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Are you waiting for someone else to follow through where you are responsible in your business?

WRITTEN BY STEVE MARR
THURSDAY, 26 JULY 2012

Ezra said, "Arise! For this matter is your responsibility, but we will be with you; be courageous and act" (Ezra 10:4 NASB).
We cannot wait for others to act. No one can, or should, accept your responsibility. Follow through with your customers' orders and service requests. Too often we say we're doing the best we can, or we blame a supplier for a mixup, or we place the shortcoming on the shipping company for late delivery, thinking we have washed our hands of blame for the concern. Remember, the responsibility is yours, period. Accept It.Then act on your responsibility. Don't offer excuses for any service or quality problem. Accept no excuses for not meeting customer commitments. Intervene personally as necessary. Go out of your way rather than ask your customer to bear the consequences. Your customers will be delighted and will come back with more business.

Ecopetrol fecha acordo para comprar fatia em blocos em Santos

A Ecopetrol Óleo e Gás do Brasil, subsidiária integral da colombiana Ecopetrol, fechou acordo para adquirir 30% de participação em três blocos de exploração na bacia de Santos, na costa brasileira.
Os blocos BM-S-72 (anteriormente SM-1100), BM-S-63 (anteriormente SM-1036) e BM-S-71 (anteriormente SM-1035) foram adquiridos da Vanco Brasil Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural Ltda, subsidiária integral da PanAtlantic Energy Group.
"Após essa transação, a PanAtlantic, através de sua subsidiária brasileira, deterá 40% de participação nas concessões e continuará como Operadora da campanha de perfuração de três poços, iniciada em 7 de julho de 2012 com a perfuração do poço Sabia-1X em BM-S-72", afirmaram as empresas em comunicado.
Participações adicionais são mantidas pela Panoro Energy ASA (15%) e pela Brasoil Round 9 Exploração Petrolífera Ltda (15%).
O valor da transação não foi informado em comunicado.
De acordo com a legislação de petróleo brasileira, a transação está sujeita à aprovação da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).
A Ecopetrol criou a subsidiária Ecopetrol Óleo e Gás do Brasil Ltda em 2006.
Os novos blocos da bacia de Santos serão adicionados ao portfólio brasileiro da empresa, que inclui participação nas atividades de exploração offshore em oito blocos localizados nas bacias do Pará-Maranhão, Bacia de Campos e Bacia de Santos.
"Estamos muito satisfeitos com o fato de que a Ecopetrol compartilha nossa visão da Bacia de Santos como estimulante região de exploração e se juntará a nós na campanha de perfuração de 2012", disse o diretor executivo da PanAtlantic, William T. Drennen.
A PanAtlantic tem ativos de exploração em águas profundas no Brasil, África ocidental e Mar Negro.
 
Reuters

Anadarko desiste de vender ativos no pré-sal, diz FT

A petrolífera americana Anadarko arquivou seus planos de vender os ativos no Brasil, depois de não conseguir um preço aceitável, disse a empresa ao jornal britânico “Financial Times”. Segundo a publicação, esse foi o sinal mais recente da perda de entusiasmo das petrolíferas estrangeiras no Brasil, apenas cinco anos depois da descoberta do pré-sal.
A recente revisão das metas de produção da estatal Petrobras e da OGX, empresa do bilionário Eike Batista, trouxeram dúvidas sobre o verdadeiro potencial das reservas do pré-sal. Ao mesmo tempo, os processos e multas movidos contra a Chevron e a sua parceria, a Transocean, após vazamentos na costa carioca, preocuparam os investidores.
E não são apenas esses motivos que justificam o fato de o Brasil não ter concedido nenhuma nova permissão para exploração de petróleo em alto mar desde as grandes descobertas do pré-sal em 2007. As exigências e interferências do governo brasileiro também tornaram o país um destino menos atrativo, diz a reportagem publicada nesta quinta-feira.
O governo insiste em um alto grau de conteúdo local em novas plataformas de produção, o que eleva custos. Enquanto isso, o contexto político torna o Brasil menos atrativo. “Há muito espaço para interferência política no setor de petróleo”, disse um executivo sênior de uma petrolífera à publicação.
Desapontadas, algumas empresas desistem. A Exxon Mobil abandonou seu único bloco no Brasil este ano após perfurar três poços e não encontrar nada. Outras companhias temem em arriscar. Empresas como Statoil, Total e Maersk mostraram interesse nos ativos da Anadarko no pré-sal, avaliados em mais de US$ 3 bilhões, mas não fizeram uma oferta suficientemente alta, disse uma fonte familiar ao assunto ao FT.
Segundo a reportagem, os poucos investidores que se deram bem foram aqueles que investiram no Brasil anos atrás e, agora, tornaram-se parceiros da Petrobras na exploração do pré-sal. Mas mesmo essas empresas temem as exigências do governo para o uso de peças locais nas plataformas, o que cria gargalos e torna tudo mais oneroso.
 
Valor Online

Fibrafort apresenta novidades da lancha Focker 230

A Fibrafort, maior fabricante de lanchas em unidades vendidas no Brasil, apresenta as novidades de customização do modelo Focker 230, um dos campeões de venda do estaleiro catarinense.
Com proposta versátil, o novo equipamento ganhou um motor inboard, além de novas opções de personalização, permitindo o aproveitamento máximo do espaço do cockpit, que agora conta com barzinho e churrasqueira.
A extensa lista de itens opcionais a disposição do proprietário contribuem para tornar o modelo ainda mais moderno e completo, com a possibilidade de fechamento total do toldo, solário de proa, além de complementos de colchão da cabine e do solário de popa.
As novidades incrementam a proposta de lazer a bordo, numa lancha que, apesar de compacta, oferece uma estrutura completa para curtir com muito estilo, os momentos de diversão e relaxamento com a família e os amigos.
 
