This is default featured slide 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured slide 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

Gasolina, Etanol ou Misturar? Qual rende mais e custa menos?

A atual crise econômica brasileira e o aumento do preço dos combustíveis tem tirado o sono dos motoristas, que sofrem cada vez mais para abastecer seus possantes, onde vale lembrar a recente liberação do aumento de percentual de etanol na gasolina, que chegou ao assustador número de 27%.
Diante desse cenário a velha dúvida surge ao ouvir o frentista questionar: -“Álcool ou Gasolina?”, por isso levantamos essas 2 super dicas que vão te ajudar a abastecer da melhor forma de acordo com o seu automóvel.

1 – CALCULE QUAL É O CONSUMO DO SEU AUTOMÓVEL

A primeira coisa a ser feita é conhecer o seu automóvel e qual é o consumo médio em seu dia a dia independentemente se o seu trafego é em cidade ou estrada, mas lembre-se que o consumo de uma rodagem somente na estrada ou na cidade apresenta resultados diferentes.
Para fazer o cálculo:
  • Vá ao posto de sua confiança e encha o tanque com apenas um combustível;
  • Zere o odômetro parcial;
  • Rode pelo menos 200Km para ter uma boa margem de medição e volte a completar o tanque de combustível;
  • Verifique na bomba quantos litros foram necessários para completar o tanque e no odômetro qual foi a distância percorrida e faça o seguinte cálculo abaixo.Cálculo de Quilômetros por Litro - Connect Parts
Pronto, dividindo o total de quilômetros pelos litros você obtém o famoso rendimento do seu automóvel. Faça este cálculo tanto com o Etanol, quanto com a Gasolina, mas não se esqueça na troca de um para outro deixar o tanque o mais vazio possível (na reserva), pois a presença de percentual considerável do outro combustível no tanque, irá interferir no resultado obtido.

 2 – CONFRONTE OS RESULTADOS OBTIDOS

Vamos utilizar mais um pouquinho de matemática: tendo em mãos o rendimento por combustível, é necessário saber agora qual é financeiramente mais viável e para isso basta seguir os passos abaixo:
  • Divida o rendimento do Etanol (de menor valor) pelo rendimento da Gasolina;
  • Realize a mesma divisão com os valores dos combustíveis, dividindo o valor por litro do Etanol pelo valor por litro da Gasolina.
O valor obtido na divisão de rendimentos é o máximo que o resultado da segunda divisão deverá obter para que seja viável financeiramente o uso do Etanol. Parece um pouco complicado não é? Então vamos fazer uma simulação:Simulação de Cálculo Combustíveis
OBS: Há uma outra forma simplificada bastante adotada entre os motoristas. Com base na média geral de rendimento do etanol nos veículos (que é de 70%), define que quando o valor do Etanol em relação a Gasolina estiver abaixo destes 70% é viável o uso do Álcool, mas como vimos no exemplo acima esse pensamento não é 100% assertivo, afinal o rendimento varia com diversas questões como: o veículo, solo(subidas, descidas, terra, asfalto), calibragem dos pneus, uso do ar condicionado e até o “pé do motorista” .

E MISTURAR? COMPENSA OU NÃO?

Assim como escolher apenas um dos combustíveis, uma pergunta que nunca quer se calar é: “Posso misturar? Vale mesmo a pena?”.
Como a maioria das escolhas a ser tomada, essa também vai depender da vontade do motorista e até mesmo do percurso. Por exemplo, completar o tanque com uma metade de Gasolina e outra de Etanolaumenta um pouco o custo por Km rodado, porém garante um maior tempo até a próxima “visita” ao posto de combustível.
Ex: Em caso de viagens em que o motorista opta por garantir a chegada ao destino e até mesmo até a volta para evitar o abastecimento em beiras de estrada e postos desconhecidos, não só pelo desconhecimento da qualidade do combustível como também para evitar surpresas com os preços, que costumam ser mais altos em estradas.
E aí, gostou das dicas? Se após os cálculos você achar que seu automóvel está consumindo muito, confira a tabela do INMETRO sobre o consumo ideal por modelo clicando aqui, se estiver acima dos valores indicados, teste abastecer em outro posto e ao persistir, a boa e velha visita ao mecânico é necessária. Está tudo em ordem no “coração” do seu carro ou moto? Então dá uma conferida na Connect Parts pra deixar ele ainda mais bonitão por onde passar.

