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Molson Coors comprará cervejaria StarBev por US$3,5 bi


Empresa quer se expandir nos mercados do centro e do leste da Europa

Beber cerveja
"O mercado de cervejas do centro e do leste da Europa é atraente, com fortes tendências históricas e potencial de crescimento", disse o presidente-executivo, Peter Swinburn
Bangalore - A Molson Coors Brewing, com sede nos Estados Unidos, informou quecomprará a cervejaria do Leste Europeu StarBev por 2,65 bilhões de euros (3,52 bilhões de dólares), buscando se expandir nos mercados do centro e do leste da Europa.
"O mercado de cervejas do centro e do leste da Europa é atraente, com fortes tendências históricas e potencial de crescimento, à medida que a região volta a suas taxas de crescimento pré-crise econômica", disse o presidente-executivo, Peter Swinburn, em comunicado.
Arpita Mukherjee, da 

Mitsubishi compra 20% da brasileira Ipanema Coffees


Empresa quer assegurar a estabilidade da provisão de café no Japão

Plantação de café em São Paulo
O grupo japonês ressaltou que seguirá buscando oportunidades de negócio no Brasil, um país que considera de importância "estratégica"
Tóquio - A corporação japonesa Mitsubishi anunciou nesta terça-feira que adquiriu 20% do capital da plantação da brasileira Ipanema Coffees, localizada 300 quilômetros ao norte da cidade de São Paulo, para assegurar a estabilidade da provisão de café no país asiático.
Em comunicado, a Mitsubishi Corporation, que não detalhou o montante envolvido na operação, assinalou que a Ipanema Coffees tem um terreno de 60 quilômetros quadrados, com uma produção anual de até 9,2 mil toneladas, equivalente a cerca de 1 bilhão de xícaras de café.
O grupo japonês destacou o 'moderno sistema de gestão' da plantação, além de seus grãos especiais, o modelo de respeito ao meio ambiente e a responsabilidade corporativa.
Segundo a Mitsubishi Corporation, que se dedica a atividades em várias indústrias, desde energia a maquinaria e alimentação, a demanda do café produzido pela Ipanema cresceu a um ritmo próximo de 10% ao ano em países desenvolvidos como Estados Unidos, Japão e as nações da zona do euro.
Atualmente, a Mitsubishi já adquire até 3 mil toneladas de grãos de café da Ipanema Coffees por ano.
O grupo japonês ressaltou que seguirá buscando oportunidades de negócio no Brasil, um país que considera de importância "estratégica" no marco de seu plano de gestão a médio prazo.
Fundada em 1969, a Ipanema Coffees conta com cerca de 1.600 empregados e registrou em 2011 vendas de mais de R$ 114 milhões.

Grupo gaúcho compra Multiner Energia


Segundo jornal Valor Econômico, grupo Bolognesi assumiu controle da companhia do setor de energia em parceria com fundo de investimentos

Energia_eletrica
Grupo gaúcho Bolognesi compra Multiner Energia
São Paulo - Será feito, nesta segunda-feira, o anúncio da aquisição do controle acionário da Multiner Energia pelo grupo gaúcho Bolognesi, que atua no setor imobiliário, segundo reportagem do jornal Valor Econômico.
De acordo com jornal, o grupo comprou 55% de participação na companhia de energia e os 45% restantes ficarão com o Fundo de Investimentos em Participações (FIP) formado por oito fundações de previdência privada encabeçadas pela Petros (Petrobras), Funcef (Caixa Econômica Federal) e Postalis (Correios).
O valor da operação não foi divulgado pelas companhias envolvidas, mas segundo Ronaldo Bolognesi, controlador do grupo gaúcho, os investimentos somarão mais de 1 bilhão de reais, sendo R$ 637 milhões do Bolognesi e R$ 392 milhões dos fundos de pensão, disse ao jornal.
A Multiner possui concessões para construir e operar mais de 1.300 megawatts (MW) em usinas termelétricas a óleo e usinas eólicas.

