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A história da ex-faxineira que hoje comanda uma empresa com 1,7 mil funcionários

Zica Assis desenvolveu uma fórmula para tratar cabelos crespos e volumosos
Heloisa Helena de Assis, a Zica, começou a trabalhar com 9 anos como babá. Foi faxineira e empregada doméstica, mas nunca desistiu do seu sonho: desenvolver um produto para tratar seu cabelo, crespo e muito volumoso. Depois de dez anos de pesquisa, ela chegou a uma formulação e criou o Instituto Beleza Natural, rede especializada em cabelos crespos e ondulados com 13 salões e 1,7 mil funcionários.
A empresa surgiu de uma necessidade pessoal de Zica. "Eu tinha um cabelo muito crespo, muito volumoso e não entrava pente. E quando eu comecei a trabalhar, as pessoas associavam isso a desleixo", contou. De família humilde, Zica começou a trabalhar cedo. "Meu pai era biscateiro (fazia bicos), minha mãe era lavadeira e eu tinha 13 irmãos. Comecei como babá e não parei mais", lembrou.
Com 21 anos, a empresária resolveu pesquisar o próprio cabelo para entender porque ele era tão volumoso. Foi fazer um curso de cabeleireira na comunidade do Catrambi, na zona norte do Rio de Janeiro. "Eu me encontrei como cabeleireira, mas não encontrei o resultado que queria pro meu cabelo. Mesmo assim não desisti e fui em busca do meu sonho", disse.
Como no curso sempre aparecia alguém para oferecer produtos para alisamento, Zica conseguiu matérias-primas para desenvolver seu produto em casa, na bacia e com colher de pau. "Consegui desenvolver uma formulação que deu jeito no meu cabelo. A fórmula é segredo de estado", destacou.
Mas até chegar na formulação ideal, Zica fez muitos testes no próprio cabelo e perdeu muitos fios. Até o irmão ajudou na fase de pesquisa. "Minha família é muito numerosa e era lei os mais novos obedecerem os mais velhos. O que eu fiz: peguei um irmão para ser cobaia do produto. Como ele era pequeno, obedecia", contou.
Ao descobrir a fórmula do produto relaxante, Zica trabalhava como empregada doméstica e conversou com algumas patroas e com o irmão, que aconselharam a procurar um químico para registrar a formulação. Para colocar o produto em ação, Zica resolveu montar um salão. "Mas como abrir um salão se eu ainda era empregada doméstica com 33 anos? Não tinha um dinheiro no bolso", contou.
A ajuda veio do marido Jair Conde, que vendeu o único bem da família, um Fusca, e do irmão Rogério Assis e da amiga Leila Velez, que investiram R$ 4,5 mil na abertura do negócio. "Com três meses, a fila se formava às 5h da manhã com o salão abrindo às 8h", disse. Hoje, Zica comanda o instituto com salões no Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. O negócio ainda inclui um centro de desenvolvimento técnico e uma fábrica com capacidade de produção de 300 toneladas por mês, que cresce 30% ao ano.


Empresário descobre por acaso fonte de água rara e agora quer faturar R$ 700 mil por mês

Fonte rara descoberta no interior do Paraná se transformou em aposta no concorrido mercado 

A água que brota de um poço artesiano perfurado na cidade de Sobradinho (PR) inicialmente para resolver os problemas de abastecimento da fábrica de iogurtes mantida pelo empresário Osmar Pereira é considerada rara. A água contém vanádio, mineral com propriedades medicinais que ajuda a combater o colesterol, influencia o funcionamento do pâncreas, fígado e até auxilia no combate contra o diabetes. 


No mundo todo, existem pouquíssimas fontes de água vanádica. Há uma famosa na França e em Termas de Ibirá (SP) – há outras em São Paulo e no Paraná, principalmente. Mais difícil ainda é encontrar o produto com índice de pH 10 ou com a concentração de 0,31 mg de vanádio por litro, como é o caso da fonte chamada pelo empresário de Sferriê – em geral, as 'concorrentes' giram em torno de 0,02 mg/l e 0,13 mg/l, segundo o Departamento Nacional de Água Mineral (DNPM).

“Foi muita sorte”, diz Osmar Pereira, que há pouco tempo nem sabia a diferença entre a água mineral para as demais. “Tinha uma mina aqui no laticínio que a gente usava. Um dia desses o pessoal falou: ‘Osmar, acabou a água’. Eu pensei: ‘não pode, temos um reservatório de 100 mil litros’”, lembra o paranaense, que seguiu em direção à mina para investigar o caso. 