Inglaterra já conta com embarcação autônoma não-tripulada

O C-Worker 7 tornou-se a primeira embarcação não tripulada a entrar nos registros da UK Ship Register (UKSR), que compõe a Agência Marítima e Guarda Costeira (MCA).
Pertencente a ASV, O C-Worker 7 será utilizado para trabalhos como posicionamento subaquático, topografia e monitoramento ambiental e pode ser usado sob controle direto, semi-tripulado ou completamente não tripulado, operando sem a necessidade de um navio na estação ou ancorado no mar.

O Diretor da UK Ship Register, Doug Barrow, se animou com o novo tipo de embarcação. "Ao apoiar tecnologias emergentes, como sistemas autônomos, estamos ajudando a manter o Reino Unido na vanguarda do setor marítimo global".
As embarcações autônomas são relativamente novas no setor marítimo, embora estejam, nos últimos tempos, sendo introduzidos em muitas frotas dos setores comerciais e militares em todo o mundo.

Fonte: A Tribuna

Maior termelétrica a gás da AL toma forma no Sergipe

Por Rodrigo Conceição Santos – 25.09.2017


Projeto de R$ 5 bilhões tem terraplanagem e estaqueamento concluídos e deve estar pronto para operar a partir de janeiro de 2020.

A construção do maior complexo termelétrico a gás da América Latina, com 1,5 gigawatt de capacidade, ganha forma desde o mês passado, quando foram concedidas as licenças ambientais para construção. A terraplanagem e o estaqueamento da estrutura já foram concluídos e as obras civis estão em curso. O projeto tem custo estimado em R$ 5 bilhões e terá a termelétrica a gás e um terminal de regaseificação e armazenamento de gás natural liquefeito (GNL). O complexo é de responsabilidade da Centrais Elétricas de Sergipe (Celse), uma empresa criada pela Ebrasil e pela Golar Power, sediada nas Ilha das Bermudas. A Celse foi a vencedora do 21º Leilão de Energia, de 2015, e deverá construir e operar uma termelétrica de ciclo combinado, com uso de gás e vapor, e com um sistema de resfriamento através da água do mar. O prazo de concessão é de 25 anos ininterruptos, a partir de 2020.
Atualmente, as obras civis estão concentradas na conclusão do canteiro e na construção da ilha de potência, onde ficarão as turbinas da termoelétrica. Segundo Marylam Aguiar Sales, gerente de projeto da Celse, a etapa corresponde ao cronograma geral, o que o faz garantir que em 2019 toda a estrutura estará montada para comissionamento, avalizando o início de operação na data programada. “O projeto se divide em três etapas: termoelétrica, transmissão de energia e instalações marítimas”, explica.
A transmissão de energia será feita por uma linha que passa por quatro municípios (33km), até ser integrada ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Trata-se, segundo ele, de uma linha em 500 kv, que é a tensão exigida pelo leilão, em circuito duplo, sendo que cada um deles com 1,5 Gw.
Já as instalações marítimas compreendem o principal ponto de equilíbrio econômico do projeto, equalizado pelo prazo longo de operação (25 anos) e, consequentemente, pelas parcerias técnicas formatadas a partir dele, como no caso da General Eletric, que além de fornecer as turbinas e implementar a usina, passou a ter contrato de manutenção por todo o período da concessão.
Mas o principal destaque da etapa marítima é a Unidade de Armazenamento e Regaseificação (FSRU), que está em construção na Coreia do Sul, pela Samsung, e deve ancorar no Brasil em outubro de 2018. “Esse é o navio que ficará ancorado por todos os 25 anos em Sergipe. Ele terá capacidade de armazenamento de 170 mil m³ gás natural liquefeito (GNL), distribuídos em quatro tanques”, diz Sales.
Também ligada à etapa marítima está a implantação do gasoduto, com partes on e offshore que interligarão, por cerca de 6,5 km, o navio FSRU à costa. O gasoduto a ser implantado será de tubulação de 18 polegadas de diâmetro.
A princípio, esse gasoduto não seria ramificado para a distribuição de gás natural em Sergipe, uma vez que a distribuidora mais próxima – a Sergás, de Aracajú – não passa com tubulação pelo local. Marylam Sales, no entanto, revela o início de tratativas para distribuir o gás natural ocioso, levando em consideração que existe uma demanda de indústrias da região. “Também estamos discutindo a possibilidade de ligar o nosso gasoduto ao gasoduto do Nordeste, que passa a cerca de 10 km de distância”, completa.


