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É possível produzir energia a partir do esgoto?

“Nem sempre é fácil chegar às propriedades rurais. Os endereços são um pouco confusos, não há muitos pontos de referência. Isso muda quando o destino é uma criação de suínos.  Nesses casos, costumamos procurar pelo cheiro, aliás, pelo mau cheiro. Mas naquele dia, não foi isso que indicou o caminho.

Na propriedade de José Carlos Colombari, em São Miguel do Iguaçu, no oeste do Paraná, as coisas são diferentes. O esterco produzido por 3 mil porcos não fica exposto. Tudo é canalizado e segue direto pra um depósito “moderno” e, o mais importante: coberto. É o biodigestor. Incômodo controlado e reaproveitamento inteligente. Difícil imaginar que, bem longe das cidades, alguém tivesse a idéia de usar dejetos para resolver um outro problema: suprir a falta de energia elétrica da propriedade. É isso que seu Colombari faz.

Ele tem uma fábrica de ração, poço artesiano, casa, barracão… Precisaria investir mais na rede elétrica para receber energia suficiente e abastecer toda essa infra-estrutura. Fez diferente. Pesquisou e descobriu que com o gás metano gerado pela decomposição do esterco é possível gerar energia. Em vez de ir para a atmosfera o gás segue por canos até uma outra salinha onde fica um motor de carro adaptado a um gerador.

É fácil entender, basta estabelecer um comparativo: o gás serve de combustível, como se fosse gasolina, ou álcool e faz o motor funcionar. Em vez de rodar os pneus, o gerador é acionado. Com a produção mensal dá pra abastecer 60 casas populares. Nunca mais faltou energia na propriedade de seu Colombari. Além disso, os dejetos digeridos por bactérias têm uma carga poluidora 80% menor e servem de adubo para as pastagens. E as novidades tornaram o criador de porcos, homem empreendedor: ele é o único do Brasil que, além de gerar energia, fornece o que sobra para rede da companhia elétrica do estado onde mora. Inovação que, logo, logo, vai render dinheiro.

-              ‘O senhor ainda não ganhou nada, seu Colombari?’ – lancei a pergunta.
-              ‘Ganhei sim, ganhei muito! O mau cheiro praticamente acabou, minha propriedade polui muito menos e sou um criador que respeita o meio ambiente. Para mim, isso basta. Estou satisfeito!’”


Izabelle Ferrari 

Persistir ou Descontinuar?

PERSISTIR OU DESCONTINUAR?
VIRANDO O JOGO E IMPULSIONANDO NOVOS NEGÓCIOS

Prestes a ser descontinuada, uma das empresas de um grupo empresarial é revitalizada, ajusta seus produtos à nova realidade de mercado, estrutura sua inteligência comercial, recupera suas margens de lucro e torna-se a segunda mais importante do seu setor.

DESCONTINUAR OU REVITALIZAR?

Fomos chamados para atender a uma empresa fabricante de material sanitário que fazia parte de um grupo empresarial paraavaliarmos, num primeiro momento, a viabilidade de recuperação ou recomendarmos sua completa descontinuidade.

Na primeira visita, foi-nos relatada a seguinte situação: O grupo era constituído de duas empresas, sendo que uma delas produzia uma linha de produtos voltados para a construção civil e representava 78% do faturamento total e a outra, do segmento de material sanitário, representava 22% do faturamento e vinha acumulando prejuízos seguidos e crescentes.

Essa empresa deficitária, que em seu período áureo chegou a representar mais de 50% dos negócios do grupo, apresentava ano após ano margens negativas de rentabilidade. Sua sobrevivência só era possível graças ao aporte de recursos da empresa irmã.

O MOMENTO DO DIAGNÓSTICO 

Diante dos fatos relatados e contratada a 1ª fase do trabalho, nossos profissionais elaboraram um minucioso e detalhado diagnóstico, que, na sua conclusão, fundamentou as razões pelas quais a consultoria recomendava a continuidade da unidade de material sanitário. Seria necessário, entre outros, um vigoroso processo de “reconstrução” da cultura e da postura de mercado. Foram 90 dias de trabalho interno e análise de campo.

