This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

Transpetro retoma contratos de 12 navios por R$ 4,2 bi com EAS


Depois de negociações que se estenderam por um ano, a Transpetro chegou a um acordo com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS). A empresa, subsidiária de logística da Petrobras, aceitou retomar a construção de doze navios com o EAS, suspensa desde maio de 2012. Na quarta-feira (22), o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, assinou os contratos que permitem ao estaleiro pernambucano recuperar a encomenda cujo valor total alcança R$ 4,2 bilhões. Os navios fazem parte do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro.

Machado disse que o EAS cumpriu três exigências indispensáveis para a retomada dos contratos: contar com parceiro tecnológico, apresentar um novo cronograma e dar garantia de projeto para a construção dos navios. O EAS vai contar com assistência técnica da japonesa IHI Marine United, divisão de construção naval e offshore da Ishikawajima-Harima Heavy Industries (IHI). A IHI se comprometeu a fornecer os projetos dos doze navios. "A gestão no EAS está no rumo correto", disse Machado.

O estaleiro enfrentou sérios problemas de gestão que se traduziram em baixa produtividade, mas o quadro vem mudando. Em 2011, o EAS teve prejuízo de R$ 1,47 bilhão. No ano passado, o prejuízo do estaleiro caiu para R$ 138 milhões. Em nota, o EAS afirmou que os números refletem o choque de gestão e a reestruturação pela qual o estaleiro vem passando. A aposta é equilibrar o caixa e começar a gerar lucro.

No total, a Transpetro encomendou 22 navios ao EAS por R$ 7 bilhões. Em maio de 2012, a empresa suspendeu os contratos de 16 dos 22 navios depois que o estaleiro ficou sem a assistência técnica da coreana Samsung. Os coreanos eram sócios do estaleiro, mas se retiraram da sociedade em março de 2012. Apesar disso, garantiram os projetos para a construção do primeiro ao sexto navio da Transpetro. As negociações entre a empresa estatal e o EAS se estenderam por todo o segundo semestre e, em novembro, a Transpetro retomou quatro embarcações que faziam parte do pacote cujos contratos haviam sido suspensos. Esses quatro navios também contarão com projeto Samsung. Assim, o EAS manteve em carteira, desde o fim de 2012, dez navios Suezmax com projetos coreanos que serão entregues até o fim de 2016.

O acerto firmado ontem entre Transpetro e EAS vai fazer com que o 22º navio seja entregue três anos e oito meses depois do previsto no cronograma original acertado entre as duas empresas. Os contratos previam a entrega do 22º navio da Transpetro em abril de 2016. Agora a previsão é de que o último navio seja entregue em dezembro de 2019. Machado afirmou que não é possível considerar como atraso o período de um ano ao longo do qual os contratos dos doze navios ficaram suspensos. Ele reconheceu, porém, que o atraso de 21 meses na entrega do primeiro navio construído pelo EAS, o João Cândido, foi determinante para que o cronograma das demais embarcações também atrasasse.

Também pesou para o estabelecimento do novo cronograma o fato de o EAS ter recebido outras encomendas. Machado citou as plataformas P-55 e P-62 e as sondas da empresa Sete Brasil, que terão de ser construídas pelo EAS de forma paralela aos navios. No novo cronograma, será possível construir os navios e as sondas de forma simultânea.

No total, o programa de construção de navios da Transpetro contratou até o momento 46 embarcações. A Transpetro também contratou a construção de 20 empurradores e 80 barcaças fluviais, cujas entregas começam no segundo semestre. A soma dos petroleiros com os conjuntos hidroviários representa investimentos de R$ 11,3 bilhões. Machado disse que até o fim do ano será lançada licitação para construir três navios para transporte de bunker (combustível usado pelos navios). Essas embarcações haviam sido contratadas com a Superpesa, do Rio, mas o contrato terminou cancelado.

Machado disse que graças à estrutura de garantias montada pela Transpetro foi possível receber de forma rápida, via carta de fiança bancária, os adiantamentos que haviam sido feitos para construção dos três navios de bunker que agora voltarão a ser licitados. O Promef completa dez anos em 2014 e até agora foram entregues cinco navios (dois pelo EAS e três pelo Mauá, do Rio). Os próximos navios a serem entregues em 2013 são o José Alencar (Mauá) e o Dragão dos Mares (EAS). Esse é um dos três navios em construção pelo EAS (os outros dois ainda não têm nome). Em 2014, o Mauá vai entregar o navio Anita Garibaldi.