Osmar descobriu na nascente uma outra bomba de água, além da sua, com um encanamento seguindo em direção oposta à fábrica. “Fui seguindo o cano e deu no meu tio, que tinha uma propriedade ao lado”, explica ele, que no mesmo dia decidiu furar um poço para resolver a história.

“Aqui, a gente dá um coice numa pedra e já sai água. Por isso, achava que com 30 metros ia resolver. Mas começamos a furar 50 metros e nada, 100 metros, nada. Encontramos só com 230 metros”, relembra Pereira, que mandou com a equipe de perfuração uma amostra do líquido para testes de pureza. “Os caras me ligaram: ‘Osmar, sua água é muito rara, meu Deus do céu’. Foi quando começamos a entender o que era esse tal de vanádio’, afirma.

Inteirado sobre alcance da descoberta, Osmar Pereira, que fatura R$ 3,5 milhões por mês com o laticínio, montou um planejamento com o objetivo de alcançar entre R$ 500 mil e R$ 700 mil por mês com a marca de água Sferriê até o final do ano – atualmente, ele fatura R$ 300 mil com a linha. O empreendedor contratou 20 pessoas e aplicou R$ 5 milhões na construção de um parque para a extração da água. 

“Lançamos duas embalagens, uma delas premium, com 410 ml, e outra tradicional, com 510 ml. Vendemos em hotéis chiques, restaurantes de melhor nível e supermercados do Paraná", conta ele, que nesta semana viaja para São Paulo a fim de tentar um acordo de fornecimento com alguma grande rede nacional. “Recebemos em torno de 30 a 40 emails por dia de gente querendo saber onde pode encontrar a água em São Paulo e nós precisamos ter uma referência”, conta.

Comunicação. É justamente a negociação com o canal de venda o ponto sensível do novo negócio de Osmar Pereira, avalia Adalberto Viviani, especialista no mercado de bebidas da consultoria Concept. “Conseguir um bom ponto de venda e um canal de comunicação com o público vão determinar futuro do empreendimento”, destaca.

Para Viviani, a água do empresário pode ser especial. Mas, até a consolidação do negócio,  ele terá de enfrentar  um caminho longo, principalmente para   convencer o consumidor de que o produto vale a pena. “Esse mercado é muito disputado e, para conseguir espaço, é preciso ter realmente algo especial.  O consumidor em geral não conhece a água vanádica e divulgar o diferencial é o desafio do empresário”, destaca.

Paulo Stark comenta situação da indústria no país

Para o presidente e CEO da Siemens no Brasil, Paulo Stark, o cenário da indústria brasileira é preocupante. O representante comentou a atual situação durante evento realizado no início do mês, na sede da empresa no país, localizada em Jundiaí, SP.

Com a presença de nomes como José Anibal, secretário de Energia do Estado de São Paulo; e Márcio Zimmermann, secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia; Stark afirmou que apesar de algumas medidas de incentivo, a situação parece não mudar. "O fator mais preocupante é a questão da desindustrialização brasileira, que apresenta melhora, mas sem uma tendência de desaceleração. Não é um problema fácil de resolver, já que engloba muitos setores. Mas o governo tem mantido uma interlocução com a indústria”.

Já José Anibal apontou que, ao menos no estado de São Paulo, o segmento de bioeletricidade recebe apoio para evoluir. “O setor sucroenergético é um dos que mais trabalha e evoluiu no ponto de tecnológico. Cabe a nós não colocar amarras para essa evolução”, disse.

Em 6 de junho, a Siemens comemorou a entrega da milésima turbina a vapor produzida no Brasil, reunindo diversas personalidades do setor.

Fonte: ProCana Brasil


CEO da Louis Dreyfus renuncia; chefe de operações deve assumir

O presidente-executivo da Louis Dreyfus Commodities , uma das maiores traders agrícolas do mundo, renunciou ao cargo e deve ser substituído por seu chefe de operações, disse a empresa nesta segunda-feira.

Serge Schoen, presidente-executivo da empresa desde 2005, vai deixar o cargo em 30 de junho e será sucedido por Ciro Echesortu, que atualmente é diretor de operações e chefe de comercialização, disse o grupo em um comunicado.

A empresa não deu motivos para a renúncia de Schoen.

A Louis Dreyfus Commodities, uma empresa de capital fechado controlada pela família Louis Dreyfus, é a principal trading mundial de uma série de commodities agrícolas como algodão, trigo, açúcar, arroz e suco de laranja.

Fonte: Reuters


Petrobras deve ter CE como sócio

A presidente da Petrobras, Graça Foster, deve aceitar a proposta do Governo do Ceará de entrar como sócio da refinaria Premium II, a ser construída no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). Essa é a opinião do deputado federal José Guimarães (PT), que afirma estar acompanhando de perto os assuntos referentes ao equipamento. "Eu apoio essa parceria e vou dar minha contribuição para que isso se concretize", diz.