À empresa, a começar pelo seu quadro diretivo, caberia o compromisso de abrir-se para a inovação e, principalmente, para as mudanças propostas na conclusão do relatório entregue.

Todos os diretores aprovaram as recomendações e a etapa seguinte foi iniciada.

REVISÃO DE ESTRATÉGIAS

A partir daí, todos os aspectos relacionados à comercialização foram substancialmente revistos e ajustados. As mudanças deveriam atender à real necessidade de reconstrução e rentabilização do negócio, independente das resistências já previstas. Era necessário lidar com os fortes “feudos” pessoais internos e trabalhar igualmente os “feudos” liderados por vendedores e representantes com muitos anos de empresa. O grupo de trabalho, formado no início do projeto, foi decisivo para a estabilidade do bom clima interno e a disseminação da nova dinâmica na empresa. Ocorreram importantes mudanças comerciais envolvendo aspectos relacionados à gestão dos negócios, foco e direcionamento seletivo, posicionamento estratégico, estrutura comercial, enxugamento de portfólio, exclusão de clientes fora do perfil da empresa, revisão das políticas comerciais e de preços, política de prospecção permanente, aplicação dos conceitos de “inteligência” na gestão da base de clientes, introdução do geomarketing, criação de indicadores de desempenho, logística de distribuição, política de remuneração da força de vendas, implantação de auditoria comercial permanente e outras ações igualmente importantes e necessárias.
Foram feitos estudos de viabilidade de potencial para todas as 38 regiões de vendas da empresa. Cada um dos 38 profissionais – vendedores, representantes e gerentes – receberam um “projeto de gestão” de suas respectivas áreas de atuação com informações sobre o potencial do setor, a participação dos principais concorrentes e a expectativa de venda e crescimento em cada cliente relacionado.

O estudo de potencial somado à prática dos representantes demonstrou que oito novas áreas deveriam ser abertas e novos profissionais precisavam ser contratados. No oitavo mês de trabalho da consultoria, todas as 46 áreas de vendas estavam instituídas e produzindo regularmente.

A empresa estabeleceu um forte programa de integração com seus representantes espalhados por diferentes regiões do País. Para manter os custos sob controle, a Aga Solutions desenvolveu reuniões semanais com todos os representantes e profissionais de campo, utilizando tecnologia de web-conferência e web-pontos de reunião.

Apesar da distância, o contato entre representantes e empresa ganhou agilidade, eficiência e constância, por meio de encontros virtuais. A comunicação entrou para a rotina da empresa, integrando todo o grupo num discurso único de revigoramento.

NOVA MARCA E INTELIGÊNCIA EVOLUTIVA

Em pouco tempo, recomendamos e acompanhamos o desenvolvimento e lançamento de uma segunda marca da empresa, com estrutura comercial independente. E a inteligência, como fator de evolução competitiva, passou a fazer parte das decisões estratégicas da organização. A nova marca faria parte de uma estratégia de blindagem da marca principal e entraria no segmento ocupado por marcas novas e difusas que estavam indiretamente concorrendo com a marca principal.

A administração de vendas assumiu um papel de inteligência no processo comercial, ou seja, o foco da empresa passou de mercado para cliente, onde para cada cliente foi definida uma estratégia específica, sendo trabalhado dentro de suas particularidades e especificidades.

ESTRATÉGIA COMPETITIVA

Os representantes, entre outras metas, assumiram o compromisso de convidar, coordenar e reunir em suas áreas de atuação grupos de clientes em auditórios regionais, onde nossos consultores apresentavam palestras sobre temas de interesse e aproveitavam para divulgar o novo posicionamento da empresa.

Foram realizadas palestras em 21 regiões diferentes, com média superior a 27 clientes por palestra realizada.

Durante 18 meses, além da prestação de serviços, os encontros também divulgaram a marca e inovações da empresa, por meio de apresentações dos próprios consultores.

Assim, criamos um processo efetivo para o reposicionamento da marca e aproximação dos principais clientes de cada praça com a empresa, a custos reduzidos.

