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Soluções para redes ópticas são a aposta da Redex na Netcom 2017

Da Canaris Informação Qualificada – 16.08.2017 – 
Crescimento da infraestrutura de acesso deve ampliar compra integrada de dispositivos para implantar, testar e realizar manutenção na infraestrutura das operadoras

A demanda por banda larga continua aquecida no Brasil, mas exige uma operação enxuta nas empresas que realizam a instalação e manutenção de redes. De olho nesse cenário, a Redex Telecom aposta em sua experiência para oferecer pacotes de equipamentos e serviços adequados a cada tipo de cliente. A empresa vai apresentar – durante a Netcom 2017 – sugestões de combos que envolvem máquinas de fusão, OTDRs e componentes, incluindo cabos de manobra (patch cords) e dispositivos de limpeza e inspeção, entre outros.
Com o tema Rede de Ponta a Ponta na Velocidade da Luz, a empresa montou um estande interativo, incluindo demonstrações de emendas de fibra óptica, utilizando as linhas de equipamentos já comercializados e a nova família XFiberS, marca americana de quem é o distribuidor oficial no Brasil. A linha inclui máquinas de fusão e OTDRs, sendo esses últimos a grande aposta para o mercado de provedores regionais (ISPs).
A Redex também participa do congresso técnico que acontece em paralelo à feira. Ana Cláudia de Araújo Leite, coordenadora do Departamento de Suporte ao Cliente (DSC) vai falar sobre Melhores Práticas no uso de Equipamentos e Instrumentos de Instalação de Redes Ópticas, que acontece no dia 17, quinta-feira, às 16h45, no auditório Santana 3.
Veja abaixo, alguns dos equipamentos e dispositivos que podem ser combinados na instalação de redes ópticas e que estão sendo mostrados com exclusividade na Netcom 2017:
1.     Máquinas de fusão XFiberS – os equipamentos da marca americana foram projetadas com tecnologia de processamento de imagem de alta velocidade e de posicionamento de precisão especial. Os equipamentos finalizam automaticamente todo o processo de fusão de fibra em até 10 segundos, exibindo todas as etapas no monitor LCD. Com alinhamento núcleo-a-núcleo e tecnologia PAS (Profile Alignment System), a família está disponível em cinco modelos.
2.     OTDRs Série XFiberS – os reflectômetros ópticos da série XFS fazem parte de uma nova geração de equipamentos inteligentes de medição para sistemas de comunicação óptica. São compactos, econômico e de desempenho excepcional, fabricados seguindo normas rigorosas, eles foram submetidos a testes mecânicos, eletrônicos e ópticos. Em função de terem sido projetados para trabalhar em ambientes adversos, os OTDRs dessa série possuem nível de proteção IP65, leve, de fácil operação, LCD de baixa reflexão. Com autonomia de mais de 12 horas de trabalho contínuo, eles são ideais  para diversas aplicações de campo. Modelos a partir de 26 dB de range dinâmico.
3.     Splitter óptico – permitem tanto a divisão quanto a combinação de sinais passivos da rede óptica, com emendas tipo difusão planar, conectorizados ou não-conectorizados. Os splitters Redex, homologados pela Anatel, apresentam baixos níveis de perdas, grande variedade de modelos (PLC 1 x N ou PLC 2 x N conectorizados ou não) e alta estabilidade térmica e mecânica. São testados conforme normas internacionais e certificados por várias empresas de telecomunicações.
4.     Cordões ópticos – utilizados em ambientes internos para a interligação entre equipamentos passivos e ativos ópticos, eles podem ser simplex ou duplex, com fibras monomodo ou multimodo, protegidas por um revestimento externo em material polimérico retardante à chama. Possuem conectores em ambas as extremidades, podendo ser similares ou não. A personalização – comprimento sob medida – é uma característica especial dos produtos fabricados pela Redex, com homologação da Anatel.
5.     Conectores de campo SC/APC-PC – permitem a conexão – via conectorização – de fibras de campo, de forma mecânica, dos modelos low friction indoor ou outdoor e cabos figura 8 em caixas de terminação, emenda ou passagens conectorizadas. Totalmente compatíveis com os materiais já existentes na rede, são de fácil operação e desconectorização e não necessitam de ferramentas específicas. Homologados pela Anatel, permitem a rápida conectorização dos cabos de campo e caixas de emenda, terminação ou passagem.
6.     Caixa de emenda óptica CEOD-DIST3 – homologada pela Anatel, tem base com uma entrada oval, três saídas cilíndricas, de uma até quatro bandejas de acomodação para fusão de fibras, anel de travamento mecânico e domo cilíndrico. Permite a aplicação de cabos aéreos ou subterrâneos de até 48 fibras. É feita com material em polímeros totalmente compatíveis com a rede existente, de fácil instalação e operação. Permite acomodar até quatro bandejas de 12FO.
7.     Caixa de emenda óptica CEOS-DIST4 – tem base com uma entrada oval, quatro saídas cilíndricas, de uma até quatro bandejas de acomodação para fusão de fibras, anel de travamento mecânico e domo cilíndrico. Permite emenda direta/derivações e sangrias de cabos ópticos aéreos e subterrâneos. Com capacidade máxima de entrada para cabos de144 fibras e capacidade de saída para cabos de até 72 fibras, é um produto homologado pela Anatel.
8.     Caixa de terminação óptica até 16FO-CTO – permite a interconexão entre cabos ópticos de distribuição com cabos ópticos de derivação ou de rede de assinantes (cabo drop). Pode ser instalada em vias aéreas (postes verticalmente ou horizontalmente em cordoalhas) ou galerias subterrâneas (diretamente em parede ou sob estrutura de suporte de cabos telefônicos). É composta por tampa, base e bandejas articuladas. Compacta com capacidade de até 16 assinantes via conectores de campo. Suporta até 3 splitters PLCs, totalizando 16 conexões. Aceita até 16 fusões com remontes e sistema de tranca dedicada para evitar acessos indevidos. Classe de isolação IP 65. Fornecida nas cores preta, branca, amarela, azul, verde, cinza e grená.


