform) construída no Brasil, que está em fase final de obra em Angra dos Reis (RJ). As unidades compõem o Projeto Papa-Terra, que prevê a perfuração, completação e interligação das unidades a 30 poços produtores de petróleo. Toda a produção da P-61 será transferida para o FPSO P-63, responsável pelo processamento, armazenamento e transferência do óleo extraído.
Em função da necessidade de alteração do layout submarino dos poços, para atendimento a condicionantes do processo de licenciamento ambiental, serão realizadas obras complementares na P-63 na Ilha de Santana, em Macaé (RJ).
Dados Técnicos
- Dimensões do casco (compr. x larg. x alt.): 340 m x 58 m x 28 m
- Acomodações: para 110 pessoas 
- Peso total do Topside (convés/módulos): 18.500 toneladas
- Conteúdo Local da Unidade Estacionária de Produção: 65%
- Produção de Petróleo: 140 mil barris por dia
- Compressão de Gás: 1 milhão de m3 por dia
- Injeção de água: 340 mil barris por dia
- Investimento: US$ 1,3 bilhão
O navio-plataforma P-63 saiu nesta terça-feira (18), do Canteiro Quip/Honório Bicalho, localizado na cidade de Rio Grande (RS), após serem concluídos os serviços de integração dos módulos e comissionamento da plataforma. A P-63 está entre as novas unidades que entrarão em operação em 2013, contribuindo para o aumento da produção de petróleo na Petrobras e o alcance da meta de produção de 2,75 milhões de barris por dia, prevista para 2017.

Com capacidade para processar 140 mil barris/dia de óleo e comprimir 1 milhão de m3/dia de gás, a unidade irá para o campo de Papa-Terra, no pós-sal da Bacia de Campos, operado pela Petrobras (62,5%) em parceria com a Chevron (37,5%).

A P-63 foi convertida em um FPSO a partir do navio-tanque BW Nisa, no Estaleiro Cosco, na China. A unidade chegou ao Brasil em janeiro deste ano para passar pelas últimas etapas de construção. Ao todo foram instalados e interligados 23 módulos da planta de processo. Os serviços  executados pelo consórcio formado pela Quip (Queiroz Galvão, UTC, Iesa e Camargo Correa) e a BWOffshore empregaram, no pico das obras, cerca de 1.500 trabalhadores.

O FPSO P-63 atuará junto à plataforma P-61, primeira do tipo TLWP (Tension Leg Wellhead Plataform) construída no Brasil, que está em fase final de obra em Angra dos Reis (RJ). As unidades compõem o Projeto Papa-Terra, que prevê a perfuração, completação e interligação das unidades a 30 poços produtores de petróleo. Toda a produção da P-61 será transferida para o FPSO P-63, responsável pelo processamento, armazenamento e transferência do óleo extraído.

Em função da necessidade de alteração do layout submarino dos poços, para atendimento a condicionantes do processo de licenciamento ambiental, serão realizadas obras complementares na P-63 na Ilha de Santana, em Macaé (RJ).

Dados Técnicos

- Dimensões do casco (compr. x larg. x alt.): 340 m x 58 m x 28 m
- Acomodações: para 110 pessoas
- Peso total do Topside (convés/módulos): 18.500 toneladas
- Conteúdo Local da Unidade Estacionária de Produção: 65%
- Produção de Petróleo: 140 mil barris por dia
- Compressão de Gás: 1 milhão de m3 por dia
- Injeção de água: 340 mil barris por dia
- Investimento: US$ 1,3 bilhão


Fonte: Agência Petrobras

Honeywell lança tecnologias para salas de controle

A Honeywell apresenta para o mercado tecnologias que, segundo a empresa, transformarão o futuro das salas de controle industriais, incluindo um avançado painel que auxiliará as plantas industriais a gerenciarem melhor os sistemas de controle de segurança cibernética. O novo Cyber Security Dashboard está entre os principais avanços que serão demonstrados esta semana no HUG 2013 - Honeywell Users Group Americas, em Phoenix, nos EUA.

Outras soluções também serão destaque. Entre elas, será apresentado o Experion® Collaboration Station com capacidade expandida, a recém anunciada Premium Platform for Experion Virtualization Solutions, além da última versão do OneWireless™ Network.

Adicionalmente a essas novidades, a empresa também apresentará um console futurista para a plataforma, o Experion Process Knowledge System (PKS) Orion. A ferramenta, que só estará disponível para o mercado em 2014, reduz o desgaste do operador, garantindo design ergonômico aperfeiçoado, um display maior, além de novo alarme luminoso. De acordo com a companhia, o console proporcionará maior mobilidade aos usuários.

“Em muitos casos, a sala de controle do futuro não se limitará a esse ambiente. E esse conceito é perfeitamente ilustrado por meio das tecnologias como o OneWireless, onde o controle se estende para o campo”, explica Jason Urso, chefe de Tecnologia da Honeywell Process Solutions. “Ao mesmo tempo, com o aumento da conectividade, veremos uma necessidade maior por sistemas de gerenciamento de segurança cibernética, como o painel de Segurança Cibernética, e soluções de colaboração, como o Experion Collaboration Station. Essas ferramentas se complementam e garantem à planta maior segurança, confiabilidade, eficiência e sustentabilidade”.