O presidente da Transpetro afirmou ainda que o Promef continua a perseguir a meta de tornar a indústria naval brasileira competitiva, em termos internacionais, em qualidade e preço. Outros dois pilares do programa foram atingidos, segundo ele: construir navios no Brasil e fazê-lo garantindo índices de nacionalização médios de 65%.

Valor Economico.

GranBio busca novos negócios nos EUA

Empresa pioneira na produção de biocombustível de segunda geração no Hemisfério Sul terá base na Califórnia para prospecção e desenvolvimento de novos negócios.


A GranBio está nos Estados Unidos. A empresa inaugurou um escritório na Califórnia que, de acordo com comunicado da empresa, servirá para atuar na prospecção e desenvolvimento de novos negócios, acessando novas tecnologias e estabelecendo parcerias públicas e privadas para a expansão global da companhia.
"A GranBio quer expandir sua presença nos Estados Unidos, onde pretendemos construir uma equipe qualificada e executar nossa estratégia", afirmou, na nota, Alan Hiltner, Vice-Presidente executivo da empresa.
 
A GranBio contratou para a direção-geral da operação norte-americana Vonnie Estes, que foi Vice-Presidente de Planejamento Estratégico e Tecnologia da Codexis e também ocupou a Vice-Presidência de Desenvolvimento Comercial na joint venture DuPont Danisco Cellulosic Ethanol.
 
No início deste mês, a GranBio anunciou que adquiriu 25% de participação acionária da empresa  American Process Inc. (API), em um movimento que, segundo a empresa, marcou a a entrada da GranBio no mercado norte-americano de energia limpa e possibilitaria a GranBio de expandir suas atividades para outros produtos, além do etanol celulósico. Com o acordo, a GranBio passou a ter acesso a uma plataforma proprietária de pré-tratamento de biomassa que possibilita a conversão de açúcar de celulose em uma grande variedade de bioquímicos e biocombustíveis.     
 
A GranBio está construindo uma planta de etanol 2G, em Alagoas, que deve entrar em operação no início de 2014 e terá capacidade de produção nominal de 82 milhões de litros do combustível por ano. 

GranBio abre escritório nos Estados Unidos


Em abril, a GranBio adquiriu 25% de participação acionária da empresa tecnologia limpa American Process Inc. (API).

Nesta quinta-feira (25/4), a GranBio anunciou a abertura de sua operação nos Estados Unidos, com base na região da Baía de São Francisco, no Estado da Califórnia. O escritório americano irá atuar na prospecção e desenvolvimento de novos negócios, acessando novas tecnologias e estabelecendo parcerias públicas e privadas para a contínua expansão global da empresa.
"A GranBio quer expandir sua presença nos Estados Unidos, onde pretendemos construir uma equipe qualificada e executar nossa estratégia", disse Alan Hiltner, vice-presidente executivo da GranBio.
Segundo informações da empresa, a direção-geral da operação ficará a cargo da executiva Vonnie Estes. Antes, ela ocupou a vice-presidência de Planejamento Estratégico e Tecnologia da Codexis e também foi vice-presidente de Desenvolvimento Comercial na joint venture DuPont Danisco Cellulosic Ethanol.
"O histórico de sucesso de Vonnie em multinacionais e empresas start-up demonstra, além de experiência, um espírito empreendedor. Essas são as qualidades que buscamos nesse início da estratégia de expansão global da GranBio”, afirmou Hiltner.
Em abril, a GranBio adquiriu 25% de participação acionária da empresa tecnologia limpa American Process Inc. (API). Com o acordo, a GranBio terá acesso a uma plataforma proprietária de pré-tratamento de biomassa que possibilita a conversão de açúcar de celulose em uma grande variedade de bioquímicos e biocombustíveis.