Maior termelétrica com combustível renovável é inaugurada em São Paulo

A maior termelétrica do Brasil movida a combustível renovável – gás procedente de aterro sanitário – inaugurada no dia 16, na cidade de Caieiras, na Grande São Paulo. A Termoverde Caieiras tem potência instalada de 29,5 megawatts (MW) e gera energia renovável a partir do lixo depositado em aterro, que libera o gás metano, usado como combustível para a termelétrica.

O gás metano, também encontrado como combustível fóssil, é chamado biogás quando obtido a partir da decomposição de alguns tipos de matéria orgânica como resíduos agrícolas, madeira, bagaço de cana-de-açúcar, esterco, cascas de frutas e restos animais e vegetais.

Considerando possíveis perdas, a média para a geração de energia deve chegar a 26 MW por hora, o que é o mesmo consumido por uma cidade de 300 mil habitantes, como o Guarujá, Taubaté ou Limeira.
Os aterros sanitários geram muito metano, que é um dos gases do efeito estufa. Antes da utilização para a geração de energia, esse metano era queimado em flare, que é um sistema de queima controlada capaz de transformá-lo em gás carbônico (CO2), com potencial de aquecimento global cerca de 20 vezes menor que o metano. Agora, com a termelétrica, além de evitar que o metano seja liberado na atmosfera, ele será transformado em energia elétrica.

“O primeiro processo, que é o de evitar a emissão de gás de efeito estufa, já estava sendo garantido. Mas faltava um fim mais nobre nesse processo”, disse Carlos Bezerra, diretor da Termoverde Caieiras, do grupo Solvi. Segundo ele, o projeto só foi possível com o incentivo dos governos federal, por meio do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI), e estadual, pela isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

“É sustentável, é uma excelente opção. Na medida em que você está captando biogás e queimando, de alguma forma, para não jogar na atmosfera, esse biogás já é absolutamente sustentável. Melhor ainda quando você está usando para um fim energético”, afirmou a professora Suani Teixeira Coelho, coordenadora do Grupo de Pesquisa em Bioenergia (Gbio), do Instituto de Energia e Ambiente (IEE-USP).
Ela acrescentou que a técnica é pouco utilizada por falta de viabilidade econômica. “Os empreendedores, muitas vezes, acham que o custo dessa eletricidade não é baixo que ele consiga depois comercializar”, disse.

Geração descentralizada
“Se olharmos só para esse número - 30 megawatts -, as pessoas podem achar pequeno, porque têm [a usina hidrelétrica de] Itaipu, que gera 11 mil MW, mas é justamente a nova proposta energética, em termos até mundiais, da chamada geração descentralizada, quer dizer, são feitas pequenas gerações em vários produtores, que têm uma logística muito mais fácil”, explicou Suani.
Para transmitir a energia gerada em Itaipu, localizada na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, há uma grande linha até a cidade de São Paulo. A professora ressaltou que, se há algum problema nessa enorme linha de transmissão, toda a cidade fica no escuro. “Como já aconteceu no passado, nós tivemos um blecaute em São Paulo, de três horas, na cidade toda, porque caiu o 'linhão' de Itaipu inteiro”.