Como noticiou o 'Diário do Nordeste' na edição do último sábado (15), hoje à tarde (17), o governador Cid Gomes se reunirá com Graça Foster na sede da estatal, localizada no Rio de Janeiro.

"Ainda que seja minoritário, será muito importante para o estado entrar como sócio na refinaria, pois poderá opinar e participar das principais decisões", declara Guimarães, ressaltando a sensibilidade da presidente da Petrobras. "Essa sociedade tem tudo para dar certo. A Graça é uma pessoa muito comprometida e deve entender que será positivo ter o Ceará como parceiro", complementa.

Realidade

Para o deputado, não há risco algum para que a Premium II não seja instalada no Ceará, "como prega a oposição", pois o equipamento faz parte do plano de negócios da estatal.
"A refinaria já é uma realidade, está decidido e fim de papo. A Petrobras está recompondo sua condição financeira e, em breve, o projeto vai se concretizar. Tanto é que o governo estadual do Ceará quer entrar como sócio", aponta.

Viagem à Coreia

Cid Gomes deve conversar com Graça Foster sobre a viagem que pretende fazer, no próximo mês, à Coreia do Sul, onde deve se encontrar com empresários da GS Energy Corporation, empresa com a qual a Petrobras assinou uma carta de intenções visando um estudo conjunto para o projeto da Premium II. Os sul-coreanos estão entre os mais cotados para serem os parceiros econômicos da refinaria.

"Essa sociedade tem tudo para dar certo. A Graça é muito comprometida e deve entender que será positivo fazer a parceria".


Fonte: Diário do Nordeste

Açotubo anuncia parceria com a Tupy

Açotubo anuncia parceria com a Tupy
O Grupo Açotubo anunciou que fechou parceria com a Tupy, uma das maiores indústrias de fundição da América Latina. A nova linha de conexões irá atender as áreas industriais, construção civil, petróleo e gás, usinas, agrícola e insumos.

"A união das empresas líderes de mercado proporciona, além de qualidade, uma disponibilidade maior de produtos aos clientes", afirma Fernando Del Roy, gerente corporativo de marketing do Grupo Açotubo. "O Grupo Açotubo possui uma distribuição forte e atuante na área do varejo. E a linha da Tupy se encaixa perfeitamente tanto para o perfil do pequeno varejo, quanto para as médias e grandes empresas", finaliza.

Hoje o Grupo Açotubo é a maior distribuidora do Brasil, atua nas linhas de tubos e barras de aço, conexões, trefilados, tubos e chapas de inox, sistemas de ancoragem e prestação de serviços industriais.


Fonte: Revista TN Petróleo, Redação

Petrobras compra 1ª carga de GNL de Angola

Petrobras compra 1ª carga de GNL de Angola
A Petrobras concluiu na última sexta-feira (14), a compra do primeiro carregamento de Gás Natural Liquefeito (GNL) de Angola. A operação comercial foi feita com a Sonangol, empresa estatal angolana, e a carga com 160 mil m³ de GNL, volume equivalente a 96 milhões de m³ de gás natural, saiu do porto de Soyo, em Angola, neste domingo, 16/06, no navio metaneiro (navio-tanque que transporta GNL) Sonangol Sambizanga, em direção ao Brasil.

O processamento e a liquefação do gás natural para embarque foram feitos pelo consórcio Angola LNG em uma unidade industrial de tratamento de gás natural construída para aproveitar os recursos da produção offshoreangolana por meio de uma parceria entre as empresas Sonangol, Chevron, BP, ENI e Total.

Esta é a primeira carga de GNL produzida pela Angola LNG. A entrega do combustível angolano no Brasil deverá ser feita no Rio de Janeiro, onde será regaseificado no Terminal da Petrobras na Baía de Guanabara e injetado na malha de gasodutos da Companhia para atender ao mercado interno brasileiro, suprindo, principalmente, a demanda termelétrica.

Com essa aquisição, a Petrobras diversifica seu portfólio de fornecedores, conferindo maior flexibilidade e segurança ao suprimento de gás natural no Brasil e estabelece uma parceria comercial importante no continente africano.

“Essa parceria com a Sonangol é importante para a Petrobras, pois aumenta o leque de opções da Companhia para aquisição de GNL no mercado internacional, ampliando as fronteiras de produção e transporte de gás natural por longas distâncias, o que contribui fortemente para o dinamismo desse mercado”, explica o diretor de Gás e Energia da Petrobras, Alcides Santoro.


Fonte: Agência Petrobras