GraalBio passa a ser chamada de GranBio



img5990
Por conta de problemas com registros anteriores, a GraalBio, empresa responsável pela construção da primeira unidade industrial de etanol celulósico do Brasil, e a sexta no mundo em larga escala, teve seu nome alterado para GranBio.
Segundo informações divulgadas no Valor Econômico, o prefixo Gran passa a denominar todas as empresas da holding GranInvestimentos: GranBio e GranEnergia. Já a família Gradin se mantém como detentora da Graal Participações, holding que tem ações em outras empresas, como a Odebrecht. Destas, apenas a Graal Participações não sofrerá mudança de denominação.
A GranBio deverá finalizar sua usina em dezembro deste ano, com capacidade para produzir anualmente até 82 milhões de litros de etanol de segunda geração. Localizada na cidade alagoana de São Miguel dos Campos, a construção demandará investimentos de R$ 300 milhões, sendo viabilizada pela parceria entre a empresa brasileira com a BetaRenewables e à Chemtex, ligadas ao grupo italiano Mossi&Ghisolfi (M&G), um dos principais fabricantes de embalagens PET do mundo. 
img5991

 

Começando pelo quintal


Pobreza, miséria, exclusão econômica. Desemprego, analfabetismo funcional, exclusão social. Violência.
Somos especialistas em diagnóstico. Temos a capacidade singular de identificar os males que afligem nosso país. Mapeá-los. Catalogá-los. Fazer estatísticas e promover palestras, seminários, simpósios, dissertações, teses e livros.
Após mais de duas décadas de abertura política continuamos reféns do Estado. Depositamos no governo todas as esperanças de uma nação mais justa e equilibrada. O Estado assume este papel etéreo de grande juiz e regulador responsável pela busca do equilíbrio.
Então, passamos a viver uma dicotomia. Ora assumimos que o Estado quebrou, mesmo batendo recordes de arrecadação, ainda assim insuficientes para equilibrar as contas públicas. Enquanto o déficit de transações correntes não for equacionado, enquanto não reduzirmos nossa dependência do capital estrangeiro, enquanto a inflação não estiver sob controle, não poderemos implementar políticas públicas de âmbito social para reduzir as disparidades e desigualdades na distribuição de renda.
Assim, passamos a assumir uma nova retórica: a do Terceiro Setor. Tornamo-nos todos assistencialistas. Do sofá de nossa casa assistimos na TV à grande festa dos artistas em favor de iniciativas como Teleton ou Criança Esperança. Pegamos o telefone, discamos alguns números, fazemos uma doação pecuniária que será debitada oportunamente em nossa conta telefônica e, com isso, amainamos nosso sentimento de culpa. Praticamos esta catarse e voltamos ao nosso copo de uísque. Sentimo-nos cidadãos no exercício da cidadania. Praticamos indulgência moral.
Outros se acastelam em seus escritórios. Reúnem-se em grupos e resolvem constituir uma entidade sem fins lucrativos batizada de Organização não Governamental (ONG). A reboque da inspiração romântica de um Greenpeace, fundam estas entidades e começam uma busca caça-níqueis incessante em defesa de um grupo ou um interesse específico.

Muitas têm caráter relevante. Outras simplesmente não têm caráter. Algumas têm estatuto, princípios, objetivos e metas. Outras se esquivam ao término da primeira ação porque aquela coleta de algumas centenas de quilos de alimentos não perecíveis será suficiente para justificar o mea culpa por longos e longos meses.
Vários entusiastas assumem papéis típicos dos grandes mártires. Geniosos e utópicos, acreditam-se capazes de mobilizar e mudar o mundo. Bradam contra a globalização, contra o imperialismo norte-americano, contra o capital especulativo internacional, como se fosse possível ignorar e negar tais fatos.
E brigam entre si, numa autofagia presunçosa, como se faltassem miseráveis para serem assistidos. Julgam como absurdo o Reino Unido apoiar os americanos em seu ataque ao Iraque, mas não conseguem convergir seus interesses tão comuns porque estão muito preocupados em saber quem será homenageado na entrega do “Prêmio Blá-Blá-Blá”.

Enquanto isso há os que executam uma revolução silenciosa. Aqueles com a nobreza de visão de enxergar em escala reduzida. Pessoas que antes de reclamarem da sujeira exposta nas ruas resolvem varrer calçada e meio-fio em frente à própria residência. Pais que orientam os filhos sobre o perigo e a insanidade das drogas antes de clamarem por ações incisivas por parte da segurança pública. Profissionais que doam uma hora semanal de suas vidas para colocar um nariz de palhaço e fazer uma criança com leucemia sorrir ou que palestram para jovens numa escola pública para levar-lhes a esperança. Empreendedores que capacitam seus próprios empregados, que visitam suas residências e avaliam as condições em que moram.
É claro que estamos diante de uma situação que margeia o risco de rompimento do tecido social. É evidente que esperamos do gestor público maior eficiência e transparência na aplicação de nossos recursos. É óbvio que continuamos a olhar para os dois lados da rua antes de atravessá-la, e para adiante e atrás a fim de avaliar quem de nós se aproxima.