Schwing Stetter vê sinais de recuperação em infraestrutura

Por Nelson Valêncio – 25.08.2017 –
Empresa também finaliza estudo sobre maior vida útil de suas betoneiras em relação aos concorrentes

Fabricante alemã especializada em equipamentos para a indústria de concreto, a Schwing Setter avalia que os primeiros sinais de uma recuperação do setor de construção podem aparecer no horizonte. Um deles é o pacote de concessões e privatizações, anunciado ontem, em Brasília. Para Sílvio Amorim, CEO da companhia, as iniciativas vão, em algum momento, impactar a demanda por concreto.
Economista por formação, Amorim lembra que crise atual tem um tom darwiniano ao deixar o ecossistema de construção com players mais focados. A própria Schwing Setter fez ajustes, com redução de mão de obra e melhor atenção ao pós-venda, incluindo a comercialização de peças e os serviços de manutenção. Assim como outros fabricantes do setor, a companhia amargou a mudança radical da crise.
A queda na venda de betoneiras, por exemplo, foi de 80% entre 2013 e 2016. No mesmo período, segundo Amorim, o segmento como um todo saiu de um cenário de oferta de 2 mil desses equipamentos, em 2013, para somente 300 em 2016.
As mudanças chegaram antes aos clientes, entre as construtoras de grande porte na área de infraestrutura, e as concreteiras, para obras médias e pequenas. No caso das primeiras – em função da paralisação de várias delas – a aposta em melhoria acontece via mercado externo, com destaque para a Colômbia. Aliás, a própria Schwing Setter vai nessa direção – 70% de suas vendas atuais acontecem da Venezuela para baixo.
Já as concreteiras tentam se equilibrar, agora concorrendo ainda mais fortemente entre si, com vantagem para as grandes – ou as mais adaptadas, seguindo o raciocínio darwiniano. Nesse caso, a fabricante alemã tem recebido muitos pedidos para implantação de módulos de bombeamento em caminhões betoneiras. Com esse input, elas ganham musculatura para oferecer os serviços de bombeamento, otimizando a mão de obra.
Ainda a respeito de betoneiras, Marcos Almeida, gerente de Marketing da Schwing Setter, destaca que a empresa finaliza um estudo comparativo que envolve seus equipamentos e os do concorrente. Na avaliação, ele destaca que foram considerados fatores como tipo de material transportado – argamassa, por exemplo, é menos impactante na vida dos caminhões – tipo de obra e outros elementos. O resultado preliminar? As betoneiras da marca teriam uma vida útil de pelo menos quatro anos a mais do que os concorrentes. Darwin de novo?