Fonte: Ascom Honeywell

Lobão diz que novas regras acabam com especulação no setor de mineração

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse hoje (18) que o novo marco regulatório para o setor mineral do país vai acabar com a atividade de especuladores no setor. Segundo ele, atualmente há cerca de 178 mil pleitos para exploração mineral no país.

“Hoje é comum ver pessoas físicas portando licenças de pesquisas e até de lavras que não são executadas, tentando vender de porta em porta. São especuladores, enquanto os verdadeiros mineradores sofrem essa concorrência prejudicial. Isso tudo acaba com o novo marco da mineração. Agora, somente pessoas jurídicas com capacidade financeira e técnica poderão ingressar nesse mundo novo que é o mundo da mineração em nosso país”, disse.

Lobão participou, na tarde de hoje, de um encontro de trabalho no Ministério de Minas e Energia para detalhar as novas regras, que foram apresentadas pela manhã em um evento no Palácio do Planalto. O ministro lembrou que a lei atual, de 1967, ficou obsoleta ao longo do tempo e disse que o projeto de lei que será encaminhado ao Congresso Nacional poderá receber contribuições, que serão “muito bem-vindas”.

A proposta que será encaminhada ao Legislativo prevê como regra geral a concessão de blocos de áreas para exploração por meio de licitação ou chamada pública, mas estabelece ainda a possibilidade de autorização para exploração de recursos minerais. Atualmente, as licenças para exploração são concedidas por meio de autorizações.

A licitação será adotada nas áreas definidas pelo Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM), e haverá um título único para pesquisa e lavra. O vencedor do leilão assinará um contrato de concessão que garantirá a lavra dos minérios que forem descobertos. Segundo o novo marco, a licitação será promovida pela recém-criada Agência Nacional de Mineração (ANM).

Poderão participar do processo licitatório somente brasileiros ou sociedades constituídas segundo as leis brasileiras, organizadas na forma empresarial ou em cooperativas. Os critérios de seleção das licitações deverão incluir o pagamento de valores pagos à União pelos concessionários ou no momento da assinatura do contrato de concessão ou na comprovação da descoberta comercial da jazida. Também pode ser adotada como critério de escolha a participação no resultado da lavra ou a execução de um conjunto de atividades a serem executadas pelo concessionário.

Já as chamadas públicas terão um processo mais simplificado, com objetivo de identificar eventuais interessados em uma concessão em áreas não classificadas pelo CNPM como de licitação obrigatória. Onde houver apenas um interessado, será celebrado o contrato de concessão, e, tendo mais de um interessado, será feito um processo público seletivo.

Está dispensada de licitação a lavra de minérios para emprego imediato na construção civil, argilas destinadas à fabricação de tijolos, telhas e afins, rochas ornamentais, água mineral e minérios empregados como corretivo de solo na agricultura. Nesses casos, será adotado o Regime de Autorização de Exploração de Recursos Minerais, com prazo de dez anos, renovável por igual período. Quem receber essa autorização terá obrigação de comunicar a descoberta de outros bens minerais naquela área.

As concessões de lavra outorgadas nos termos da legislação de 1967 continuarão vigentes pelo prazo de 40 anos, prorrogáveis por mais 20 anos sucessivamente.


Fonte: Agência Brasil

Investir no Brasil é caro, diz presidente da Abiquim

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Fernando Figueiredo, afirmou que até 2020 o Brasil deverá ser a quinta nação em termos de faturamento do setor. Apesar do cenário favorável, o dirigente lembrou que aspectos como a carga tributária, a balança comercial e o câmbio impedem um crescimento ainda maior.

Figueiredo explicou que desde a década de 1990 a indústria química cresce 25% acima do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. A área, no entanto, não consegue acompanhar o progresso. O déficit entre o número de importações e exportações cresce 12,8% anualmente. Em 1990, a balança comercial da indústria química era negativa em 1,5 bilhões de dólares; em 2000, 6 bilhões de dólares e, em 2012, alcançou 8,1 bilhões de dólares.

“Caso fossem eliminadas 50% das importações, a indústria química seria capaz de gerar 60 mil novos empregos, realizar investimentos da ordem de US$ 25 bilhões e pagar impostos de aproximadamente US$ 7 bilhões por ano”, salientou Figueiredo durante o encontro reunião da Frente Parlamentar de CT&I (FPCTPI), na última terça-feira (11/06), na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).

O presidente da Abiquim revelou que uma das principais razões para esses números são os altos custos para se investir no Brasil. Segundo ele, a indústria química necessita de grande aporte de capital e, investir no Brasil hoje custa 25% a mais do que na Ásia e 10 % a mais que nos Estados Unidos.

Uma das razões que encarece a produção nacional é a matéria-prima, afirmou Figueiredo. Ele explica que o gás, elemento essencial para o setor, custa quatro vezes mais do que nos Estados Unidos.

Além de matérias primas competitivas em termos de preço, quantidade e prazo nos contratos, o setor também pleiteia a desvalorização da moeda. Para o presidente da Abiquim, o Real valorizado prejudica a balança comercial da área. Segundo ele, as diferenças das desvalorizações entre a moeda brasileira e a desses países asiáticos chega a 40%. “Defendo o dólar a R$ 2,40 para dar mais competitividade aos produtos nacionais”.


Fonte: Redação / Agência