Mas podemos – e devemos – de posse de nosso patrimônio cultural, semear a prática da solidariedade, como uma atividade de nosso cotidiano, inserida em nossas agendas, como conteúdo programático. Não necessitamos esperar a chegada do próximo Natal para nos preocuparmos com a questão da fome. Não precisamos aguardar o advento do inverno para nos sensibilizarmos com o problema do frio. Atitudes admiráveis, honrosas, estão ao nosso alcance agora. Basta cultivarmos e disseminarmos certos comportamentos como profissão de fé.

Ao contrário do que se apregoa, não vivemos num mundo de escassez, mas de abundância. O que existe é suficiente para todos nós e o ganho de uma pessoa não precisa ser a perda de outra. Por isso, livre-se dos excessos. Doe o que não lhe apresenta mais utilidade – roupas, calçados, livros, brinquedos. Doe seu tempo, apenas uma fração dele, em favor de sua comunidade, no uso de seus melhores atributos, de seu ofício. Leia para um idoso, brinque com uma criança, converse com um enfermo. Pinte uma parede de escola, conserte um portão de um posto de saúde. E acima de tudo, compartilhe seu conhecimento.
Não é preciso ir longe. Comece pelo seu bairro, sua rua, seu condomínio. Ou mesmo pelo seu quintal. Começar já é metade de toda a ação. Difundir a prática poderá ser a outra metade.
Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países.


Para pensar

“Não basta saber, é preciso também aplicar;
não basta querer, é preciso também agir”.
Goethe

Aproveite os pequenos momentos


O verdadeiro segredo do sucesso é o entusiasmo. Sim... mais do que o entusiasmo, diria eu que é o interesse em alguma coisa. Gosto de ver as pessoas se interessarem por algo. Quando as pessoas se interessam, sua vida é um sucesso. Você pode fazer qualquer coisa se a fizer com entusiasmo. Entusiasmo no brilho dos olhos, no ritmo de andar, na firmeza com que aperta a mão de alguém, no impulso irresistível da sua vontade e na energia com que põe suas ideias em prática. As pessoas entusiasmadas são guerreiras. Têm força e perseverança. O entusiasmo é a base de todo o progresso. O entusiasmo conduz ao sucesso. A falta de entusiasmo só produz desculpas.