Sabesp vira holding e pode buscar mais dinheiro privado

Da Redação – 11.09.2017
Processo agora depende apenas da sanção do governador Geraldo Alckmin

A assembleia estadual paulista (Alesp) aprovou na semana passada a lei que permite que a Sabesp busque mais investimentos da iniciativa privada. O processo nasceu com o projeto de lei (PL) 659/2017, de autoria do governador Geraldo Alckmin e propõe a criação de uma holding de saneamento básico no estado. Com essa configuração, a Sabesp passaria a ser uma empresa que possui a maioria das ações de outras companhias e que, por isso, centralizaria o controle sobre elas. Ao mesmo tempo, o novo status abriria possibilidades de investimento privado.
Bom, como o PL 659/2017 foi proposto pelo próprio governador, passou por mais de 60 emendas e foi validado na Alesp, o próximo passo é a sanção de Alckmin, o que fecha o ciclo. As opiniões a respeito diferem: para o deputado Barros Munhoz, da situação, o projeto foi melhorado com a participação de todas as bancadas, mas Alencar Braga, líder do PT, acredita que o “o estado não está fazendo essa operação para investir no saneamento e sim fazer caixa”.
Segundo o presidente da concessionária, Jerson Kelman, algumas pessoas compreenderam equivocadamente o intuito do projeto. “Ele não se destina à privatização da Sabesp, mas capitaliza recursos. É uma maneira de trazer dinheiro para a companhia”, disse. “A Sabesp continuará sendo uma empresa estatal”, afirmou.


Brasileiros apostam em infraestrutura para geração de empregos

Da Redação – 12.09.2017 –
Pesquisa da Ipsos aponta que 65% dos entrevistados acreditam que país deve investir mais em infraestrutura

Um levantamento inédito da empresa de pesquisa e consultoria Ipsos indica que 65% dos brasileiros acha que os investimentos em infraestrutura podem gerar mais empregos no país. A pesquisa é inédita e vai ser apresentada nessa semana no Latin American Infrastructure Leadership Forum, que começa hoje em São Paulo e que está em sua décima quinta edição. De acordo com a Ipsos, outros 31% de brasileiros avalia que os investimentos em infraestrutura devem beneficiar o crescimento econômico em longo prazo.
Intitulado Pulso Brasil, o levantamento apurou ainda um descolamento entre a percepção do brasileiro sobre o que é investimento em infraestrutura. Obras em saúde, como hospitais e postos de saúde, são identificadas por 37% dos entrevistados como infraestrutura, enquanto manutenção de ruas, avenidas e transporte público são mencionados por 28%. Rodovias, aeroportos, portos e ferrovias são mencionados por apenas por 7% dos brasileiros como investimento em infraestrutura.
“Infraestrutura no Brasil é associada àquilo que está presente no cotidiano das pessoas. Por serem áreas deficientes, saúde e transportes são bastante lembrados quando se aborda a questão pelo prisma do investimento”, diz Danilo Cersosimo, diretor da Ipsos Public Affairs, responsável pelo Pulso Brasil.
O estudo também revela que para o brasileiro, o principal responsável por investimentos em infraestrutura é o governo. Apenas no setor de telecomunicações, que passou por um processo de privatização na década de 90, a iniciativa privada aparece como principal responsável (39% setor privado contra 33% do governo).
Outro dado que chama atenção é que a maioria dos brasileiros tem a percepção de que as empresas de infraestrutura estão envolvidas em práticas de corrupção e de que é impossível o setor fazer negócios no Brasil sem recorrer a essa sistemática. “Num contexto de forte desconfiança, essa percepção negativa sobre as práticas do setor é um desafio a mais na discussão dessa agenda de investimentos”, reforça Cersosimo.
O levantamento sobre a percepção do brasileiro sobre infraestrutura é inédito e faz parte da pesquisa mensal Pulso Brasil. O estudo da Ipsos contou com 1.200 entrevistas presenciais em 72 municípios brasileiros. A margem de erro é de 3 pontos percentuais. 

Aegea Saneamento capta R$ 155 milhões

Da Redação – 12.09.2017 –
Companhia emite debêntures de infraestrutura e deve investir na melhorar sua rede de água e esgoto de suas concessionárias