RESPIRANDO MODERNIDADE E CRESCIMENTO

Com todas essas mudanças, a empresa, antes deficitária e problemática, renasceu com vigor, consistência e perspectiva de crescimento contínuo e sustentado. Novos e ambiciosos projetos entraram para as pautas semanais de reuniões. Diretores e gerentes incluíram em suas agendas semanais visitas regulares a clientes e prospects. Assim, uma nova postura e visão de mercado foram assumidas e disseminadas por toda a organização. A lentidão e a rigidez dos diversos níveis de hierarquia deram lugar à integração do grupo e, como consequência, ao desafio e à competitividade.

CONSOLIDAÇÃO E CRESCIMENTO

Nossa participação na “reconstrução” e revitalização dos negócios da empresa, bem como na capacitação dos seus profissionais, ultrapassou todos os objetivos iniciais. A operação, durante o desenvolvimento do projeto, já começou a apresentar margens significativamente positivas.
Decorridos 18 meses, como resultado das mudanças, os acionistas tinham em suas mãos uma nova e promissora empresa, com expressivo crescimento e participação consideravelmente maior no faturamento total do grupo.

Concluído o trabalho e considerando o nível de satisfação dos dirigentes, fomos convidados a desenvolver um projeto de expansão comercial da outra empresa do grupo. 

A história da ex-faxineira que hoje comanda uma empresa com 1,7 mil funcionários

Zica Assis desenvolveu uma fórmula para tratar cabelos crespos e volumosos
Heloisa Helena de Assis, a Zica, começou a trabalhar com 9 anos como babá. Foi faxineira e empregada doméstica, mas nunca desistiu do seu sonho: desenvolver um produto para tratar seu cabelo, crespo e muito volumoso. Depois de dez anos de pesquisa, ela chegou a uma formulação e criou o Instituto Beleza Natural, rede especializada em cabelos crespos e ondulados com 13 salões e 1,7 mil funcionários.
A empresa surgiu de uma necessidade pessoal de Zica. "Eu tinha um cabelo muito crespo, muito volumoso e não entrava pente. E quando eu comecei a trabalhar, as pessoas associavam isso a desleixo", contou. De família humilde, Zica começou a trabalhar cedo. "Meu pai era biscateiro (fazia bicos), minha mãe era lavadeira e eu tinha 13 irmãos. Comecei como babá e não parei mais", lembrou.
Com 21 anos, a empresária resolveu pesquisar o próprio cabelo para entender porque ele era tão volumoso. Foi fazer um curso de cabeleireira na comunidade do Catrambi, na zona norte do Rio de Janeiro. "Eu me encontrei como cabeleireira, mas não encontrei o resultado que queria pro meu cabelo. Mesmo assim não desisti e fui em busca do meu sonho", disse.
Como no curso sempre aparecia alguém para oferecer produtos para alisamento, Zica conseguiu matérias-primas para desenvolver seu produto em casa, na bacia e com colher de pau. "Consegui desenvolver uma formulação que deu jeito no meu cabelo. A fórmula é segredo de estado", destacou.
Mas até chegar na formulação ideal, Zica fez muitos testes no próprio cabelo e perdeu muitos fios. Até o irmão ajudou na fase de pesquisa. "Minha família é muito numerosa e era lei os mais novos obedecerem os mais velhos. O que eu fiz: peguei um irmão para ser cobaia do produto. Como ele era pequeno, obedecia", contou.
Ao descobrir a fórmula do produto relaxante, Zica trabalhava como empregada doméstica e conversou com algumas patroas e com o irmão, que aconselharam a procurar um químico para registrar a formulação. Para colocar o produto em ação, Zica resolveu montar um salão. "Mas como abrir um salão se eu ainda era empregada doméstica com 33 anos? Não tinha um dinheiro no bolso", contou.
A ajuda veio do marido Jair Conde, que vendeu o único bem da família, um Fusca, e do irmão Rogério Assis e da amiga Leila Velez, que investiram R$ 4,5 mil na abertura do negócio. "Com três meses, a fila se formava às 5h da manhã com o salão abrindo às 8h", disse. Hoje, Zica comanda o instituto com salões no Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. O negócio ainda inclui um centro de desenvolvimento técnico e uma fábrica com capacidade de produção de 300 toneladas por mês, que cresce 30% ao ano.