Walter Chrysler, fundador da Chrysler

A recompensa é fundamental para o incentivo e a motivação dos colaboradores

Esta semana abro espaço para falar sobre Remuneração e Incentivos. A jornalista Diana Araújo fez uma matéria sobre este assunto e tenho certeza que irá ajudar os líderes a refletirem sobre estes assuntos de grande importância.
Remuneração é a retribuição pecuniária de um trabalho feito, seja ele bem, produto ou serviço. Incentivos são elementos ligados aos "desejos" de alguém, cuja possibilidade de alcançá-los se potencializa na medida em que realiza algo que lhe foi solicitado.
Dentro das organizações a recompensa das pessoas é um dos elementos fundamentais para o incentivo e a motivação dos colaboradores.  Uma empresa que utiliza tal estratégia percebe um compromisso por parte de seus talentos, que passam a dar importância ao “instinto” de competitividade presente na cultura da empresa.
O coach Homero Reis acredita que “a principal diferença é que remuneração é algo objetivo. O incentivo está no domínio da pessoalidade ou subjetividade. No entanto, uma promessa de remuneração maior pode ser um incentivo, dependendo do tipo de necessidade psicológica que a pessoa está tentando satisfazer.”
Homero defende que os empecilhos na área de remuneração acontecem devido ao atual sistema trabalhista brasileiro. “Nosso sistema legal trabalhista é muito antigo e engessado em termos de novas formas de trabalho, além de ser muito paternalista. Assim, nem tudo aquilo que se pode "contratar" a legislação aceita. Então a coisa fica difícil. Por outro lado, a perspectiva jurídica tem mais informações sobre isso.”
Atualmente, os principais sistemas de remuneração e incentivos que estão sendo adotados pelas organizações no Brasil e no mundo são os sistemas salariais, por mês, hora, dia, etc., podendo ser fixo ou variável.
O coach acredita que para uma empresa adotar um sistema de remuneração por competências e habilidades é preciso: ”ser criativa e inovadora, além de ter um bom assessoramento profissional sobre esse tema. A rigor, todas as organizações podem ter sistemas de remuneração por competência”, afirma.
A principal dificuldade desse modelo de implantação é a cultural. “Tem gente que quer receber sem fazer esforço. Fazer com que as pessoas assumam a gestão de suas próprias vidas, não é uma tarefa fácil“, diz Homero.
Francisco José Lacombre acredita que a remuneração tem um valor simbólico mais forte que o valor financeiro em si. Em seu livro, “Comportamento organizacional”, o autor afirma que: “esta é a razão pela qual o empregado fica desmotivado ao saber que uma pessoa que ele considera ser profissionalmente inferior tem remuneração superior à sua.”
Para o autor, todos os fatores em uma produção precisam ser remunerados e geralmente as pessoas envolvidas precisam ser estimuladas para aumentar a produtividade.
“Pessoas de bom nível, capazes de atuar como equipe, constituem imenso patrimônio para qualquer empresa. Para que isso seja possível, é necessário uma boa administração do sistema de remuneração, instrumento indispensável para atrair e reter bons profissionais e motivá-los a trabalhar em equipe”, afirma Lacombe.
Elaborar um programa de incentivos é fácil, difícil é montar um que realmente funcione e esteja vinculado a objetivos estratégicos. Liderar uma campanha sem levar em conta os objetivos da empresa ou a opinião da equipe pode garantir o fracasso antes mesmo de sair do papel. Confira as dicas para criar um programa eficaz de incentivos:

1.      Estude os objetivos atuais – Antes de lançar um programa de incentivos, considere os objetivos de sua empresa e as estratégias aplicadas para alcançá-los. Você tem tempo, recursos e dinheiro suficientes para organizar um programa de sucesso? A maioria dos programas de incentivos são altamente exigentes em termos de tempo e atenção. Existem até algumas companhias que fazem isso por você, desde que pague, é lógico.

2.      Teste o mercado – Fale informalmente com alguns membros de sua equipe – de preferência, que tenham envolvimento com o programa – e pergunte o que os motivaria. Dinheiro, viagens e mercadorias são os prêmios mais comuns. Escolha a premiação e a estrutura que mais se aproximem dos participantes, da cultura da empresa e, obviamente, traga os melhores resultados.

3.      Estabeleça os objetivos – Dê prioridade às metas e atividades de acordo com os níveis de dificuldade e o valor criado para a empresa. Faça com que a própria equipe participe da criação desses objetivos. Pergunte se os resultados são razoáveis, se eles entendem o porquê disso tudo e se a premiação é suficiente para motivá-los. Outra coisa fundamental é garantir mecanismos claros e justos para medir esses resultados. Líderes têm de ser firmes nesse sentido.

4.      Estabeleça as regras – É muito importante decidir quando um programa começa e termina, quem pode participar, a estrutura da campanha, os objetivos, a premiação e toda e qualquer regra que deva ser obedecida. O segredo aqui é compartilhar isso com todo mundo. Se sua empresa fornece e-mail para os funcionários, então essa é uma ótima ferramenta de comunicação para ser utilizada nesses casos.

5.      Crie um tema para o programa – Um tema apropriado pode reforçar a cultura da empresa, fortalecer o vínculo entre os colaboradores e criar bastante entusiasmo em torno do programa. Uma companhia que trabalhe com coisas relacionadas a futebol pode criar um tema no estilo Copa do mundo, já quem trabalha com carros pode desenvolver algo sobre a Fórmula 1. Novelas e filmes do momento também são boas pedidas.
6.      Escolha os prêmios – Esse passo é mais difícil do que parece. Afinal, o que motiva uma pessoa pode não motivar outra. Como escolher o prêmio certo? O segredo aqui é balancear as coisas: você pode dar uma quantia em dinheiro, duas passagens para qualquer lugar do Brasil, um vale-compra, etc. Mas o importante mesmo é lembrar que cada indivíduo é motivado por fatores diferentes. Descobrir quais são esses fatores é função do líder, pois assim a motivação será muito maior.

Aplicando esses passos, certamente seu programa de incentivos será um sucesso.