Coty ainda não desistiu de comprar Avon


Inconformada com a recusa da companhia americana, Coty agora vai tentar convencer os acionistas da Avon de que o negócio vale a pena

Andrea Jung - Avon Products
Andrea Jung, CEO da Avon
São Paulo - Após uma semana de ter feito uma oferta de 10 bilhões de dólares pela Avon e ter recebido um não como resposta, a Coty, empresa francesa de fragrâncias, parece não ter desistido do negócio.
De acordo com informações publicadas em alguns jornais internacionais, Bart Becht, presidente da Coty, vai tentar convencer agora os acionistas da Avon de que a operação poderia ser positiva para a companhia.
"Vamos tentar convencer os acionistas para que eles conversem com o conselho. Não entendemos porque o conselho deles não quer interagir conosco", disse o executivo, ao jornal Financial Times, na última sexta-feira.
Na segunda-feira passada, a Coty tentou, sem sucesso, comprar a Avon. O valor proposto pelo negócio foi de aproximadamente 10 bilhões de dólares – e rapidamente recusado pela companhia de cosméticos americana.
A Avon chegou a afirmar,  por meio de comunicado, que a proposta é oportunista e subvaloriza a companhia perante o mercado e acionistas. A Coty defendeu-se afirmando ser justa.

BTG Pactual negocia compra de corretora colombiana, diz fonte


Rivais brasileiros, incluindo o estatal Banco do Brasil, também estão em busca de ativos bancários na Colômbia

André Esteves, fundador do BTG Pactual
Desde sua inauguração em 2009, o BTG Pactual se encontra num furor de realizar acordos no Brasil e no exterior
São Paulo - O BTG Pactual, maior banco de investimentos independente do Brasil, está em negociações para comprar uma participação majoritária no Bolsa y Renta, segunda maior corretora de ações da Colômbia, disse uma fonte próxima à situação nesta quarta-feira.
O Bolsa y Renta, sediado em Bogotá e controlado pela família Vargas e por acionistas incluindo o presidente-executivo Juan Luis Franco, também está conversando com outros parceiros em potencial, disse a fonte, que falou sob condição de anonimato porque as negociações estão em um estágio inicial. A fonte não elaborou sobre outros possíveis compradores ou sobre o preço.
Ligações ao escritório de mídia do Bolsa y Renta não foram imediatamente atendidas. O BTG Pactual, sediado em São Paulo, não quis comentar sobre a questão.
Desde sua inauguração em 2009, o BTG Pactual se encontra num furor de realizar acordos no Brasil e no exterior, enquanto seu presidente-executivo, André Esteves, que também é parceiro majoritário do banco, se esforça para transformar a empresa no maior banco de investimentos em mercados emergentes até o final da década.
A manobra do BTG Pactual, que espera listar suas ações em bolsas de São Paulo e Amsterdã até o fim do mês, numa oferta pública inicial (IPO) de 2,2 bilhões de dólares, surge na véspera da aquisição do chileno Celfin Capital, valorada em 600 milhões de dólares.
Rivais brasileiros, incluindo o estatal Banco do Brasil, também estão em busca de ativos bancários na Colômbia. Neste ano, o Itaú BBA, a unidade de investimentos do gigante financeiro Itaú Unibanco, conseguiu aprovação regulatória para abrir uma unidade de varejo na Colômbia.
A Colômbia é o segundo país mais populoso da América do Sul e, assim como o Brasil, tem uma economia diversificada dependente de petróleo, carvão, commodities agrícolas e manufaturas. No ano passado, a Colômbia tornou-se a segunda maior economia da América do Sul, abaixo do Brasil.
O Bolsa y Renta, fundado em 1953, tem 265 empregados e ativos valorados em cerca de 36 milhões de dólares. A corretora, que no ano passado começou a organizar uma unidade de banco de investimentos, lucrou 7,7 milhões de dólares em 2011, de acordo com dados disponibilizados em seu website.


EBX confirma venda de 20% da SIX para IBM


O acordo prevê ainda a terceirização de atividades operacionais de tecnologia da informação do grupo EBX para a IBM na ordem de US$ 1 bilhão