Segundo ela, uma geração de energia descentralizada, a partir de aterros ou de usinas de açúcar que usam o bagaço da cana, evitariam um apagão como aquele. “Além disso, você está perto do ponto de carga [onde haverá consumo]. No Brasil, o maior consumo de energia está na Região Sudeste, então, quando você está gerando energia elétrica aqui no Sudeste, você não precisa usar linhas de transmissão”, acrescentou.
Outra vantagem citada por Suani é a possibilidade de substituição da energia de origem fóssil pela renovável. A energia antes gerada por uma termelétrica a diesel ou a carvão poderá ser substituída por aquela gerada a biogás.

O diretor da termelétrica lembrou que a Termoverde gera crédito de carbono. “Eu gero crédito de carbono pela queima, pela destruição [do metano] e também por gerar uma energia renovável e não uma fóssil. Estou colocando na matriz energética uma energia renovável em vez da fóssil”.

Protótipo
O Centro Nacional de Referência em Biomassa (Cenbio) do IEE-USP desenvolveu o mesmo projeto, porém em menor escala, entre 2006 e 2009, com financiamento do Ministério de Minas e Energia, com o objetivo de implementar um sistema de geração de energia elétrica e de iluminação a partir de biogás procedente do tratamento de resíduos sólidos urbanos [1]em aterro sanitário.

O aterro sanitário selecionado foi o mesmo que hoje inaugura a termelétrica, com significativa potência instalada. Na época, o estudo concluiu o que atualmente a Termoverde vê na prática: “a geração de energia elétrica, proporcionando ao aterro economia em relação aos gastos com a energia elétrica adquirida da rede, proveniente da concessionária local, além de possibilitar a obtenção e comercialização dos créditos de carbono e receita com a venda da energia excedente”.

Um novo estudo, em que a professora está envolvida, calcula o potencial de geração de energia elétrica no estado de São Paulo a partir do biogás de aterro. “Se conseguíssemos que todo o lixo de São Paulo fosse para aterros sanitários e todo esse lixo fosse usado para conversão de energia, a gente podia ter até cerca de 500 MW gerados com a população de 2016 no estado de São Paulo”, disse. Isso seria quase 17 vezes mais do que a Termoverde tem capacidade de gerar.

Resíduos sólidos
O presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), Carlos Bocuhy, vê a estratégia de transformação do metano em energia elétrica como medida paliativa para um problema maior, que é a destinação dos resíduos sólidos no país.
“A solução é a implementação dos princípios da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Há cinco anos ela deveria ter sido implementada, seria a melhoria da cadeia produtiva, reduzindo no final tudo aquilo que é produzido hoje como lixo e tudo, no fim da cadeia produtiva, passaria a ser passível de reciclagem”, argumentou.
A disposição de resíduos no Brasil e no mundo, de acordo com Bocuhy, tem que passar por uma transformação, impedindo que ocorram processos que gerem gás metano e que depois seja necessária sua queima. “É um problema estrutural. Estão utilizando a termelétrica como forma de amenizar o impacto daquilo que já foi feito”, acrescentou.

Edição: Graça Adjuto


Exxon mira Brasil após revés no pré-sal e parceiros, dizem fontes

A gigante americana Exxon Mobil segue em negociação com a Petrobras, segundo pessoas familiarizadas com as discussões que pediram para não serem identificadas porque as negociações são privadas.

Um possível acordo pode resultar em parceria estratégica envolvendo diferentes ativos, incluindo participação conjunta em leilões de petróleo e na área da cessão onerosa, segundo as pessoas.

A parceria estratégica poderia incluir ativos de downstream, como terminais de importação no Nordeste, onde a Exxon desafogaria combustíveis produzidos no Golfo do México, segundo Adriano Pires, analista da CBIE.