A Aegea acaba de emitir debêntures incentivadas de infraestrutura no valor de R$ 155 milhões. Os recursos foram viabilizados pela sua controlada Nascentes do Xingu e serão utilizados para ampliação do sistema de abastecimento de água e redução de perdas, assim como para ampliar o sistema de coleta e tratamento de esgoto de quatro concessionárias de Mato Grosso (Águas de Campo Verde, Saneamento Básico Pedra Preta, Águas de Primavera e Águas de Sorriso).
O resultado da emissão – a segunda realizada no setor de saneamento básico – é que a Aegea acessa novamente o mercado de capitais, diversifica as suas fontes de captação de recursos e alonga o perfil de sua dívida. A emissão teve rating AA (bra) atribuído pela Fitch, tem prazo de vencimento de sete anos e um mês e será amortizada em duas parcelas, em 2023 e 2024.
As debêntures de infraestrutura, enquadradas na Lei 12.431/11, garantem a isenção de imposto de renda para investidores estrangeiros ou para pessoas físicas, com o objetivo principal de ampliar as opções de financiamento e promover o mercado de capitais como fonte de recursos de longo prazo, especialmente para o segmento de infraestrutura. São elegíveis para captação dessa modalidade somente os projetos considerados prioritários pelo governo.
Segundo a Aegea, a emissão está alinhada com a estratégia da empresa em diversificar fontes de financiamento e complementa os financiamentos via bancos comerciais e de fomento, mercado de capitais e agências multilaterais. Entre os investidores do grupo estão o International Finance Corporation (IFC), membro do Banco Mundial, o Fundo Soberano de Cingapura (GIC) e o Fundo Global de Infraestrutura (GIF).

Com sete anos de operação, a Aegea é dona de um quarto do mercado privado de saneamento básico no Brasil e atende cerca de 5,4 milhões de pessoas em 48 municípios de dez estados brasileiros.

Empresário fracassa com rede de 50 franqueados, se reinventa e reconquista o sucesso.

Rafael Soares tinha empresa de frozen yogurt. Depois de falir, ele criou franquia de pizzas customizadas na hora.


DE PORTA EM PORTA, EMPREENDEDORA CHEGA A FRANQUIA DE R$ 40 MILHÕES

Mônica Burgos começou vendendo de porta em porta e hoje comanda a Avatim, com 58 lojas pelo país.
A missão de criar três filhos após o divórcio não impediu que Mônica Burgos decidisse largar a advocacia e mudar de carreira. Aos 30 anos, a baiana foi para o Rio de Janeiro para estudar moda, voltou para seu estado e fundou a Avatim, rede de franquias que planeja faturar R$ 40 milhões em 2015. Natural de Itabuna, Mônica trabalhou oito anos como advogada antes de se mudar para a capital carioca com os três filhos. Encontrou-se na área de consultoria para lojistas com dicas de como expor os produtos e proporcionar uma melhor experiência aos clientes. Dentro desse ramo, conheceu os aromatizantes de ambiente. “Vi uma lacuna no mercado que era o de aromas que marcassem a identidade das lojas. Na época, existiam apenas incensos e algumas essências, então, decidi apostar no marketing olfativo”, diz a empreendedora.
Mônica voltou para a Bahia com a intenção de prestar os serviços de consultoria e vender os aromatizantes que levou na bagagem para o nordeste. “Depois de seis meses me dei conta de que não havia conseguido prestar uma consultoria sequer, mas já tinha vendido centenas de frascos de aromatizantes”, afirma.
O talento para vendas diretas de Mônica chamou a atenção do amigo César Fávero, que a convidou para profissionalizar o serviço, entrando como sócio no negócio e futuramente ajudando a produzir suas próprias fragrâncias.
Dessa parceria nasceu há 13 anos a Avatim, rede de franquias presente em 17 estados e que, além de aromatizantes, produz há sete anos cremes e sabonetes para uso pessoal.
Hoje, com 48 anos, Mônica confessa que foram os filhos que a motivaram a se aventurar como empreendedora. “Não admito quem diz que não pode se arriscar na carreira, pois têm filhos para criar. Foi justamente por querer um futuro melhor para eles que decidi que precisava mudar”, diz.
Das vendas diretas à rede de franquias
A parceria com Fávero fez Mônica enxergar o real potencial de seu negócio. “Ele impôs uma programação que eu não estava acostumada. A única coisa que me pediu foi que continuasse fazendo o que estava dando certo, que era vender os aromatizantes e treinar novos vendedores”, diz a empresária.
Quando o negócio completou quatro anos, o escritório em Salvador mudou-se para Ilhéus, onde foi fundada a primeira fábrica da Avatim. Durante este período, Mônica mobilizou vendedores de diferentes estados e antes mesmo de fundar a primeira loja, em 2009, já havia popularizado os produtos da Avatim do Acre à Porto Alegre.
Apenas cinco meses depois da primeira loja física, surgiram os interessados em montar franquias. “Tive que correr para aprender o que era franquia, padronização e o que deveria partir da empresa. Acompanhei de perto as 37 primeiras franquias, viajando pelo Brasil”, afirma.
Com 52 franquias e 6 lojas próprias, a meta da empresária é quase triplicar o número de unidades nos próximos anos. “Estamos montando agora as franquias Slim, menores, para atender a cidades do interior. Com elas, pretendemos chegar a 150 lojas até o fim de 2017”.