Ficha Técnica
Focker 230
Ângulo V do casco: 19"
Boca: 2,45m
Calado: 0,36m
Capacidade de passageiros dia/noite: 7/2
Comprimento com opcionais: 7,21m
Comprimentos total standart: 7,0m
Material do casco: Fibra de Vidro
Motorização centro rabeta: 1 x 120HP a 220HP
Peso sem motor: 1027kg
Tanque de água doce: 28L
Tanque de combustível em alumínio de 140L

Chevron diz que espera ser parceira do Brasil em desenvolvimento energético

Oito meses depois do início do vazamento de petróleo no Campo de Frade, a Chevron confirmou que pretende retomar a produção de óleo no local e informou que espera ser “parceira do país no desenvolvimento de seu potencial” energético. A empresa petrolífera parou de produzir petróleo em Frade, na Bacia de Campos, em março deste ano.
Em nota divulgada pela assessoria de imprensa da empresa, a Chevron diz que está “trabalhando com a ANP [Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis] em relação a todas as questões referentes ao Campo de Frade, incluindo o retorno à produção”.
A multinacional informa ainda que respeita o relacionamento com o Brasil e espera “ser um parceiro do país no desenvolvimento de seu potencial como uma superpotência energética”. Na nota, a empresa também diz estar confiante de que sempre atuou de forma “diligente e apropriada” e “em conformidade” com os planos de exploração e de emergência em Frade.
Na terça-feira (17), a ANP informou que a Chevron deve oficializar até o final deste mês o pedido para que a produção de Frade seja retomada pela empresa. A agência também informou que deve divulgar esta semana o resultado das investigações sobre o vazamento de petróleo, com o valor da multa que será cobrada da empresa petrolífera.
 
Agência Brasil

Megacargueiro da Vale volta a operar 7 meses após acidente no MA

O Vale Beijing, um dos maiores navios para carga seca do mundo, com capacidade para 400 mil toneladas, voltou a operar sete meses após ter sido danificado durante seu primeiro carregamento, no Maranhão, informou a operadora sul-coreana STX Pan Ocean.
O acidente de 6 de dezembro no porto Ponta da Madeira, quando o navio apresentou uma rachadura, foi um grande revés para tentativa da Vale de cortar os custos de frete para a China usando uma frota sem precedentes de 35 megacargueiros Valemax.
Segundo a STX Pan Ocean, o megacargueiro deixou o estaleiro em Jinhae, na Coréia do Sul, no dia 1º de julho e está a caminho do Brasil, com chegada ao Maranhão prevista para o dia 8 de agosto, após reparos em um estaleiro sul-coreano.
A empresa informou em comunicado que o navio "devidamente reparado e se encontra a caminho do Brasil para retomar suas obrigações contratuais".
"Durante a estada do navio no estaleiro, foi realizado o reforço estrutural na área onde o problema pontual fora detectado, excedendo inclusive a margem de segurança padrão recomendada pela sociedade classificadora. Foram realizados também todos os subsequentes testes, que comprovaram a eficiência dos reparos, em caráter definitivo", informou a STX Pan Ocean.
A empresa afirmou ainda que que o 2º navio do total de 8 contratados, o graneleiro Vale Qingdao, construído no mesmo estaleiro, realizou seu 1º carregamento no terminal de Ponta da Madeira em junho deste ano sem apresentar qualquer problema, "o que confirma a isenção de culpa pelo acidente tanto do método de carregamento quanto do projeto dos navios”.
A frota dos megacargueiros da Vale, mais competitivos que outras embarcações, pelos ganhos de escala, está ampliando sua atuação no mercado justamente neste momento ruim do setor, alimentando o lobby contrário chinês.
O bloqueio da China a navios de grande porte tem forçado a Vale a transportar minério de ferro para o país a partir de um hub nas Filipinas.
 
G1

Indústria naval vê com reserva desoneração da folha

Valor Econômico

A navegação marítima recebeu com reservas a aprovação na Câmara da medida provisória 563, que garante desoneração de encargos sobre a folha de pagamento para empresas de diferentes setores, incluindo a área naval.
"A situação melhora em termos de custos, mas em alguns segmentos como o de apoio marítimo o Brasil [mesmo depois da desoneração] vai continuar a ser mais caro para operar do que no Golfo do México ou no Mar do Norte", disse Bruno Lima Rocha, presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima (Syndarma).
A situação é motivada por dois fatores, segundo Rocha. O primeiro são os salários das tripulações no Brasil que estão altos. A alta se relaciona com a demanda crescente por oficiais de marinha mercante no país. As empresas de navegação dizem que faltam oficiais para atender a demanda, mas os trabalhadores negam. O outro fator para o Brasil ser mais caro é que a construção naval brasileira ainda fabrica barcos mais caros do que na China ou na Coreia, disse Rocha.
A navegação foi incluída mais tarde nas discussões da MP 563. No início, só a construção naval estava entre os setores beneficiados. Rocha não mencionou qual pode ser o percentual de economia para o setor, mas disse que o apoio marítimo, atividade que atende a indústria de petróleo, terá uma redução mais expressiva do que a navegação de cabotagem, que opera entre os portos. Isso ocorre, segundo ele, porque a mão de obra tem um peso maior no apoio marítimo do que na cabotagem. Para Rocha, a desoneração ajuda, mas não garante a competitividade que todos os segmentos da indústria naval precisam.