A Exxon tem interesse nos leilões de petróleo do Brasil, disse Jeffrey Woodbury, vice-presidente de relações com investidores, em teleconferência anteriormente. A empresa se inscreveu para 14ª rodada sob regime de concessão, disse ANP. Os leilões estão previstos para em 27 de outubro. O governo estuda leiloar o excedente da cessão onerosa em 2018.

Fonte: Uol


Volvo e Tracbel apresentam mega equipamentos para movimentação mineral

Da Redação – 13.09.2017 –
Em parceria com a sua distribuidora Tracbel, a divisão de equipamentos de construção da Volvo (CE) quer mostrar sua aposta na incursão de equipamentos de maior porte na América Latina. As empresas exporão durante a Exposibran 2017 – Feira para o setor de mineração que acontece entre 18 e 21 de setembro em Belo Horizonte.
Para Afrânio Chueire, presidente da Volvo CE Latin America, “um dos maiores players mundiais do setor de ferro, o Brasil precisa de máquinas e serviços de última geração para enfrentar um mercado global cada vez mais competitivo e que atua com preços internacionais que variam muito”.
Por isso a empresa destacará novos caminhões articulados, com destaque para o recém-lançado A60H, que é o maior caminhão articulado do mundo, com capacidade para 55 toneladas métricas.
Para operar em conjunto com ele, a escavadeira EC950EL, também a maior da marca com 92 toneladas de peso e caçamba de 5,6 m³, é considerada pela Volvo o par perfeito.
Segundo Massami Murakami, diretor de suporte a vendas da Volvo CE Latin America, o articulado A45G (faixa de 35 a 50 toneladas de capacidade de carga) e a escavadeira EC750DL (70 toneladas de peso), formam outro par operacional para mineração, e também serão destaque no evento.


Soluções para redes ópticas são a aposta da Redex na Netcom 2017

Da Canaris Informação Qualificada – 16.08.2017 – 
Crescimento da infraestrutura de acesso deve ampliar compra integrada de dispositivos para implantar, testar e realizar manutenção na infraestrutura das operadoras