Empresário descobre por acaso fonte de água rara e agora quer faturar R$ 700 mil por mês

Fonte rara descoberta no interior do Paraná se transformou em aposta no concorrido mercado 

A água que brota de um poço artesiano perfurado na cidade de Sobradinho (PR) inicialmente para resolver os problemas de abastecimento da fábrica de iogurtes mantida pelo empresário Osmar Pereira é considerada rara. A água contém vanádio, mineral com propriedades medicinais que ajuda a combater o colesterol, influencia o funcionamento do pâncreas, fígado e até auxilia no combate contra o diabetes. 


No mundo todo, existem pouquíssimas fontes de água vanádica. Há uma famosa na França e em Termas de Ibirá (SP) – há outras em São Paulo e no Paraná, principalmente. Mais difícil ainda é encontrar o produto com índice de pH 10 ou com a concentração de 0,31 mg de vanádio por litro, como é o caso da fonte chamada pelo empresário de Sferriê – em geral, as 'concorrentes' giram em torno de 0,02 mg/l e 0,13 mg/l, segundo o Departamento Nacional de Água Mineral (DNPM).

“Foi muita sorte”, diz Osmar Pereira, que há pouco tempo nem sabia a diferença entre a água mineral para as demais. “Tinha uma mina aqui no laticínio que a gente usava. Um dia desses o pessoal falou: ‘Osmar, acabou a água’. Eu pensei: ‘não pode, temos um reservatório de 100 mil litros’”, lembra o paranaense, que seguiu em direção à mina para investigar o caso. 

Osmar descobriu na nascente uma outra bomba de água, além da sua, com um encanamento seguindo em direção oposta à fábrica. “Fui seguindo o cano e deu no meu tio, que tinha uma propriedade ao lado”, explica ele, que no mesmo dia decidiu furar um poço para resolver a história.

“Aqui, a gente dá um coice numa pedra e já sai água. Por isso, achava que com 30 metros ia resolver. Mas começamos a furar 50 metros e nada, 100 metros, nada. Encontramos só com 230 metros”, relembra Pereira, que mandou com a equipe de perfuração uma amostra do líquido para testes de pureza. “Os caras me ligaram: ‘Osmar, sua água é muito rara, meu Deus do céu’. Foi quando começamos a entender o que era esse tal de vanádio’, afirma.

Inteirado sobre alcance da descoberta, Osmar Pereira, que fatura R$ 3,5 milhões por mês com o laticínio, montou um planejamento com o objetivo de alcançar entre R$ 500 mil e R$ 700 mil por mês com a marca de água Sferriê até o final do ano – atualmente, ele fatura R$ 300 mil com a linha. O empreendedor contratou 20 pessoas e aplicou R$ 5 milhões na construção de um parque para a extração da água. 

“Lançamos duas embalagens, uma delas premium, com 410 ml, e outra tradicional, com 510 ml. Vendemos em hotéis chiques, restaurantes de melhor nível e supermercados do Paraná", conta ele, que nesta semana viaja para São Paulo a fim de tentar um acordo de fornecimento com alguma grande rede nacional. “Recebemos em torno de 30 a 40 emails por dia de gente querendo saber onde pode encontrar a água em São Paulo e nós precisamos ter uma referência”, conta.

Comunicação. É justamente a negociação com o canal de venda o ponto sensível do novo negócio de Osmar Pereira, avalia Adalberto Viviani, especialista no mercado de bebidas da consultoria Concept. “Conseguir um bom ponto de venda e um canal de comunicação com o público vão determinar futuro do empreendimento”, destaca.

Para Viviani, a água do empresário pode ser especial. Mas, até a consolidação do negócio,  ele terá de enfrentar  um caminho longo, principalmente para   convencer o consumidor de que o produto vale a pena. “Esse mercado é muito disputado e, para conseguir espaço, é preciso ter realmente algo especial.  O consumidor em geral não conhece a água vanádica e divulgar o diferencial é o desafio do empresário”, destaca.