Andre Valentim/EXAME
Eike Batista
Em comunicado, a EBX afirma que a parceria com a IBM vai potencializar a entrada da SIX Automação no mercado de soluções tecnológicas industriais
Rio de Janeiro - O grupo EBX confirmou nesta quarta-feira, por meio de um comunicado, a venda de 20% do capital da SIX Automação para a IBM. A empresa é subsidiária da SIX Soluções Inteligentes, empresa de tecnologia do conglomerado de Eike Batista. O acordo prevê ainda a terceirização de atividades operacionais de tecnologia da informação (TI) do grupo EBX para a IBM na ordem de US$ 1 bilhão por um período de dez anos.
Pela parceria, deve ser implantado, na SIX Automação, um centro para criação conjunta de soluções tecnológicas e investimentos em P&D (pesquisa e desenvolvimento), voltado principalmente para os setores de recursos naturais e infraestrutura. O contrato de "outsourcing" relativo à parte operacional de tecnologia da informação da EBX estabelece que a IBM atenderá todas as empresas do conglomerado, inclusive as operações no exterior, como Chile e Colômbia.
Em comunicado, a EBX afirma que a parceria com a IBM vai potencializar a entrada da SIX Automação no mercado de soluções tecnológicas industriais, além de viabilizar o uso de recursos de pesquisa e desenvolvimento para as empresas do grupo. Segundo a empresa, a IBM contribuirá com soluções inteligentes de indústria, provendo novos produtos, softwares e serviços que complementam a expertise da SIX Automação para os setores de Petróleo e Gás, Mineração, Construção Naval, Portos e outros a serem definidos.
A sociedade prevê a realização conjunta de programas de pesquisa e propriedade intelectual com foco nos segmentos de recursos naturais e sustentabilidade e nas necessidades de negócios do grupo EBX e do mercado, informou a empresa. Será criado também um centro de soluções industriais conjuntas para que clientes dos quatro países da América Latina (Brasil, Chile, Colômbia e Peru) realizem testes, provas de conceito e customizem a tecnologia de acordo com suas necessidades.
A SIX Automação foi criada em outubro de 2011, após a compra da AC Engenharia, companhia com 18 anos de experiência no mercado.

Aprimore sua equipe para ter um ano mais produtivo


Diz a prática que, no Brasil, o ano começa verdadeiramente depois do Carnaval. Esse é um bom momento para os gestores fazerem um balanço e partir efetivamente para ações que tragam bons resultados para seus negócios. A principal delas é a análise de sua equipe de trabalho. Será que você tem o time certo?
A maioria dos gestores sonha em ter em suas empresas a “equipe ideal”, e, muitas vezes, acha que a solução está do lado de fora. O que muitos não percebem é que há alternativas para aprimorar as pessoas que já trabalham na empresa.
Confira nove dicas para que isso aconteça:
  1. Invista mais tempo para conhecer a personalidade de seus colaboradores. Todo mundo, sem exceção, deixa um rastro durante a vida e esse histórico indica tendências futuras. Portanto, é muito importante conhecer cada um de seus funcionários.
  2. Não force a natureza das pessoas. Apesar de a personalidade adquirir alguma maleabilidade com o passar dos anos, a estrutura continua sendo a mesma durante toda a vida: “Lagartixa não vira jacaré”. Não é bom negócio cobrar coisas improváveis. Por exemplo: se uma pessoa é tímida, não lute contra isso, apenas administre, provavelmente a praia dela não é lidar com o público. O contrário também é verdadeiro: se você tem um super extrovertido, colocá-lo para trabalhar fechado em um escritório será uma tortura. Pense em mudá-los de função ou de ambiente.
  3. Identifique os pontos fortes. Ter um funcionário muito exigente, teimoso, perfeccionista, mandão, falante, desconfiado ou com qualquer comportamento que socialmente é visto como inadequado pode se tornar um ponto forte se utilizado em tarefas que demandem esses comportamentos.
  4. Posicione as pessoas onde elas rendem mais. Procure posicionar as pessoas onde elas possam usar seus estilos particulares na maior parte do tempo. O perfeccionista gosta de organizar, o extrovertido de se relacionar, o dominante de comandar, o impaciente de acelerar.
  5. Faça prática deliberada. Prática deliberada é aquilo que fazemos especificamente para aprimorar o que já temos de bom. Significa desenvolver, com técnicas, estudo e repetição nossos talentos. Muita prática deliberada significará melhor desempenho. “Toneladas” de prática deliberada resultarão na excelência.
  6. Defina metas ousadas. Se você seguir as sugestões anteriores, terá autoridade para cobrar metas mais agressivas. Estipule objetivos para incremento de faturamento, aumento de lucratividade e diminuição de custos.
  7. Cobre resultados. Parece óbvio, mas muitas empresas estipulam metas globais e não cobram metas individuais. A maioria das pessoas consegue um desempenho 20 a 30% superior quando as metas são justas, claras, e, principalmente, avaliadas individualmente.
  8. Institua a meritocracia. Premie, reconheça e promova os melhores, independentemente do tempo de casa que possuam. Isso dará um “choque de gestão” e motivará os mais talentosos e determinados.
  9. Dê o exemplo. As pessoas só acreditam em um programa de melhoria se quem o propõe o segue rigorosamente. O exemplo vem de cima.
Essas ações exigirão algum esforço mental, mas garanto que se bem utilizadas trarão ótimos resultados.
Eduardo Ferraz