A demanda por banda larga continua aquecida no Brasil, mas exige uma operação enxuta nas empresas que realizam a instalação e manutenção de redes. De olho nesse cenário, a Redex Telecom aposta em sua experiência para oferecer pacotes de equipamentos e serviços adequados a cada tipo de cliente. A empresa vai apresentar – durante a Netcom 2017 – sugestões de combos que envolvem máquinas de fusão, OTDRs e componentes, incluindo cabos de manobra (patch cords) e dispositivos de limpeza e inspeção, entre outros.
Com o tema Rede de Ponta a Ponta na Velocidade da Luz, a empresa montou um estande interativo, incluindo demonstrações de emendas de fibra óptica, utilizando as linhas de equipamentos já comercializados e a nova família XFiberS, marca americana de quem é o distribuidor oficial no Brasil. A linha inclui máquinas de fusão e OTDRs, sendo esses últimos a grande aposta para o mercado de provedores regionais (ISPs).
A Redex também participa do congresso técnico que acontece em paralelo à feira. Ana Cláudia de Araújo Leite, coordenadora do Departamento de Suporte ao Cliente (DSC) vai falar sobre Melhores Práticas no uso de Equipamentos e Instrumentos de Instalação de Redes Ópticas, que acontece no dia 17, quinta-feira, às 16h45, no auditório Santana 3.
Veja abaixo, alguns dos equipamentos e dispositivos que podem ser combinados na instalação de redes ópticas e que estão sendo mostrados com exclusividade na Netcom 2017:
1.     Máquinas de fusão XFiberS – os equipamentos da marca americana foram projetadas com tecnologia de processamento de imagem de alta velocidade e de posicionamento de precisão especial. Os equipamentos finalizam automaticamente todo o processo de fusão de fibra em até 10 segundos, exibindo todas as etapas no monitor LCD. Com alinhamento núcleo-a-núcleo e tecnologia PAS (Profile Alignment System), a família está disponível em cinco modelos.
2.     OTDRs Série XFiberS – os reflectômetros ópticos da série XFS fazem parte de uma nova geração de equipamentos inteligentes de medição para sistemas de comunicação óptica. São compactos, econômico e de desempenho excepcional, fabricados seguindo normas rigorosas, eles foram submetidos a testes mecânicos, eletrônicos e ópticos. Em função de terem sido projetados para trabalhar em ambientes adversos, os OTDRs dessa série possuem nível de proteção IP65, leve, de fácil operação, LCD de baixa reflexão. Com autonomia de mais de 12 horas de trabalho contínuo, eles são ideais  para diversas aplicações de campo. Modelos a partir de 26 dB de range dinâmico.
3.     Splitter óptico – permitem tanto a divisão quanto a combinação de sinais passivos da rede óptica, com emendas tipo difusão planar, conectorizados ou não-conectorizados. Os splitters Redex, homologados pela Anatel, apresentam baixos níveis de perdas, grande variedade de modelos (PLC 1 x N ou PLC 2 x N conectorizados ou não) e alta estabilidade térmica e mecânica. São testados conforme normas internacionais e certificados por várias empresas de telecomunicações.
4.     Cordões ópticos – utilizados em ambientes internos para a interligação entre equipamentos passivos e ativos ópticos, eles podem ser simplex ou duplex, com fibras monomodo ou multimodo, protegidas por um revestimento externo em material polimérico retardante à chama. Possuem conectores em ambas as extremidades, podendo ser similares ou não. A personalização – comprimento sob medida – é uma característica especial dos produtos fabricados pela Redex, com homologação da Anatel.
5.     Conectores de campo SC/APC-PC – permitem a conexão – via conectorização – de fibras de campo, de forma mecânica, dos modelos low friction indoor ou outdoor e cabos figura 8 em caixas de terminação, emenda ou passagens conectorizadas. Totalmente compatíveis com os materiais já existentes na rede, são de fácil operação e desconectorização e não necessitam de ferramentas específicas. Homologados pela Anatel, permitem a rápida conectorização dos cabos de campo e caixas de emenda, terminação ou passagem.
6.     Caixa de emenda óptica CEOD-DIST3 – homologada pela Anatel, tem base com uma entrada oval, três saídas cilíndricas, de uma até quatro bandejas de acomodação para fusão de fibras, anel de travamento mecânico e domo cilíndrico. Permite a aplicação de cabos aéreos ou subterrâneos de até 48 fibras. É feita com material em polímeros totalmente compatíveis com a rede existente, de fácil instalação e operação. Permite acomodar até quatro bandejas de 12FO.
7.     Caixa de emenda óptica CEOS-DIST4 – tem base com uma entrada oval, quatro saídas cilíndricas, de uma até quatro bandejas de acomodação para fusão de fibras, anel de travamento mecânico e domo cilíndrico. Permite emenda direta/derivações e sangrias de cabos ópticos aéreos e subterrâneos. Com capacidade máxima de entrada para cabos de144 fibras e capacidade de saída para cabos de até 72 fibras, é um produto homologado pela Anatel.
8.     Caixa de terminação óptica até 16FO-CTO – permite a interconexão entre cabos ópticos de distribuição com cabos ópticos de derivação ou de rede de assinantes (cabo drop). Pode ser instalada em vias aéreas (postes verticalmente ou horizontalmente em cordoalhas) ou galerias subterrâneas (diretamente em parede ou sob estrutura de suporte de cabos telefônicos). É composta por tampa, base e bandejas articuladas. Compacta com capacidade de até 16 assinantes via conectores de campo. Suporta até 3 splitters PLCs, totalizando 16 conexões. Aceita até 16 fusões com remontes e sistema de tranca dedicada para evitar acessos indevidos. Classe de isolação IP 65. Fornecida nas cores preta, branca, amarela, azul, verde, cinza e grená.