Paulo Stark comenta situação da indústria no país

Para o presidente e CEO da Siemens no Brasil, Paulo Stark, o cenário da indústria brasileira é preocupante. O representante comentou a atual situação durante evento realizado no início do mês, na sede da empresa no país, localizada em Jundiaí, SP.

Com a presença de nomes como José Anibal, secretário de Energia do Estado de São Paulo; e Márcio Zimmermann, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia; Stark afirmou que apesar de algumas medidas de incentivo, a situação parece não mudar. "O fator mais preocupante é a questão da desindustrialização brasileira, que apresenta melhora, mas sem uma tendência de desaceleração. Não é um problema fácil de resolver, já que engloba muitos setores. Mas o governo tem mantido uma interlocução com a indústria”.

Já José Anibal apontou que, ao menos no estado de São Paulo, o segmento de bioeletricidade recebe apoio para evoluir. “O setor sucroenergético é um dos que mais trabalha e evoluiu no ponto de tecnológico. Cabe a nós não colocar amarras para essa evolução”, disse.

Em 6 de junho, a Siemens comemorou a entrega da milésima turbina a vapor produzida no Brasil, reunindo diversas personalidades do setor.

Fonte: ProCana Brasil


CEO da Louis Dreyfus renuncia; chefe de operações deve assumir

O presidente-executivo da Louis Dreyfus Commodities , uma das maiores traders agrícolas do mundo, renunciou ao cargo e deve ser substituído por seu chefe de operações, disse a empresa nesta segunda-feira.

Serge Schoen, presidente-executivo da empresa desde 2005, vai deixar o cargo em 30 de junho e será sucedido por Ciro Echesortu, que atualmente é diretor de operações e chefe de comercialização, disse o grupo em um comunicado.

A empresa não deu motivos para a renúncia de Schoen.

A Louis Dreyfus Commodities, uma empresa de capital fechado controlada pela família Louis Dreyfus, é a principal trading mundial de uma série de commodities agrícolas como algodão, trigo, açúcar, arroz e suco de laranja.

Fonte: Reuters


Petrobras deve ter CE como sócio

A presidente da Petrobras, Graça Foster, deve aceitar a proposta do Governo do Ceará de entrar como sócio da refinaria Premium II, a ser construída no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). Essa é a opinião do deputado federal José Guimarães (PT), que afirma estar acompanhando de perto os assuntos referentes ao equipamento. "Eu apoio essa parceria e vou dar minha contribuição para que isso se concretize", diz.

Como noticiou o 'Diário do Nordeste' na edição do último sábado (15), hoje à tarde (17), o governador Cid Gomes se reunirá com Graça Foster na sede da estatal, localizada no Rio de Janeiro.

"Ainda que seja minoritário, será muito importante para o estado entrar como sócio na refinaria, pois poderá opinar e participar das principais decisões", declara Guimarães, ressaltando a sensibilidade da presidente da Petrobras. "Essa sociedade tem tudo para dar certo. A Graça é uma pessoa muito comprometida e deve entender que será positivo ter o Ceará como parceiro", complementa.

Realidade

Para o deputado, não há risco algum para que a Premium II não seja instalada no Ceará, "como prega a oposição", pois o equipamento faz parte do plano de negócios da estatal.
"A refinaria já é uma realidade, está decidido e fim de papo. A Petrobras está recompondo sua condição financeira e, em breve, o projeto vai se concretizar. Tanto é que o governo estadual do Ceará quer entrar como sócio", aponta.

Viagem à Coreia

Cid Gomes deve conversar com Graça Foster sobre a viagem que pretende fazer, no próximo mês, à Coreia do Sul, onde deve se encontrar com empresários da GS Energy Corporation, empresa com a qual a Petrobras assinou uma carta de intenções visando um estudo conjunto para o projeto da Premium II. Os sul-coreanos estão entre os mais cotados para serem os parceiros econômicos da refinaria.

"Essa sociedade tem tudo para dar certo. A Graça é muito comprometida e deve entender que será positivo fazer a parceria".


Fonte: Diário do Nordeste